Treinamento de Equitação

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Treinamento de Equitação

Mensagem por Big boss em Sab Jul 18, 2015 1:39 am


Treinamento de Equitação

Próximo ao Lago do Acampamento Meio-Sangue existe uma pista de corrida que é utilizada apenas para o treinamento de Equitação.
Raias de corrida e obstáculos no solo foram implementados para o uso conforme a criatividade dos semideuses. Algumas áreas contem aros em formato de circulo para que os Pégasos possam utilizar em seu treinamento, além de algumas gaiolas com aves mecânicas que fazem um som estridente quando alcançam o semideus e seu cavalo voador.
Dentro do Lago existe uma parte, que contem diversos carros quebrados espalhados e alguns projetos de ‘navios piratas’ que podem ser utilizados para o treinamento dos Hipocampos e cavalos dos filhos de Poseidon.

I. Post's com menos de dez linhas serão desconsiderados.
II. Cuidado com a gramática, pois está valerá boa parte de seus pontos.
III. O máximo de XP conquistados nessa área é de 200.
IV. É permitido apenas um post no treinamento de equitação por dia.

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Re: Treinamento de Equitação

Mensagem por Drake Saltzman em Dom Jul 26, 2015 12:35 am



Minha eguinha pocotó

O sol começava a se pôr, e uma leve brisa gélida começou a ser soprada por todo o Acampamento Meio-Sangue. Naquele momento, provavelmente, Apolo já estaria em sua carruagem divina, levando sua estrela, e logo Nyx cobriria aquele céu com seu manto negro. Talvez a maioria dos campistas estivesse na arena, ou então na própria praia, admirando o pôr do sol. Drake não era daquele tipo de cara que admirava essas coisas, e já havia treinado o suficiente na arena naquele dia; entretanto não conseguia ficar nem mais um segundo parado no chalé dezesseis.

Caminhava por entre as áreas comuns daquele enorme conjunto habitacional dos semideuses perdidos que buscavam uma vida o mais próximo do normal, procurando algo para fazer. Colher morangos? Não. Subir numa parede? Pelos deuses, ele não era o Homem-Aranha. E quando nenhuma opção parecia lhe servir, quando veio em mente de que aquele lugar já estava chato o bastante, o que seus olhos registraram lhe fez ter uma espécie de flashback.

Saltzman entrou no estábulo, procurando por um responsável pelo local, que rapidamente aparecera.

- Oi, você quer treinar? - Um rapaz alto, com pele bronzeada e cabelos negros perguntou, enquanto seus olhos verdes fitavam o francês.

O rapaz se identificara como Axl, filho de Poseidon e um dos instrutores do treinamento de equitação. O filho de Nêmesis assentiu, embora estivesse incerto se deveria mesmo fazê-lo. Era como uma guerra civil em sua mente, o conflito de suas duas personalidades. "Não. Eu preciso ficar forte, e tenho que esquecer o passado", concluíra.

Quando mais jovem, Drake possuía uma única amiga, chamada Sophia. Ela era a única pessoa que realmente parecia sem importar com ele além de seu pai, sendo primordial no momento em que perdeu este. Mas, apesar de sempre o confortar quando perdia algo, não havia nada nem ninguém para confortá-lo quando ele a perdeu. Ambos praticavam hipismo juntos - embora ainda não fossem profissionais -, e fora ela quem havia lhe apresentado tal prática. Amavam os equinos, até que um acidente pôs um ponto final nessa história.

- Ei, vai treinar ou não? - A cria dos mares quebrou o silêncio, trazendo o novato de volta à realidade.
- Desculpa, vou sim. Só tava lembrando de umas coisas aqui. - Respondeu.

[...]

Drake já havia montado em um dos cavalos, o que não fora difícil para ele. Trajava todos os equipamentos necessários, e enquanto segurava as rédeas, o filho do deus dos mares lhe orientava. O jovem dera ordem para o cavalo, que começara a trotar. Com o tempo iam ganhando velocidade, ao mesmo tempo que as lembranças voltavam. Haviam barreiras para serem puladas, e logo na primeira eles caíram. Desconcentrado, o filho de Nêmesis rangia os dentes, socando o solo. Levantou-se novamente, em seguida indo até o animal, que por sorte não se machucara.

- Anda, monta aí logo e me segue. - Axl aparecera em um cavalo à sua frente, seguindo por aquela raia.

A prole da vingança voltou a correr, tentando focar no circuito. Por já ter praticado aquilo antes, não tivera muita dificuldade a não ser a emocional. Segurava a rédea e guiava o equino, virando quando necessário e pulando quando preciso. As memórias, entretanto, estavam ali, fazendo-o bater eventualmente em alguns obstáculos. A imagem do acidente de Sophia não saía de sua cabeça. Por mais que quisesse se livrar daquilo, por mais que conseguisse se fechar com seus sentimentos, aquele era um dos únicos pontos que despertava seu outro lado. "Você não vai deixar isso te dominar, né?", parecia que uma voz ecoava em sua mente. Era familiar. Era Sophia.

Por mais que devesse estar louco, ouvindo vozes de mortos, ele sentia aquilo dentro de seu peito. Drake só estaria pronto mentalmente quando soubesse controlar sua balança emocional, não deixar um sentimento passar a razão. Era uma lei primordial para uma prole de Nêmesis. Ele passou a mão no rosto, tentando tirar tudo aquilo da mente. Respirou fundo, e quando abriu os olhos, vira que Axl estava em sua frente.

- Quer parar?
- Não. - O filho da deusa da justiça prosseguiu.
- Então vamos, ou vai ficar para trás. - O instrutor sorriu enquanto  subia em seu animal e seguia na raia.

Saltzman montou na sela e observou seu redor. Finalmente estava em um lugar onde poderia descansar. Encontrara uma outra realidade, um novo mundo. Talvez ali houvesse seu motivo para viver. Ao fundo, o sol já tocava o horizonte, e as correntes de ar gélidos aumentaram. Haviam outras áreas dos mais variados treinos, e aquele semideus voltaria ali e se aperfeiçoaria em cada um deles. Arcos aéreos para pégasos e até uma parte aquática para hipocampos. Ele segurou firmemente a rédea e voltou a cavalgar. Primeiramente ficou um tempo conduzindo o cavalo, depois avançou para a raia de corrida. O primeiro obstáculo apareceu, e com um comando do meio-sangue, o animal conseguira pular. Havia também uma parte com vários objetos em vertical, como postes em versão miniatura. Fizeram um zigue-zague por tais obstáculos, pulando depois por cima de mais uma barreira. As patas ágeis daquela criatura passavam a centímetros dos obstáculos. O filho de Nêmesis controlava-o não só com a razão, mas também com a emoção. Utilizava dos ensinamentos que recebera em Paris com uma pitada de improviso. A cada minuto que se passava, a velocidade e ritmo aumentava. Era incrível a sintonia que o jovem fora capaz de construir em pouco tempo com o equino. E, com o passar do tempo, conseguia controlar não só a corrida, mas também sua mente.

Por fim, Drake levou o animal, que já seguia lentamente, até seu lugar no estábulo, reencontrando o filho de Poseidon na porta. Depois de descer da sela, ele acariciou o cavalo, em seguida cumprimentando o garoto ao outro lado, e o instrutor parecia saber o que a cria da vingança estava passando. O meio-sangue sorriu, já satisfeito com aquilo, de volta para seu chalé. Era hora de esvaziar a mente.






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Re: Treinamento de Equitação

Mensagem por Ex-staff011 em Seg Jul 27, 2015 3:14 pm

Bom treino, não encontrei erros de ortografia. Sua escrita é simples e concisa.

Ganhou +150 XP

Escrava Isaura deu att, lembranças para ela q



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Re: Treinamento de Equitação

Mensagem por Drake Saltzman em Sex Ago 07, 2015 7:23 pm



Aces High

A noite já havia caído, e logo os campistas se retirariam e voltariam aos seus chalés para descansar aquelas bundinhas mimadas, que mal aguentariam um mês fora da mordomia que o Acampamento Meio-Sangue lhes proporcionava. E depois reclamam de seus pais que os abandonam.

Reencontrara Axl, o instrutor, ali no estábulo, cuidando dos cavalos. Perguntara qual tipo dos animais utilizaria, e a resposta veio em imediato. Já havia treinado no solo, era hora de treinar no ar. Andávamos pelo corredor entre os equinos, e ao ver um em especial, parei e pedi por aquele,

- Esse é o Paçoca. Não costuma trabalhar muito, nem chamar atenção dos outros. Algo em especial na escolha? - O garoto perguntou, curioso, e neguei com a cabeça.

Entretanto, me lembrava muito bem daquele pégaso. Só de vê-lo já havia tido um pressentimento, mas após ouvir aquele nome... me lembrei perfeitamente de uma noite. A que cheguei ao acampamento. Acariciei-o após o instrutor tirá-lo do estábulo, e já nas pistas, era hora da ação.

Com uma palmada amistosa em seu dorso, subi no quadrúpede e segurei as rédeas. Após a ordem ele bateu as asas, e com um movimento brusco ficamos suspensos no ar. Pressionei mais firmemente os dedos contra a corda em minhas mãos e me ajeitei na sela, buscando ficar firme no vôo. Confesso que não achava que ele era tão mal-humorado. Sobreviamos a pista por um tempo, inicialmente treinando minha condução no ar. Já tinha um conhecimento com cavalos, mas  quando qualquer passo errado poderia resultar em uma queda livre, as coisas não eram tão fáceis.

Na parte de treinamento aéreo também haviam alguns obstáculos - postes e argolas -, e apesar do risco de terminar caindo como um bosta e me espatifar todo no chão fosse grande, a ousadia era maior. De início, quase bati nos objetos inúmeras vezes, mas ainda estava inteiro. A velocidade do vôo era mediana, e sentir a brisa fria enquanto se tem aquela visão de cima de todo o local era algo incrível. Mas eu não estava a passeio.

Com o tempo passado ali já ganhara certa habilidade no ar, e já conseguia guiar a criatura alada. Seus pelos castanhos brilhavam à luz da lua, e todo aquele momento me trouxera uma nostalgia da entrada naquela enorme casa de semideuses. Após mais um tempo voando, passávamos pelas argolas e postes sem muitos problemas. Na primeira vez passamos a uns centímetros do objeto, e acabei abaixando a cabeça para não terminar decapitado na segunda. Depois conseguimos uma sincronia maior nos movimentos, passando pelos objetos com maior destreza. Puxei a rédea ora para um lado, ora para o outro, seguindo assim o treinamento. Não que estivesse com medo antes, mas meu coração já estava mais tranquilo. Talvez já estivesse na hora de encerrar por enquanto.

- Ei, não me esqueci daquele dia, tá? Muito obrigado. Por aquilo e por agora. Sabe, eu poderia estar numa enfermaria agora. - Sorri, acariciando o pégaso uma última vez.





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Re: Treinamento de Equitação

Mensagem por Ex-staff006 em Sex Ago 07, 2015 8:05 pm

Drake Saltzman: No geral, foi um ótimo treino, dreiquéte. Só poderia ter focado mais nos obstáculos que você passou com o Pipoca. Ah não, é Paçoca.

140xp

Atualizado pelo pai do pipoca Paçoca
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Re: Treinamento de Equitação

Mensagem por Yfkea Jaroszýnski-Kramer em Ter Ago 18, 2015 9:47 pm


Hipismo




Manhã
Grupo
Sagaz
Música tema - Arctic Monkeys - Arabella


NO CHALÉ

A tempestade rugia furiosa durante a noite, mas nada digno de nota ocorreu. Na manhã seguinte, porém quando Yfkea acordou para o desjejum viu que o esplendoro sol dava sua presença com um semblante ouro luz alvo, contra a platina das colinas. Sua respiração ofegante pelo devaneio de seus sonhos , a fizera tomar um copo de café rápido e puxar a regata que foi vestida as pressas. O gonzo da porta foi puxado dando espaço para que a tal nobre garota passasse dentre o espiral de madeira da porta para o ar livre do campo.

A caminho
Em vista das folhas oscilantes que caíam sem vida dos galhos secos das árvores, Yfkea refletia consigo sobre qual atividade iria levar naquele dia. Analisou algumas placas ou até mesmo ouviu os murmurinhos dos mais experientes,e então ela ousou escolher de última hora hipismo. Transgrediu seus passos até o estábulo um tanto nervosa e embora não tivesse nenhuma vocação para montar a cavalos, a mesma resolveu ficar relutante sobre a ideia e encarar o tal medo. Adentrou a frente do estábulo e foi até o fim do vestíbulo cumprimentando todos que por ela passavam. A atmosfera mudava muito quando alguém entrava naquele lugar. Por lá o cheiro de bosta de cavalo era enlouquecedor junto com os barulhos que por ali a fazia ficar um tanto atordoada. Crinas curtas, longas melenas, rabos compridos e variáveis tamanhos detonavam-se os corcéis dos arreios. A morena respirou fundo e marchou até as últimas separatórias onde encontrou um cavalo preto com um aspecto maltratado. Questionou ao cuidador se aquele cujo olhava, estaria em condições de dar uma breve corrida por alguns minutos, mas não obteve uma resposta clara. O senhor de bigodes arruçados que via o movimento, venerou a postura da filha de Deimos e como não viu grandes aberrações ao ter rente sua fixação pelo corcel velho, resolveu liberá-la para aquela única vez. Apontou o dedo trêmulo, para : A sela, o balde de cenouras e uma escova. A semideusa soltou um sorriso garantido e andejou para o fundo do vestíbulo. Passou uma das mãos livremente na madeira e firmou-a para abrir a porteira. Cerrou as gengivas desdentadas com receio de uma mordida surpresa então o primeiro plano se concretizou num olhar frio e comprimindo de um pouco de segurança. Após a entrada então, arriscou uma aproximação cautelosa com as mãos próximo da face do bichano até acaricia-las totalmente. Desvenciolhou dos apetrechos e assim a morgada separou-as perpendicularmente um lado do outro e encostou seu rosto lívido e deixou as pálpebras se fecharem num devaneio. Passou minutos, contemplando a maciez do animal até o ouvir seu relincho miúdo e desaproximar numa feição corada. Manteve-se rígida outra vez e cautelosamente se virou ficando de costas para o bichano puxou alguns baldes espalhados pela cerca e saiu deixando-as quietas do outro lado do vestíbulo. Num minuto no qual elevou a vista, observou o capacete e um traje estirado mais a abaixo numa cadeira livre de madeira bamba. A mesma vergou o corpo para frente e virou a cabeça vendo se tinha alguma pessoa andando por aquelas redondezas : Acercando-se confiante de que nenhum dos campistas ou o próprio cuidador estava por ali, puxou a peça e retirou o projétil de chapéu da parede onde estivera dependurado e se escondeu por trás do empareado de lenha traga pelos filhos de Hefesto e empilhadas pelos de Ares para a reformulação e expansão do centro de hipismo. Por lá, a tal se despiu e dobrou os trajes que estava vestindo e deixou de canto para não desconfiarem. Se trocou apressadamente e levantou a cabeça : Olhou para cima e viu o senhor passando ligeiramente por cada separatória oferecendo um pouco de feno para os mais novos e ofertou uns com um balde cheio de água para matar a sede dos mais selvagens. A morena saiu dali disfarçadamente prendendo a queixeira do capacete e sorriu ao olhar para o mesmo. Pegou o pareo de botas pretas, calçou-as e encorpou-se diante do outrem. O bigode grisalho do senil sublevou num sorriso bem delineado. Seu par de óculos desceu dos olhos e a mão parou na cintura e o balde foi posto ao chão :

— Caiu como uma luva! - Procurou ele uma palavra mais redundante para tal visão, mas apenas isso podê ser proferido. A tal sorriu e deu uma reverência como artista e se virou observando o pequeno clubinho de arreio dentro das bolsas encostadas perto da coluna tombada num espaço vazio e se virou para o senhor num tom de voz normal :

— Posso usar aqueles arreios? - Em resposta, o simpático velho gesticulou com a cabeça concordando e caminhando em direção da bolsa até levar ao pé da moça e abrir a fivela que lacrava os equipamentos.

— Use o que quiser… Mas não esqueça que  deve devolver em bom estado. - Alertou o mesmo. Jorge, era uma pessoa de fisionomia envelhecida embora tivesse um tipo cerebral invejável, nunca se soube ao certo como parou no acampamento e como era a sua vida antes disso, porém o retrocesso deve se aplicar aqui. De fato, ele sabia conselhar e tinha sempre uma boa colocação. Viu a menina um tanto pasma na primeira tentativa ao emparelhar o corcel então ficou por perto por garantia : A prole de Deimos iniciou envolvendo o cavalo com uma coleira negra e puxou o grampo dourado para ficar firme. Testou puxando com um pouco de pressão para baixo e deu um tapa leve no companheiro como uma forma de carinho. Dobrou o abdômen e aparou as fivelas entrelaçando no suporte que permitia o mascote a manter a visão sempre na dianteira.

10 Minutos Depois

Aperrou Yfkea montada em Metálica de frente com a pista e alguns obstáculos que tinham-se espalhados ao centro e nas laterais da área de treino e observou com cuidado enredando o lado pleo qual deveria dar início. Percebeu a frente onde começava uma etapa mais mansa bem encaixada para uma primeira vez. Apertou o cinto e ajeitou melhor a sela para evitar um balanceio futuro que pudesse incomodar ao longo da equitação. Conferiu numa visualização os estribos e virou num maneio o lado do cavalo o amestrando para a entrada da bateria.

Bateria 1 - Corrida livre

O corpo ficou imóvel sobre Metálica e deixou a rigidez cada vez mais  ponderada. Abaixou o corpo até ficar 5 cm separando seus seios das crinas do cavalo e subiu o tecido do casaco azul marinho e deixou sua respiração mediana. As rédeas das graciosas ripas de aço se abriram dando espaço para a amazona. A principio, iniciou a breve chispada aquecendo-se numa velocidade leve sem causar solavancos violentos. A mesma direcionava o caminho e ele dava tempo para ensaiar melhor cada passe.
Enquanto ambos estavam conectados, os cabelos castanhos do equídeo batiam na face pálida da moça que uma vez ou outra cuspia as melenas despontadas e empurrava com o corpo, o tronco do animal. A besta deu a curva maquiando uma perfeita exibição se aquilo fosse um campeonato e recolheu-se com a campista mais atrás. Neste lugar onde estavam parados, Yfk via agora ante aos encalhes como : Troncos de árvores podres, objetos de grandes portes encalhados no meio da terra. Os lábios secos dado ao nervosismo e os olhos que corrompiam as bolsas escuras debaixo, não paravam de ficar cada vez mais tensas. Yfk fechou os olhos e deferiu mais uns tapinhas contra o colo do parceiro :

— Vamos lá… Me ajude. - Disse num tom baixo. Mas antes de concluir a etapa, por garantia Yfkea sondou o pulso e sentiu os batimentos equilibrados e sorriu. Voltou a afeiçoar-se com zelo e se adequou com as massas aéreas e vou rumo a tal.

[•••]

Correram em disparate para frente e saltaram o primeiro obstáculo a frente que agia como empecilho para a progênie do deus do pânico, o tronco. Seguidamente, ambos retrocederam para trás para dar espaço para mais uma passagem : Disparou encerrada pela lateral e saltou com Metálica por cima de um tronco dividido entre três e esquivou da pequena pilha que existia na saída. O cavalo inglês, demonstrava o motivo de ser o principal e especifico para a prática do Hipismo através de sua força em manter-se com as pernas trancosos bem sobrepostas sob o solo árido. A indumentária presa em seu corpo uma vez ou outra balançava contudo, não fazia a morena tomar sérias preocupações em cair.  Percorreu num circuito de 3 metros e girou em volta do mastro sibilando uma forte corrente de ar a comprimir na poeira gleba fazendo ela se erguer como névoa do chão e correu em direção das cercas. Elas eram brancas e tinham a separação das madeiras dentre 10 cm e tinham uma longa extensão cobrindo todo o campo de equitação.  Yfkea desnivelou sua coluna para frente e empinou o bumbum subindo um pouco da cela e deixou a cimeira apontada para frente e acelerou com o bestial até dar-se diante da fachada das reixas da cerca e tomar um impulso e saltar. As pernas do cavalo sem querer, bateram na saída e acabou fazendo o mesmo cambalear na queda. Os olhos verde-azulados num mescle rente, da heroína curvou o caminho do amigo fazendo recobrar uma postura normália rapidamente. A respiração de Metálica parecia falhar talvez motivo do cansaço de uma frequência louca de pinotes dado sem pausas e com isto, a pequena notável decidiu dotar o curso diferenciado dando volta na trilha rasa dos seguimentos do campo de treinamento. Meia volta para aquilo, Metálica encurvou duas travessias e conseguiu desbancar a dormência que parecia ter afetado no salto e encerrou o percurso quebranto.  

Yfkea desceu do mesmo e puxou a sela, ajeitou ao seu lado e foi puxando-o para dentro da cocheira e desarmou os equipamentos do tal e voltou para o seu chalé para um longo descanso.




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Re: Treinamento de Equitação

Mensagem por Psiquê em Sab Ago 29, 2015 7:38 pm

Ifkea
Adorei o treino! Sua ortografia é excelente e soube descrever bem a atividade. Parabéns!
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Re: Treinamento de Equitação

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