Chalé 1 - Zeus

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Chalé 1 - Zeus

Mensagem por Big boss em Qua Maio 20, 2015 10:30 pm


Chalé de Zeus

O maior chalé do acampamento e o primeiro na formação de “U” dos chalés. Feito de um mármore resistente e de um branco polido e chamativo com muitas colunas gregas ao redor, mantendo o chalé de dois andares firmes. Esculpidos nas paredes externas e em algumas das colunas estão desenhos de raios e folhas de carvalho, sendo estes exemplos de símbolos do pai dos semideuses donos do chalé.
O primeiro andar é composto por uma sala comum onde os semideuses podem descansar em sofás de couro de touro e conversar. O teto mostra um céu azul como se fosse o céu verdadeiro, mas este nunca escurece e sempre é bem bonito. As paredes tem um tom azul claro e em um dos cantos há uma escada de mármore que leva ao segundo andar.
Quando alcançam o segundo andar do chalé, os semideuses encontram um grande corredor com uma estátua antiga grega do pai. Em ambos os lados do corredor tem duas portas feitas de bronze, levando a um dos dormitórios. O dormitório da esquerda é o dos garotos e o da direita, das garotas.

Assim como em todos os outros chalés, o Chalé de Zeus é encantado e a cada vez que um novo semideus chega ao acampamento, o dormitório expande, dando espaço para este se acomodar, apesar de por fora não parecer que este aumenta. Ambos os dormitórios tem paredes pintadas de azul elétrico, com camas arrumadas e dois pequenos armários para o semideus guardar suas roupas. Um baú à frente da cama pode ser utilizado para guardar armas e outros itens. Há um banheiro em cada dormitório.

No topo do chalé há uma grande águia em tamanho gigante pintada nas cores reais de uma águia-de-cabeça-branca. Esta permanece em uma posição de atenção e há quem diga que ela irá atacar qualquer um que tentar entrar no chalé sem permissão.
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Re: Chalé 1 - Zeus

Mensagem por Convidado em Qua Jan 13, 2016 9:06 am

Havia portas de madeira coloridas por toda a parede daquele recinto circular. Valkyria já entrara por todas elas, mas todas levavam de volta ao centro salão de piso dourado.

Apenas uma porta era diferente de todas as outras, aparentemente de ouro, e trancada. Não havia nenhuma chave, se quer um grampo de cabelo para que a filha de Zeus tentasse arrombar a fechadura.

Cansada de correr pelos corredores escuros e gélidos que ligavam uma porta a outra, a garota sentou-se no centro do salão, que possuía um lustre cheio de velas no teto, o que fazia parecer que o ambiente era mais aquecido.

Vestida com seus pijamas do anime Pokémon, Valkyria sentia-se exposta e frágil, mas isso só era um pouco mais constrangedor do que estar desarmada em um local desconhecido. Em seus oito anos de campista, a menina já havia aprendido que não se deve sair sem pelo menos portar uma adaga de bronze celestial.  

Seu estomago roncara e ela soluçou. “Era só o que me faltava!”, pensou “Faminta, e trancada nesse lugar escroto...”. Fechou seus olhos por um instante e concentrou-se apenas no calor do ambiente, procurando alguma paz em seu interior, e até parecia um lugar aconchegante...

De repente um estrondo fez com que a semideusa encolhesse os ombros e franzisse o cenho. Alguma coisa estava batendo na porta dourada que estava trancada, aparentemente tentando derruba-la, e Valkyria não ficaria ali, indefesa, esperando para descobrir o que estava por vir.

Ela correu para se esconder em um dos corredores, atrás de uma das portas de madeira, apenas esperando e escutando o barulho, até que finalmente o estrondo da porta se abrindo fez com que seu corpo inteiro estremecesse.

Valky não escutava passos pesados, se quer vozes, mas alguma coisa estava farejando a fresta inferior da porta na qual ela entrara para se esconder. A semideusa correu pelo corredor escuro, e tal levara-a para trás de uma porta na outra extremidade do salão circular.

Olhando pela fechadura, Valkyria teve uma visão que aliviou o peso em seu coração. Dois lobos farejavam as portas, e logo a menina se rendeu. Abrira a porta e correu na direção de Týr e Fenrir, os quais lhe derrubaram no chão com uma recepção calorosa, lambuzando-a em baba de lobos gigantes.

[...]

Como se sua alma estivesse sendo puxada para fora do corpo, Valkyria acordou abruptamente em seu chalé. Sozinha, com frio e fome. Não havia Týr, nem Fenrir, apenas um estômago vazio e a grandiosa saudade de seus amigos caninos.

Já ocupando sua mente com o cronograma do dia, Valkye precisava distrair a cabeça enquanto estivesse sozinha. Aquela seria uma longa semana, com longos dias torturantes de solidão.
Não sei, to loca. Loca loca loca. Loquíssima! Ah, Loca loca né..


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