Arena para Combate contra Monstros

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Arena para Combate contra Monstros

Mensagem por Big boss em Dom Maio 17, 2015 4:29 pm

Relembrando a primeira mensagem :


Arena para Combate contra Monstros


Tal arena é especializada para o combate contra monstros. Há uma jaula ao fim da arena, onde diversos monstros estão trancafiados. A frente possuí um sátiro chamado Bell, cujo lhe dará as instruções para o combate. Ao lado possuí uma mesa onde diversas armas estão posicionadas para o uso dos semideuses. Os monstros podem ser encontrados no Bestiário.

I. Post's com menos de dez linhas serão desconsiderados.
II. Cuidado com a gramática, pois está valerá boa parte de seus pontos.
III. O máximo de xp's conquistados nessa área é de 200.
IV. É permitido apenas um post em cada uma das arenas por dia.

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Re: Arena para Combate contra Monstros

Mensagem por Ex-staffmoza1 em Qui Ago 06, 2015 9:11 pm

Drake!
- Treino intenso e show, não observei nenhum erro de ortografia grave, sem mais.
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Re: Arena para Combate contra Monstros

Mensagem por Drake Saltzman em Sex Ago 07, 2015 6:03 pm



Gotta Fuck 'Em All II

Quíron anunciara aos meio-sangues que estava se aproximando o Caça à Bandeira, uma espécie de evento competitivo entre os campistas. Saltzman nunca havia participado daquilo antes, e então se perguntara como se sairia em tal atividade. Mas uma coisa lhe era certa: era no mínimo agradável a ideia de poder dar umas porradas naqueles bastardos. Mas, antes, treinaria aquilo com monstros. Porque com eles não precisaria poupar esforços.

Bell, o sátiro que tomava conta da arena, cumprimentou-me, e eu devolvi a saudação, pedindo para enfrentar um ciclope. Era um humanoide, parecia com um dos pirralhos que enfrentaria mais em frente. A criatura brandiu um machado, que era grande e aparentava ser pesado, pois segurava-o com ambas as mãos. Ao ver aquilo, deixei um sorriso seco sobressair no canto da boca, como um cão em frente a um bando de carne. Ele até poderia querer me devorar, mas não seria eu quem sangraria ali.

- Vem, monstro! - Gritei, brandindo minha espada de ferro estígio.

O grandalhão avançou, correndo até mim e atacando com sua arma em posição vertical, que chegou a rachar o chão devida tamanha força. Após um pulo para o lado, dei meia volta apliquei um corte em suas costas, logo depois me afastando do homem com um único olho, que girou com seu machado, tentando me acertar. Parei por um tempo, estudando os movimentos do adversário. Não demoraria muito ali, bolaria uma estratégia para logo finalizá-lo. Percebi que o monstro buscava ataques massivos, como se tentasse "1-hit-k.o". Aplicava toda a sua força nos golpes com o machado, e até se recompor para atacar novamente demorava certo tempo. Aproveitando que ele já parecia impaciente, esperei o ataque, e fiz a mesma esquiva para o lado. Tamanha fora a força daquilo que a arma dele prendera no chão ao penetrá-lo, e aproveitei também o tempo em que se "recarregava" para fazer aquilo novamente. Afinal, o que tinha de grande tinha de burro. Enfiei Elucidator em suas costas - tomando impulso - e pulei por trás do ciclope, que gritou com a dor. Envolvi seu pescoço com o outro braço, puxando-o para trás. Era tudo muito rápido:  uma espécie de mata-leão que o trazia para baixo, e enquanto ele caía, respirei fundo para soltar um braço e colocar o que segurava a espada - que estava em chamas - por trás da criatura. Ao sentir minhas costas tocando o solo, tentei contrair as pernas, colocando os pés entre meu corpo e o do inimigo, tentando diminuir o peso que cairia em mim. Sua nuca fora perfurada pela lâmina negra, que saía na parte frontal de seu pescoço. Além do dano da arma e de ter sido em um ponto fatal, ainda tinha o fato da queimadura. E então aquilo fora reduzido a um pó dourado.

Levantei dali, exausto. Necessitava urgentemente de descanso. O corpo doía, mas ainda sim um sorriso vitorioso era perceptível.


coisinhas:

itens e armas:

Elucidator: Espada bastarda cuja lâmina tem cerca de 100 cm - feita de ferro estígio - e empunhadora de madeira com 20 cm, possuindo o formato de um dragão. Bem afiada, perfeita tanto para o corte quanto perfuração
poderes e habilidades:

Passivos

Nível 4- Condição física aprimorada - A deusa fugiu de Zeus-Júpiter pelo mundo por muito tempo até se cansar, assim meus filhos têm ótima condição física

Nível 4- Estrategistas: As proles de Nêmesis-Invídia são ótimos estrategistas

Nível 5: Habilidade com machados e espadas [Intermediário]: A habilidade agora aumenta de nível e o semideus consegue uma melhor pontaria e precisão com as armas


Ativos

Nível 3- Armas em Fogo – Consegue lançar chamas de fogo com armas, enfeitiçando-os. Quando as armas atingem o oponente, queimam a sua pele. Gasta pouca energia, e a mesma é descontada por post quando a habilidade é utilizada.
vantagens e desvantagens:

- Vantagens

•Ambidestria: O personagem pode usar uma arma em cada mão.
•Vigor físico: O meio sangue tem corpo forte, você aguentará mais ataques e aguentará mais tempo em atividades físicas
•Furtividade: O personyagem é silencioso, e não atrairá atenção, sendo um ótimo ladrão ou assassino furtivo.


- Desvantagens

•Sadismo: o personagem possuiu prazer em assistir a dor de outro ser.
•Ambicioso: Mesmo que possua tudo o que desejas, este personagem continua a desejar aquilo que não tem. Tendo sede pelo o poder absoluto.





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Re: Arena para Combate contra Monstros

Mensagem por Ex-staffmoza1 em Sex Ago 07, 2015 10:40 pm

Drake
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Re: Arena para Combate contra Monstros

Mensagem por Convidado em Qui Ago 27, 2015 11:54 am

A garota acordara cedo todos os dias naquele verão, tinha de entrar em forma se quisesse vencer o caça bandeira pela terceira vez consecutiva, mas Loreal ainda não tinha voltado com toda aquela animação, então Val procurava incentivar-se por conta própria. Sentia muita falta da meia-irmã, da vibe boa que a menina lhe passava, e sentia falta até mesmo de sua mania de arrumação irritante... Por algum motivo ela havia saído do acampamento por tempo indeterminado, e era o mais próximo que Valk tinha de um parente, mesmo que apenas por parte divina.  

Após recolher seus itens de batalha, a prole de Zeus dirigiu-se ao pavilhão do refeitório e fez a primeira refeição do dia, bem reforçada. Comeu ovos orgânicos mexidos, torradas integrais com geleia natural de morango - considerava os morangos do acampamento os mais deliciosos do mundo -, suco natural de laranja com cenoura e um no final, uma xícara de café puro, para lhe dar energia.

Caminhou pelo perímetro para aquecer seu corpo e logo entrou na arena. Seu objetivo era simples, queria apenas aniquilar os malditos monstros que conturbavam seus sonhos. Uma dupla peculiar de aberrações fora sua escolha: uma dracaenae e um cão infernal.

Posicionada em ataque, Valkyria já havia tirado Thor de sua bainha, e já estava com Gennaíos em mãos. A semideusa era realmente muito boa com seus machados e o sangue nórdico que corria em suas veias, implorava pela adrenalina de uma verdadeira batalha. Valk pigarreou e deu um sorriso maldoso quando os dois monstros pelos quais optou já estavam fora de suas celas, com aqueles olhares furiosos, desejando arrancar a cabeça da menina dos olhos azuis…

Girou Thor por sua empunhadura de couro, repetindo o movimento três vezes, o que dera tempo suficiente aos monstros para sentirem ódio dela e se prepararem para a luta. A prole do rei dos deuses correu em direção aos dois monstros, sem teme-los ou demonstrar qualquer sentimento que não fosse raiva.

O cão já se posicionara para dar o bote quando a garota estava chegando perto. O monstro saltou, abocanhando o chão do lugar que Valkyria estava a um segundo, pois com muita agilidade, a semideusa cambalhotou pelo chão arenoso do campo de batalha, e sendo menor, mais leve e também mais rápida, havia se esquivado com facilidade. Levantou-se em um salto, girando o seu corpo para visualizar o cão, o qual já havia se virado para ela novamente, demonstrando ódio em seu olhar, e babando abundantemente.

A filha de Zeus apontou Gennaíos em direção ao cão, liberando a eletricidade capaz de paralisá-lo por algum tempo, torcendo para que fosse tempo suficiente para derrotar a mulher-cobra, a qual já investira com sua lança, mas a semideusa fora ágil, e utilizou seus dois machados, formando um X na frente de si, para defender-se e com a força herdada do pai, empurrou a mulher-cobra para trás, só que aquilo não fora o suficiente para joga-la para longe.

A semideusa usara Thor para ferir a aberração, enquanto Gennaíos a defendia dos golpes que a dracaenae realizava com sua lança. Em certo momento Valkyria já havia realizado diversos cortes pelo corpo da monstruosidade, os quais deixavam escorrer o sangue de monstro. Logo um corte fora feito pela lâmina da mulher-cobra, no quadril de Valkye, deixando corte superficial, o qual escorrera um fio escarlate de sangue. Val não se importou com a ardência em seu quadril, apenas continuou a ferir a dracaenae, por fim conseguindo impulso para que jogasse o próprio corpo para trás, deixando entre elas uma distância razoável. Largando Thor no chão, a garota girou Gennaíos pelo cabo e logo descrevera um corte na horizontal, em cento e oitenta graus, cortando no meio o que um dia fora uma dracaenae.

Conseguira livrar-se daquela rapidamente, mas ainda havia um cão endemoniado para aniquilar. Usou três rajadas óticas no cão, que ainda estava paralisado, esperando que aquilo surtisse pelo menos um pouco de dor no animal, que logo grunhiu e se encolheu, gemendo. Recuperara Thor, e logo correra para encontrar com o cão, que já se levantava.

A prole de Zeus sabia que sentiria um pouco de dor, mas sacrifícios eram necessários para que experiência e sabedoria fossem adquiridas. Como aquelas estrelas do rock, Valk jogou-se de joelhos pelo chão, deslizando por baixo do corpo do cão infernal, com seus machados erguidos, encharcou seu corpo de sangue quando dois cortes foram realizados. Os joelhos ralados não eram incomodo algum, afinal a adrenalina lhe dava forças. A semideusa levantou-se com pressa, enquanto o cão raivoso uivava de dor.

Ela tinha o tempo que quisesse para torturar aquele monstro, mas piedosa que sempre fora, decidiu que daria a ele uma morte breve. Correndo por volta do animal, fizera diversos cortes com ambos os machados, dando alguns saltinhos de animação, e segurando uma risada maldosa dentro de si.

Ficando de frente para o cão, fizera um bico e uma cara de tristeza, mas aquilo era apenas uma encenação. Valkyria gostava de tirar onda com a cara de seus inimigos. Com fúria, deixou Thor ir ao solo novamente, segurando Gennaíos com as duas mãos, deixando-o pender em seu ombro, e depois, com muita força, cravou-o bem no centro do crânio do cão infernal, logo tornando-o pó.

Poderes:
ATIVOS:
Level 1
- Rajada Ótica I - Pode liberar de seus olhos rajadas de eletricidade fracas no inicio. Se for usado muito, pode machucar os olhos do dono. As rajadas tem cor amarelada, assim como a eletricidade. Quando usada contra a pele do inimigo, causa uma leve sensação de queimação no local atingido; [5 Ep]
itens:
ϟ Thor: Machado de combate forjado em bronze celestial. Entalhado nos dois lados da lâmina há o símbolo das Valquírias nódicas (elmo alado), e seu cabo é revestido por couro de minotauro com depressões para acomodar os dedos da semideusa.

♦ Gennaíos: Um machado de duas pontas, feito a bronze celestial, que ao desejo de seu dono, libera raios elétricos em direção ao adversário, podendo o deixar inativo por 1 rodada.
v&d:
Vantagens:
• Ambidestria *Habilidade de usar duas armas ao mesmo tempo
• Aparência inofensiva *Essa habilidade lhe permite usar a aparência em forma de defesa ou ataque em uma batalha.
• Furtividade *Seu corpo é silencioso, e dificilmente chamará atenção, o tornando um ladrão exemplar.

Desvantagens:
• Ansioso *Tende a ser extremamente hiperativo em diversas situações que necessita esperar alguma ação.
• Raiva *Temperamento impulsivo, o personagem tende a explodir com pequenas coisas, e criar diversos inimigos
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Re: Arena para Combate contra Monstros

Mensagem por Mackenzie A. Hawkins em Qui Ago 27, 2015 5:16 pm

Let's do that shit


Não tinha certeza que conseguiria vencer um monstro, principalmente com minha pouca força e falta de habilidade. Porém, agora era um pouco tarde demais para desistir, o ciclope vinha em minha direção de forma agressiva, erguendo um bastão de madeira que chegava ao tamanho de uma árvore de porte mediano. Em minhas mãos? Nada além de uma espada simples e um escudo mais pesado do que eu conseguia segurar com conforto. Precisava usar toda a inteligência que tinha para criar uma estratégia que terminasse com meu corpo inteiro e meu coração batendo sem nenhum grande dano.

Quando o bastão veio em minha direção pela primeira vez, agi por completo impulso, pulando para o lado esquerdo, caindo ao chão sem muita força, sujando minhas roupas por conta do chão arenoso. Ergui o escudo assim que me virei ao ver o grande pedaço de madeira se aproximar de novo e, ao sentir ele se chocar contra o pesado pedaço de metal, sabia que não iria durar muito tempo sem ajuda — meu escudo estava completamente destruído e provavelmente não haveria uma forma de me defender com ele por muito tempo. O joguei de lado, supondo que carregar um peso seria apenas mais um empecilho que me impediria de sair vencedora daquela tão árdua batalha. A única coisa que eu pensava quando via o ciclope se aproximar novamente? Eu deveria ter escolhido um oponente menor.

Assim que consegui me manter em pé novamente, não tardei a ir em encontro do grande ser, segurando minha espada — graças aos deuses equilibrada e perfeita para meu tamanho — até que meu corpo se chocasse ao dele. Assim que senti que sua perna provavelmente me chutaria para longe, usei toda a minha força para que a arma de bronze celestial adentrasse no centro de sua coxa, o fazendo urrar de dor. Quando a puxei, uma quantidade pequena de pó dourado saíra do ferimento, mas isto não pareceu incomodá-lo por muito tempo.

Cheguei a voar quase três metros antes de bater contra o concreto da parede da Arena onde me encontrava. Senti uma forte dor em minha cabeça, talvez pudesse ter tido uma concussão. Porém não havia tempo para pensar em possíveis danos, precisava me concentrar em evitar novos, e isto só seria possível quando me recuperasse e estivesse pronta para lutar novamente. Eu havia iniciado aquela luta então deveria terminá-la. Minha honra dependia disso.

Me levantei cambaleando, respirando fundo até com que minha visão voltasse a focar. Podia sentir o chão tremendo quanto mais o ciclope se aproximava em uma corrida desengonçada. Foi então que eu percebi algo que me daria uma grande vantagem. O gigante de apenas um olho poderia ser forte e muitas vezes maior do que eu, mas não era tão ágil ou rápido em seus movimentos e, principalmente, demorava a mudar de direção em meio a luta. Eu precisaria usar toda a minha velocidade. E, é claro, tomar todo o cuidado que existia para não ser esmagada pelo seu pé descalço e sujo.  Comecei a por em prática meu novo plano.

Corri o mais rápido que pude por entre as pernas do ciclope, cortando a parte interna de suas coxas durante o trajeto, fazendo com que eu fosse coberta de pó dourado. Ignorando a forte tontura e a visão desfocada, usei o pouco tempo que tinha até que ele se virasse para mim e me atacasse para subir por suas pernas, agarrando no tecido que cobria boa parte de seu corpo até chegar em seu pescoço. Tenho que admitir, subir em um ciclope chegava a ser mais fácil do que utilizar a parede de escalada do Acampamento.

Está precisando de uma ajudinha aí? — Ouvi uma voz masculina atrás de mim, mas não me dei ao trabalho de olhar quem era. — Esse ciclope é um pé no saco, eu posso derrubá-lo pra você. Se me der algo em troca.

Virei apenas parte de meu rosto para ver quem incomodava meu treino. Um garoto musculoso, mais velho dos que havia visto por ali. Sua forma de se mover e de me encarar me incomodavam, como se eu fosse uma pequena piada.

Me deixe em paz! — Parei sobre os ombros do ciclope, colocando cada uma de minhas pernas em um lado de seu pescoço, esperando que conseguisse me equilibrar bem o suficiente para usar minhas mãos para segurar a espada e atacá-lo. — Eu tenho tudo sob controle.

Sua risada de puro deboche tomara minha atenção por míseros segundos. Tempo o suficiente para não bradar a espada a tempo e impedir o ciclope de me agarrar por uma das pernas, me deixando pendurada no ar, como uma pinhata para seu bastão de madeira.

Espero que minha vida nunca fique em suas mãos. — Ele comentou, tirando sua própria espada que estava presa ao cinto e vindo correndo em minha direção. — Proteja a cabeça e tente cair em pé quando eu derrubá-lo. Espere que esteja perto do chão.

O que? — Olhei para o chão. Não estava tão alto, porém mais uma queda poderia causar uma fratura indesejada. — Eu consigo!

Pude vê-lo revirando os olhos antes de chegar por trás do ciclope, que parecia ocupado demais tentando me acertar com seu bastão enquanto eu balançava de um lado para o outro, me debatendo e sempre tentando morder ou arrancar um pedaço de seu braço que me segurava. Ele golpeou ambos os joelhos do monstro, que começava a ir em direção ao chão, ainda me segurando. Estava a aproximadamente um metro do chão quando o impacto de seus joelhos com a terra fez com que ele me soltasse, me obrigando a pular o mais longe que conseguia para não ter meu corpo esmagado pelo dele.  Quando senti o impacto com o chão, não tive tempo o suficiente para me manter em pé e sair correndo, precisei sair rolando novamente, sujando o resto de minha roupa que pouco antes estava quase limpa.

Assim que consegui me levantar, segurei novamente minha espada, a qual havia caído a alguns metros de mim, correndo em direção ao corpo deitado do ciclope, que, apesar de estar vivo e respirando, parecia inconsciente.

Obrigada, eu acho. Eu sou...

Vai deixar que ele acorde e te ataque novamente? — Ele cruzou os braços, apontando com um gesto de cabeça para o dorso do ser. — Termine com isso, Mackenzie.

Como sabe quem eu sou? — Perguntei confusa enquanto me aproximava da nuca, colocando minha espada com toda a força, fazendo com que logo o ser se dissipasse em pó dourado.

Eu sou Dylan, já se esqueceu de mim? — Ele sorriu, se aproximando —  Nós fomos indefinidos na mesma época. Eu sou seu herói, que prêmio irei receber?

Revirei os olhos e lhe dei um breve beijo no rosto, deixando minha espada jogada ao chão onde havia terminado a minha — talvez nossa, se contasse com a ajuda de Dylan — luta. Saí pelo campo, sentindo minha visão voltar a desfocar. Fora só toda a adrenalina sumir que meu corpo voltara a manifestar que havia algo de errado comigo. Segui para o Chalé de Afrodite, onde poderia descansar antes de continuar com meu dia.




/partition/

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Re: Arena para Combate contra Monstros

Mensagem por Ex-Staff6637 em Sex Ago 28, 2015 2:19 pm

Valkyria Wolve Schramm

Observei um ou dois erros de pontuação, além da falta de acento em umas palavras e vez ou outra as repetir, porém nada tão grave. Lembre-se que "dracaena" = 1, e "dracaenae" é o plural (assim como "empousa" é uma e "empousai" é mais de uma). Mas, no fim, foi um bom treino. Você detalhou bem o confronto, me fazendo imaginar a luta.

- Recompensa: 170 XP
- Descontos: 15 HP e 20 MP


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Foi um bom treino, e apesar de simples, gostei de como não o fez tão facilmente como a maioria faz. Não reparei em muitos erros - apenas uma repetição de palavras aqui e outra ali, mas nada que prejudicasse a leitura.

- Recompensa: 185 XP
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Re: Arena para Combate contra Monstros

Mensagem por Finn Lazulli em Qui Set 17, 2015 10:36 pm


                         ALWAYS  DOWN

Finn se amaldiçoava com todas as forças, não acreditaria que foi o tolo o suficiente para entrar em uma batalha contra um grifo. É evidente que com tamanha experiência já havia enfrentado alguns monstros em alguma missão, mas naqueles momentos era diferente, ele não tinha opção, naquela hora tinha.

Agora lamenta-se não fazia mais sentido, ele tinha que manter-se firme e continuasse sendo cuidadoso, sabia que não poderia voar afinal o ar é o terreno do grifo era melhor que ficasse à espera. Então ocorreu, do ar a criatura híbrida de leão e águia descia de forma violenta, investiu rapidamente e o garoto só teve tempo de utilizar suas asas para envolve-lo como um escudo, de todo jeito foi arremessado para alguns metros dali.

Segurando seu machado na mão direita e o escudo na esquerda correu em direção ao Grifo. Rapidamente pulou e impulsionou a arma para frente, um golpe assim mesmo que fosse em um monstro tão majestoso seria fatal. O Grifo batia as asas com força e grande ferocidade, fazendo que Finn não conseguisse atingi-lo, na verdade nem chegar perto.

A cria de Niké já se irritava, não parava de ter ideia de como derrotá-lo, mas o monstro parecia sempre está um passo à frente e com sua enorme velocidade e força só aumenta a dificuldade. Por fim não decidiu agir, o seu adversário estranhou, mas voltou ao ataque, ia cravar seu bico no corpo do menino que não parecia ligar para o que iria acontecer.

A verdade é que ele estava morrendo de medo, seu plano de se defender e contra atacar na hora podia dar errado, mas era sua melhor probabilidade de acertar o Grifo, afinal se fosse diretamente não ia conseguir atacar. Todavia quando o seu adversário aproximou-se conseguiu defender, o impacto foi forte para ambos, talvez mais para a ave. Agora seria a hora perfeita, avançou com o machado quando o Grifo ainda tonto devido ao impacto batia suas asas no garoto que só conseguiu se defender.

Finn recuou, parecia que o híbrido estava sempre em vantagem, talvez por ser a união de dois animais rápidos e fortes. Cansou-se, seu corpo suava, fora que tremia um pouco, jogou seu escudo no chão e começou a bater suas asas e rapidamente elevou-se para os ares. O monstro o seguia, ambos com uma velocidade surpreendente. Assim o grifo o alcançou agarrou sua perna e desceu rapidamente para o chão, enquanto isto suas plumas se espalhavam rapidamente. Com um pensamento rápido utilizou suas asas para amortecer a queda e não morrer, mesmo assim ganhou um certo impacto, sua perna também sangrava muito devido ao bico do monstro que ficava encima do menino e se aproximava de sua cabeça cada vez mais.

A cria de Niké sentiu o medo como nunca havia sentido, quando o monstro abriu sua boca soube que tinha que agir, então fez as plumas que havia espalhado no ar ir em sua direção rapidamente acertou seu adversário que em menos de um segundo iria lhe degolar. Ele saiu de encima de Finn e ‘gritava’, o garoto levantava e se arrastava para perto do monstro e com o resto de sua força cravou o machado no grifo que rapidamente o eletrocutou. Imaginando que logo iria virar pó, o menino tirou o machado e saiu de perto, no entanto o monstro não havia morrido, levantou e correu em direção ao menino que quando viu, só conseguiu se virar. Ele agarrou seu braço esquerdo e puxava como se fosse tirar o braço de um boneco.

O grito do curandeiro dava para ser ouvido em toda arena, estava sem forças e por sorte o causador de tantas feridas também, logo viraria pó. Havia muito sangue escorrendo, ele se sentia tonto e logo caiu no chão duro.


poderes:
Passivos usados

Benção da Sabedoria: Por Nike ser muito próxima a Atena, os seus filhos herdaram as características da deusa, sendo estratégicos, inteligentes e sábios, porém não tanto quanto um filho de Atena.
Alados: Por Nike ser uma deusa alada os seus filhos também serão, Você pode esconder as asas, deixando as mesmas presas em suas costas como se fossem tatuagens.
Velocidade III: Corre Forrest, Corre! agora você pode superar qualquer semideus na corrida.
Asas Inquebráveis: As suas asas é o seu maior trunfo, portanto eles possuem uma durabilidade incrível. Você pode usá-las como armas ou até mesmo como um escudo.
Reflexos Apurados: Nike é a personificação da vitória, triunfo e a glória, que podia correr e voar em grande velocidade. Neste nível você terá reflexos acima de qualquer outro semideus, ficando para trás apenas dos filhos da Guerra!

Ativos

Rajada: Assim como a “Valsa das Plumas” a “Rajada” é literalmente mais forte, as penas desta vez serão lançadas contra o inimigo como se fossem navalhas, os tiros são contínuos como se as suas asas fossem rifles de assalto. O Gasto de mana também é contínuo e da vontade do narrador.

v e d:
Vantagens
Aparência inofensiva *Essa habilidade lhe permite usar a aparência em forma de defesa ou ataque em uma batalha.

[Nível 5] Habilidade Motora *Tal personagem possuí maior facilidade com seus movimentos, tornando seus movimentos eficazes em tudo em que faz.

Contorcionismo *Seu corpo é extremamente flexível, conseguindo alcançar limites diferentes dos demais semideuses.

Habilidade em lógica *Seu cérebro é altamente desenvolvido, tendo a habilidade de criar e aprender com mais rapidez.

•Lutador: O semideus é ótimo em lutas corpo-a-corpo.

Desvantagens

Culpa *Possuí a coragem de concluir um ato, mas sente-se culpado logo após

Ambicioso *Embora possua tudo o que desejas, este continua a desejar aquilo que não tem. Tendo sede pelo o poder absoluto.

Vicio [Alface] *Tal personagem possuí extremo vicio com algo, podendo vir a se tornar agressivo caso não consuma este.

•Sentimentalismo: O semideus começa a chorar por qualquer situação.

Itens:
Machado de guerra: Composto por bronze celestial e um cabo revestido a couro. Ao desejo do dono, libera choques elétricos que duplicam a chance de golpes ao adversário. Quando não está em uso, torna-se um canivete.

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Re: Arena para Combate contra Monstros

Mensagem por Ex-Staff996 em Sex Set 18, 2015 5:51 pm


Boa tarde Finn,

Pude notar pequenos erros de gramatica e ortografia, nada muito grave, e que não possa ser melhorado com uma revisão do texto antes de postá-lo. Gosto quando os semideuses não se dão toda a vantagem sob as batalhas. Dá uma passadinha na enfermaria, viu lindo.

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Re: Arena para Combate contra Monstros

Mensagem por Dominic Gautterier em Ter Set 29, 2015 3:01 pm

Naquele acampamento não havia muito a se fazer, além de treinar, e viver a mesma rotina do dia a dia, pelo menos era assim para os novatos, eu já ouvira histórias de que uma vez ou outra no ano ocorriam festas, mas era um evento não muito comum. Quando eu morava na França, praticamente não saía das festas, agora nesta nova realidade, eu teria de me acostumar a quase nunca sair de um campo de batalha.
O meu sabre pesava nas minhas costas, mesmo na ausência dele, talvez como lembrança de que eu deveria lutar. Então, com um pouco de inspiração, e muita falta de opção, fui até a arena.
Á minha frente tinham duas Dracaenaes, cada uma tinha dois bustos de cobras em vez de pernas, as peles eram escamosas, ásperas e duras, e um estrano fluído verde lubrificava a epiderme  nojenta daquela criatura igualmente asquerosa.
Eu desembainhei o meu sabre, que até então estava preso sobre as minhas costas. No início senti uma estranheza, a arma parecia um pouco pesada na minha mão, porém depois de alguns esforços, eu já havia ganhado maça muscular suficiente, aquilo me deixava realizado de uma forma motivadora.
Corri em direção á dupla de monstros com a espada em punhos, me jogue contra a da esquerda, mirando no coração, eu não tinha certeza absoluta se Dracaenaes tinham ou não coração, mas resolvi deixar esse pequeno detalhe por conta da sorte. A criatura desviou meu ataque me esbofetando no rosto, de uma maneira simples e direta, como uma mãe batendo em um filho. Eu caí para o lado com o braço estendido, ainda segurando a minha arma.  Levantei-me com um salto para trás, e o monstro já estava a minha frente, ela me empurrou para trás com força. Derrubei novamente a minha arma no chão. Aí eu decido contar, e percebo um tanto atrasado que havia uma Dracaenae faltando, e com faltando eu quero predestinada a me matar.
Senti mãos mãos em volta dos meus ombros, só então percebo que a outra Dracaenae estava atrás de mim me segurando. Instrutores olharam da arquibancada com mais atenção, prontos para interceptar caso preciso. Recebi dois socos no estômago, então cuspi na cara da reptiliana, que pelo visto não gostou muito, então me socou com mais força, no queixo. Senti o gosto metálico de sangue na minha boca. Eu me debati, até conseguir soltar uma das minhas mãos e recuperar a espada no chão, virei-me novamente para a besta da qual me prendia, e cortei ambas as pernas em um único movimento rápido, e depois cortei-a ao meio.
Virei para o outro monstro, desviando de um de seus socos, e a derrubando com uma rasteira, enfiei a espada no abdômen da criatura, deixando-a para morrer, desenterrei a espada, e observei enquanto as  bestas deixavam o mundo dos vivos.
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Re: Arena para Combate contra Monstros

Mensagem por Psiquê em Ter Set 29, 2015 7:23 pm

Dominic Gauterrier
Ok, vamos lá...
Você escreve bem, percebi poucos erros, dentre os quais estava a omissão de uma palavra, mas isso pode ser resolvido com uma revisão antes de postar.
O principal defeito de seu texto, contudo, foi o seguinte: Acredito que poderia ter desenvolvido melhor. Não estou pedindo que faça um treino exorbitante, mas poderia detalhar mais e adicionar alguns pensamentos e coisas do tipo.
Outra coisa... Mesmo o personagem tendo sofrido bastante antes, pareceu-me um pouco incoerente que você simplesmente se libertasse, cortasse uma ao meio e derrubasse outra.
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Re: Arena para Combate contra Monstros

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