Arena para Combate contra Monstros

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Arena para Combate contra Monstros

Mensagem por Big boss em Dom Maio 17, 2015 4:29 pm


Arena para Combate contra Monstros


Tal arena é especializada para o combate contra monstros. Há uma jaula ao fim da arena, onde diversos monstros estão trancafiados. A frente possuí um sátiro chamado Bell, cujo lhe dará as instruções para o combate. Ao lado possuí uma mesa onde diversas armas estão posicionadas para o uso dos semideuses. Os monstros podem ser encontrados no Bestiário.

I. Post's com menos de dez linhas serão desconsiderados.
II. Cuidado com a gramática, pois está valerá boa parte de seus pontos.
III. O máximo de xp's conquistados nessa área é de 200.
IV. É permitido apenas um post em cada uma das arenas por dia.

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Re: Arena para Combate contra Monstros

Mensagem por Scarlet Mason em Qua Maio 27, 2015 6:32 pm

  Sempre adorei tempos chuvosos. Eram a melhor coisa do mundo para uma garota que não se importava em fazer o cabelo toda semana e gostava de sentir as gotas de chuva descerem pelo seu rosto como o beijo de um alguém que nunca chegara a conhecer. Era o clima perfeito para enfiar-se debaixo das cobertas e ler O Jogo do Anjo até pegar no sono; tinha a aura de paz que fazia com que o mundo pedisse trégua e os problemas da vida esperassem até o sol voltar. Estava exatamente assim o tempo lá fora; o céu carregado de nuvens cinzentas parecia lançar um manto sobre todo o acampamento, envolvendo-nos com os seus braços nebulosos. Nada parecia se mover; até mesmo o relógio de coruja ao lado da minha cama parecia tiquetaquear mais lentamente.
  No entanto, apesar de toda essa calmaria, minha mente de Filha de Atena trabalhava incessantemente. Havia um zumbido no fundo da minha cabeça que dizia algo estar errado. Não conseguia me concentrar nos meus livros, muito menos no projeto de celular à prova de monstros que iniciara havia um mês e até agora não dera resultados satisfatórios. Sentia um tipo de eletricidade que arrepiava os cabelos da minha nuca e me fazia pensar que um monstro apareceria a qualquer momento.
 Por estar tão agitada optei por sair do chalé e dar uma volta no Acampamento. Poucos campistas andavam de um lado para o outro abrigando-se nos seus chalés, fugindo do mau tempo incomum. De fato era de se estranhar que as barreiras mágicas do acampamento tivessem permitido que nuvens carregadas adentrassem as fronteiras, mas foi o que passou. E ninguém parecia estar gostando disso.
 Perdida em pensamentos, meus pés acabaram por me levar à Arena. Estava completamente vazia, nem Bell estava lá (quem seria louco de treinar na chuva?), e as armas abandonadas no chão de terra batida pareciam os objetos de uma peça que nunca tivera o seu desfecho dramatizado. Caminhei entre escudos e espadas, absorta pelo sentimento de solidão que aquela imagem me trazia. Eu podia me imaginar como uma daquelas lanças- fina, lisa e totalmente esquecida. Inútil. Só.
 Um brilho prateado do outro lado da Arena me chamou a atenção. Não parecia ter vindo de lugar algum e sumira tão rápido quando aparecera. Por impulso peguei uma das espadas amontoadas no chão e um escudo que estava ao seu lado. Pé ante pé, fui me aproximando do local onde vira aquele fulgurar prateado. Não precisei me adiantar muito; ainda no meio do caminho percebi uma pequena figura se destacar das sombras que as colunas da Arena lançavam ao seu redor.
 Era uma garota pálida e esquálida duas cabeças mais baixa que eu. Mesmo à distância pude perceber que seus olhos eram muito azuis, quase brancos, contrastando com os cabelos pretos lisos que emolduravam o seu rosto fino. Era linda e não parecia ser muito mais nova que eu; dois anos de diferença, talvez. Imaginei que a luz prateada que vira antes pudesse ter sido o reflexo do seu vestido à luz fraca emitida pelo sol. Não parecia uma inimiga em potencial, mas mantive a mão firme na espada. Nunca se sabe. Garotinhas magricelas indefesas podem ser apenas disfarce para uma empousa venenosa mutante de três cabeças.
Sendo assim, não era de se admirar que eu estivesse uma pilha de nervos quando aquela garota deu dois passos na minha direção e sussurrou:
 - Scarlet Mason?- Sua voz era doce e ecoou por todo o lugar, reverberando nas paredes de pedra e me lançando um arrepio espinha abaixo- Eu estava esperando por você. Por muito tempo. Finalmente... Você chegou.
 Meu primeiro impulso foi perguntar do que ela estava falando, mas hesitei. Aquela garota fez com que algo dentro de mim se revirasse e viesse à tona. Mantive o escudo à minha frente, mas não fui capaz de fazer mais nada. Ela se aproximou mais um passo. Estávamos frente e frente agora. Podia sentir o frio glacial que emanava dela. Observava-me com seus olhos de safira resplandecentes, tão enigmáticos quanto os seus pensamentos. Estendeu a mão e acariciou o meu rosto, deixando um fio de prata por onde tocava. Apesar do frio, seu toque me parecia morno, como o acalentar de uma mãe ao fazer o seu primogênito dormir.
 “Toda gente fala de neve com doze metros de profundidade, e do modo como o vento de gelo chega do norte uivando, mas o verdadeiro inimigo é o frio. Aproxima-se em silêncio, mais furtivo do que o Will. A princípio, estremece-se e os dentes batem, e bate-se os pés no chão e sonha-se com vinho aquecido e boas e quentes fogueiras. Ele queima, ah, como queima. Nada queima como o frio. Mas só durante algum tempo. Então penetra no corpo e começa a enchê-lo, e passado algum tempo já não se tem força suficiente para combatê-lo. É mais fácil limitarmo-nos a nos sentar ou a adormecer. Dizem que não se sente dor alguma perto do fim. Primeiro, fica-se fraco e sonolento, e tudo começa a se desvanecer, e depois é como afundar pacificamente num mar de leite morno”.*
 Antes que tivesse tempo de reagir ao que acabara de perceber, a garota me puxou para um beijo. Passou os braços pelo meu pescoço e beijou-me como se soubesse que aqueles eram os nossos últimos segundos de vida. Amassou-se contra o escudo e amarrotou a minha camiseta, tentando ter-me mais para perto de si. Sua aura congelante expandia-se, transformando tudo ao nosso redor em lascas geladas de frio cortante.
 Meus impulsos foram mais rápidos que eu. Assim que percebi o que acontecia girei a espada para cima e cravei-a em um ponto abaixo das costelas da menina. Doeu em mim, e ambas gritamos de desespero. Afastamo-nos depressa, as duas levando a mão ao ponto do ferimento. Mas apenas ela sangrava. A minha dor era apenas um reflexo do que ela sentira. Cambaleou para perto de mim, moribunda, e jogou-se aos meus pés pedindo com palavras em falso que a ajudasse. Eu queria ajudar. Mas percebera enquanto nossos corpos estavam unidos que a sua presença significaria a minha morte. Minha fria, cruel e lenta morte.
 Ajoelhei-me ao seu lado lendo na aflição de seus olhos que ambas sabíamos que aqueles eram os seus últimos segundos de vida. Gaguejou:
 - Lu... Luna. Não se esqueça. Não se esqueça...
 E fechou os olhos. Seu peito ainda subia e descia fracamente, em um desespero tímido de se agarrar à vida. Fiz o que me pareceu mais justo. Peguei a mão de Luna e desejei que fosse bem recebida no Mundo dos Mortos. Cravei a espada no seu coração. Um último grito de agonia e os lábios de Luna se calaram para sempre.
 Levantei-me. Já anoitecia lá fora. A chuva parara.


* Fragmento extraído de A Guerra dos Tronos- As Crônicas de Gelo e Fogo, de George R. R. Martin.



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Re: Arena para Combate contra Monstros

Mensagem por Convidado em Qui Maio 28, 2015 3:48 pm



AVALIAÇÃO
Scarlet, seu treino foi muito bem escrito, sem erros de português graves e percebíveis. Mas mesmo com a boa escrita ele ficou confuso. Não houve uma luta direta, apenas um ataque simples, sem muita definição do monstro que estaria lutando com você. A maioria dos monstros ali são mortais, não morreriam sem lutar para tirar sua vida. Gostei da citação no texto, ficou bem localizada e de acordo com a situação.

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Re: Arena para Combate contra Monstros

Mensagem por Ex-staff563 em Qui Maio 28, 2015 4:51 pm


Atualizado.



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Re: Arena para Combate contra Monstros

Mensagem por Scarlet Mason em Qui Maio 28, 2015 10:54 pm

Mais um belo dia no Acampamento Meio-Sangue. O sol estava a pino naquela tarde morna, e eu sentia que nada no mundo poderia ser melhor do que estar ali.
Pensamento infeliz, aquele. É claro que havia um lugar pelo qual eu trocaria tudo... Mas resolvi não pensar naquilo. Me remoer em lembranças e mágoas não me ajudaria em nada.
Segui para a Arena, procurando alguma coisa que me tirasse daquela morbidez colossal. Eu trajava uma camiseta laranja, aos estilo dos Campistas, e jeans surrados. O meu escudo estava no meu braço esquerdo, e a espada, embainhada. Finalmente, um colar com pingente de coruja pendia, brilhante, no meu colo alvíssimo, fazendo par com Nyc, que espreitava empoleirada em uma coluna de mármore, observando tudo com seus olhos cortantes.
Abdicara do Arco e Flecha aquele dia para treinar um pouco do combate corporal.
Chegando na Arena, deparei-me com uma cena intrigante: um cão infernal sedento de sangue com os olhos cravados em mim.
Analisei o campo de batalha. O chão de pedra e terra batida não seria um problema. O céu aberto acima não tinha nuvens, então imaginava que uma chuva não poderia me atrapalhar.
Cravei os olhos no meu oponente, ainda sem atacar, mas pronta para me defender de qualquer investida da melhor forma possível. Não demorou muito.
O Cão partiu pra cima de mim. Mantive-me posicionada, e fiz uso da minha espada para fazer um violento corte no seu rosto. Ele caiu para o lado, alguns metros longe. Não ficou assim por muito tempo; logo levantou-se novamente, rosnando para mim. Num salto, vinha novamente na minha direção.
Esperei que ele viesse até mim. Fiquei em posição até o último segundo, quando esquivei para a direita e botei a espada em meu lugar, a fim de que ela fizesse um longo e profundo rasgo nos flancos do Monstro.
O Cão recebeu o ataque com toda a força. Ele caiu para a esquerda, e finalizei-o com uma espada encravada na sua cabeça. O monstro explodiu em pó dourado, confirmando mais um vitória.



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Re: Arena para Combate contra Monstros

Mensagem por Ex-staff006 em Sex Maio 29, 2015 12:15 pm

Olá de novo, Scarlet. Você narra bem, mas seu combate ainda deixa a desejar. Afinal, uma campista do seu nível não derrotaria um cão infernal tão fácil assim, e muito menos sem levar um arranhão. Continue treinando, você consegue!

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Re: Arena para Combate contra Monstros

Mensagem por Mackenzie A. Hawkins em Sex Maio 29, 2015 4:08 pm

Oh, Damn

Mackenzie chegou na tão temida arena. Ela nunca enfrentara um monstro sozinha, sempre em treinos em grupos ou em exercícios de sobrevivência. A garota nunca havia corrido o risco de ser esmagada, cortada ao meio ou ter seu rosto completamente desfigurado. Mas em algum momento ela teria que fazer isto, certo? Ela era uma semideusa e teria que arcar com as responsabilidades de uma. Não podia se esconder em seu chalé e treinar apenas com bonecos de palha, precisava estar realmente preparada para caso fosse chamada para uma missão – pelo menos se quisesse voltar.
Adentrou ao local com as mãos tremendo. Suas duas novas adagas estavam presas ao cinto, seu arco em mãos e a aljava cheia de flechas venenosas jogada pelas costas. Pode parecer demais quando pretendia lutar com algo de nível fácil, mas ela não queria correr o risco de ser destruída.
Com um sorriso forçado no rosto ela se aproximou do sátiro. Ele pareceu feliz em vê-la, mesmo que nunca tenham mantido mais de cinco minutos de diálogo. Enquanto amarrava seu cabelo ela passava o bestiário por sua mente. O que poderia enfrentar? Deveria ser algo não mortal e ao mesmo tempo desafiador.
- Bell, querido – ela suspirou, indo para o centro da arena, esperando que o sátiro a seguisse. – Pode liberar o Leucrotta para mim?
Ele deu de ombros e foi até as jaulas, abrindo uma delas e saindo correndo em seguida. “Realmente reconfortante” ela pensou enquanto encarava a jaula escura e quieta. Seu corpo inteiro se arrepiou como escutou a criatura rosnar, saindo lentamente de onde antes estava presa.
Mackenzie posicionou seu arco diretamente entre os olhos de hiena, tentando não se distrair com a forma do híbrido. Era curioso como esta mistura havia pavorosamente funcionado. O animal mostrou suas presas, o que fez o sangue da filha de Afrodite gelar. Aquilo ficava cada vez mais difícil de enfrentar, mesmo que a luta ainda nem tivesse começado.
Com a mão tensa, um tanto trêmula, a flecha foi solta do arco, indo na direção do animal. A criatura que antes não parecia irritada com certeza ficou a ter uma flecha introduzida em sua lombar.
O Leucrotta começou a andar lentamente na direção da garota, mostrando suas garras e presas, parecendo pronto para devorá-la na primeira oportunidade. Ela, com outra flecha apontada corretamente para o centro da cabeça do animal, tentava se mostrar forte e confiante.
- Vem com tudo, gatinho. – Sua voz saiu um tanto baixa, mas foi o suficiente para a criatura começar a correr até ela. – Merda.
Soltou mais uma flecha, a qual acertou o pescoço de seu alvo. Jogou o arco para o lado e tirou a aljava das costas no tempo certo para pegar suas adagas, uma em cada mão, antes do híbrido se jogar sobre ela. Com um golpe de puro instinto, ela rasgou superficialmente todo o comprimento inferior do animal, deixando um corte desde pouco depois de seu pescoço até o meio de suas patas traseiras. Como resultado, as garras do animal fincaram em suas costas, causando vários cortes com certeza mais profundos do que ela havia causado. Um grito de agonia saiu de seus lábios.
A garota desejava parar, desistir, mas sabia que se fizesse isso sua honra seria quebrada e o monstro provavelmente a mataria antes de Bell conseguir controla-lo. Ele não era um dos sátiros mais corajosos do mundo, como já fora percebido.
Com lágrimas correndo pelo seu rosto, ela permaneceu em pé. Se virou para o animal, desejando mata-lo mais do que qualquer outra coisa. Correu na direção dele enquanto ele corria em sua direção. No momento em que o animal pulou em direção ao seu pescoço, ela se jogou no chão, introduzindo cada uma de suas adagas em um lado do pescoço. Um grunhido foi ouvido e uma quantidade de pó dourado foi despejado sobre a garota antes de desaparecer.
Mackenzie abriu um sorriso ao perceber que havia vencido. Tentou se levantar, mas assim que esticou seu corpo sua visão começou a ficar um tanto embaçada.
- Bell...- sussurrou sem forças.
Ela estava perdendo muito sangue. Seu corpo não aguentava, caindo ao chão e deixando a garota desacordada. Ao menos estava viva.




/partition/

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Re: Arena para Combate contra Monstros

Mensagem por Ex-staff006 em Sex Maio 29, 2015 4:50 pm

Que ótimo treino, Mackenzie! Conseguiu me prender do início ao fim, e quando terminei de ler, fiquei encarando a tela do computador, esperando por mais. Continue assim e você vai longe!

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Re: Arena para Combate contra Monstros

Mensagem por Finn Lazulli em Ter Jun 02, 2015 12:35 pm


O dia passava tranquilamente, tudo era muito rotineiro no acampamento meio sangue, pelo menos era o que a prole de Niké achava... Até mesmo as missões a maioria era para refazer contos que outros semideuses históricos fez, ele estava um pouco enjoado disto, mas era melhor do que ficar parado. Todos os dias desde sua chegada a uma semana Finn treinou, com machados e lanças na Arena de combate a curta distância, estava cansado disto, mas as outras duas arenas parecia impossível, um necessitava uma arma de longo alcance ou que lance projeteis como arco e flecha ou bestas e outras era contra monstro com alto risco de morte, mesmo que o menino magricela já tinha vencido de um, não quer dizer que poderia vencer de outro.

Mesmo assim o tédio constante o irritava, então pegou suas armas, seu canivete magico que botou em seu bolso e sua clássica lança de bronze celestial. Em vez de ir andando como o de costume decidiu ir voando, pois era mais veloz assim, enfim depois de alguns minutos chegou ao seu destino, um local meio fechado e escuro, dava para perceber jaulas no fundo, Finn não sabia direito como aquilo funcionava então percebeu um sátiro.

- Olá!

- Olá! Semideus, bela asas em! Então creio que veio batalhar contra um monstro, explicarei como funciona.  Poderá lutar com os monstros que quiserem dentro daquela jaula, quando escolher soltaremos o monstro, bom o resto você sabe!

Finn visualizou suas opções, todos pareciam assustadores então achou que alguém mais “humano” seria melhor, apontou com o dedo para a jaula de um Cinocéfalo.

- Aquele.

- Boa sorte.

A jaula se abriu um ser metade humano, metade cachorro saiu, tinha a cabeça, garras e uma costa cheia de pelos grisalhos e o resto do corpo como um ser humano, Finn perguntou se ele podia falar, mas não quis começar uma conversa durante a batalha...

- Olá semideus... IHhaiehaie, se acha esperto e valente posso ver em seu olhar, mas sei que tem medo, medo de mim.

Parecia que o monstro queria atacar o menino psicologicamente e mesmo que não parecesse isso afetava a prole de niké, afinal Finn era muito medroso, mas ele estava aprendendo a deixar seus instintos de guerra falar por ele, respirou fundo e avançou encima do monstro, com sua lança queria penetra-lo ao meio e com um rápido golpe tentou, entanto o monstro se defendeu esquivando rapidamente.

- Você acha certo nos aprisionar?! Nós também temos sentimentos, somo consciente, não escravos!

- Se você fosse pacífico não haveria sido trancafiado!

- Ah cale a boca, você nunca ouviu falar de cadeia alimentar?! Aliais vocês filho de deuses idiotas também não são nada pacífico resumindo falsos moralistas.

O Monstro correu como um animal para cima de Finn, imediatamente derrubou o garoto que só conseguia bota a lança como uma espécie de escudo acima do peito do monstro para o mesmo não estraçalhar a cabeça do menino, mesmo assim era arranhado por longas e afiadas garras que o faziam sangrar. Empurrou o monstro e começou a flutuar com suas asas, jogou sua lança no chão e tirou o canivete no bolso.

- Vai fugir passarinho?

Subiu uns cinco metros e então avançou com um feixe de luz, sua velocidade nunca antes adquirida era admirável, mas o monstro não levava a sério afinal o que ele podia fazer com um canivete?! Quando Finn já estava próximo o suficiente seu canivete virou um machado, o cinocéfalo tentou desviar, entanto sua mão acabou sendo cortada.

- Eu acho que esse passarinho aqui é um gavião.

- Maldito.

A lâmina do machado era feita de bronze celestial um material considerado mortal a monstros e semideuses, então o monstro já não tinha toda sua força, mas aquilo não foi o bastante para transforma-lo em pó. Ele logo correu em direção ao semideus novamente, entanto focou na arma, mordeu seu cabo e arremessou a distância.

- D-droga.

-Quero ver o que faz sem seus brinquedos.

Deu uma mordida na perna do menino, seus dentes penetravam a pele e o sangue saia rapidamente,  Finn começou a bater suas asas rapidamente disparando plumas como dados no cinocéfalo que se distanciou, mancando Finn foi ao combate, ambos se agarravam o filho de Niké era mais atingidos pelas garras, mas naquela momento ele estava pouco ligando e então acertava um gancho com sua força focalizada no punho fizeste o monstro voar e se distanciando alguns metros, pegou seu machado e aproximou-se do monstro, ele estava no chão ainda abatido.

- Game Over.

Levantou seu machado, seus cabelos ficavam dourados e uma coroa aparecia em sua cabeça, varias plumas saiam de suas asas e algumas feridas de arranhões cicatrizavam rapidamente, por fim Finn descia com força e rapidez a arma acertando a cabeça do monstro o transformando em pó, sentou e cuspiu um pouco de sangue.

- Acho que preciso ir a enfermaria.

Armas
Lança de Bronze Celestial
Machado de guerra: Composto por bronze celestial e um cabo revestido a couro. Ao desejo do dono, libera choques elétricos que duplicam a chance de golpes ao adversário. Quando não está em uso, torna-se um canivete.
Poderes passivos
Perícia com Lanças: Os vitoriosos poderão equipar qualquer tipo de lança com maestria.
Coroa de Louros: Sempre que você estiver perdendo uma batalha uma coroa de louros, simbolo da sua mãe, aparecerá em sua cabeça recuperando metade do seu hp máximo e energia.
Alados: Por Nike ser uma deusa alada os seus filhos também serão, Você pode esconder as asas, deixando as mesmas presas em suas costas como se fossem tatuagens.
Velocidade I: Você agora pode correr tão rápido quanto um filho de Hermes
Poderes Ativos
Valsa das Plumas: Uma quantidade de plumas será expelida das suas asas e lançadas contra o seu oponente como se fossem dardos.
Ataque Rápido: Você avançará tão rápido contra o inimigo que difícilmente será visto, acertando e arremessando o alvo para trás.
Soco Focalizado: Uma pequena quantidade de energia envolve o seu punho dobrando a força do seu soco.
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Re: Arena para Combate contra Monstros

Mensagem por Ártemis em Ter Jun 02, 2015 12:51 pm


Avaliação


Seu treino está bom, entretanto eu notei alguns erros de ortografia e mudanças no tempo verbal. Tente revirar o seu texto antes de posta-lo, e certamente alcançará seus objetivos textuais.

Ganhos: 150xp's
-10 de HP, -10 de MP


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Re: Arena para Combate contra Monstros

Mensagem por Angell Antonyelle Jons em Qua Jun 03, 2015 7:52 pm



O silencio banhava cada um dos centímetros do chalé dos filhos de Hipnos, a escuridão o acompanhava, criando o clima perfeito para que os semideuses caíssem em sono profundo, e suas mentes fossem invadidas pelos sonhos produzidos por seu irmão divino, Morpheus.
O lençol de tom branco cobria quase totalmente o corpo da moça, deixando apenas suas pernas livres. O braço direito mantinha-se como apoio debaixo do travesseiro. Os fios negros que viviam sempre presos agora caiam de forma bagunçada sobre o colchão. Um leve e pequeno sorriso fazia-se presentes na boca rosada da garota, o sonho devia ser realmente bom.
Porém repentinamente a expressão mudou, o sorriso abandonou a face, os lábios entre abertos pareciam querer deixar livre um grito espantoso, mas que simplesmente não saia. Os olhos apertados, as unhas mais do que imediatamente cravaram-se no colchão, a força usada era visível. Em poucos segundos o corpo estava contorcendo-se, movia-se de forma estranha, suor começava a escorrer pela testa, e no fim Jons levantou-se apressada e completamente assustada.
A respiração estava visivelmente descontrolada, o peito subia e descia com rapidez, os fios de cabelo caiam sobre o rosto, enquanto ambas mãos apoiavam-se na cama. O controle aos poucos fora devolvido para semideusa, mas as imagens da tortura em seu sonho permaneciam a dançar no subconsciente da moça.
Os olhos estavam fixos na parede, sem emoção alguma, com o brilho perdido em algum lugar qualquer. As mãos foram para os olhos, fechadas esfregaram levemente sobre os mesmos. Um longo suspiro escapou pelos lábios da meio-sangue, puxou uma respiração profunda enquanto a cabeça tombava para o lado direito.
Não demorou muito para que o par de adagas fosse notado. Uma ideia louca surgiu na mente da filha do sono, ela sorriu e ficou em pé, apanhou suas armas e ainda descalça partiu em direção à porta do seu mais novo lar.

×××

Desde quando apenas treinava em meio à área de colheita de Esparta, Angelline passava as noites acordada esforçando-se e levando seu corpo ao máximo. Talvez fosse pelo parentesco com Nyx, a soberana noturna, ou apenas algum distúrbio de sono.
Tal pensamento arrancou uma pequena risada da jovem, logo em seguida as pupilas arregalaram-se, lembrou-se que deveria manter-se silenciosa, as Harpias ainda cuidavam da vigilância noturna do acampamento meio sangue.
A cria do sono respirou fundo fechando os olhos, tombou a cabeça para trás, deixando que ela se chocasse com a madeira de um dos últimos chalés. Ambas adagas foram presas na cinta liga, não dava para mantê-las em mão todo o tempo. Após receber as armas a menina conseguiu encontrar um par de bainhas, e não hesitou em prendê-las em seu acessório de perna.
Os passos ficaram cada vez mais rápidos, a brisa gelada da madrugada brincava com o corpo da garota enquanto ela tentava manter-se longe da vista dos monstros. Não demorou muito para que Jons parasse diante da orla da floresta. Seus olhos varreram as arvores, a escuridão as cobria, deixando o ambiente um tanto mais interessante.
A nevoa que tratava de cobrir o chão dificultava para que a filha de Hipnos soubesse o que estaria a sua frente. Com passos lentos e a atenção quase triplicada a campista seguiu adentrando a floresta. Seus olhos passeavam por cada um dos cantos, os indicadores começaram a se chocar, um ato simples de nervosismo da menina.
O som de galhos secos sendo quebrados despertou toda e completa atenção de Angell, os dedos foram diretamente para o punhal de suas armas, estes se envolveram nela e as sacou rapidamente. — Quem esta ai?— A pergunta era idiota, muito idiota, mas naquele instante o subconsciente da semideusa apenas trabalhava em ataques e defesas.
O barulho apenas intensificou-se, a campista movia-se de um lado para o outro buscando a fonte de tal ruído, mas encontra-lo estava mostrando ser uma tarefa quase impossível. Jons engoliu em seco e não pensou duas vezes quando começou a correr. Fugindo? Não. Mas precisava encontrar um lugar aberto, onde pudesse ter visão dos quatro cantos, evitando um ataque surpresa.
As folhas secas eram amassadas conforme a menina tentava a todo o custo dobrar sua velocidade. As laminas das adagas encontravam-se rentes ao pulso dela, o corpo estava curvado para frente, os fios longos de cabelo bailavam com o vento que os envolvia, porém a sensação era quase completamente ignorada.
Vez ou outra os olhos da moça percorriam as laterais, buscando pelo seu possível oponente. Apenas o vulto era avistado, uma forma estranha o suficiente para fazer com que a filha do sono levasse seu corpo ao quase limite extremo, ainda tentando chegar a uma velocidade maior.
A atenção da menina desviou-se para um tronco mais a frente, um obstáculo completo. Jons puxou uma intensa respiração, no momento em que começou a se preparar para saltar sentiu algo se chocar contra suas costelas. A dor lhe invadiu completamente, o ar lhe faltou aos poucos até que as costas se chocaram contra o chão.
O pulso esquerdo sofreu uma pequena perfuração, um gemido agoniado escapou pelos lábios da semideusa enquanto seus olhos foram diretamente para o ponto em que havia sangue escorrendo. Angelline apertou os olhos, mas no momento seguinte fora obrigada a abri-los quando o som do rosnado soou.
Quando o corpo sofreu impacto contra o chão a menina acabou soltando uma das adagas, enquanto a outra lhe feriu. Os olhos da jovem foram diretamente para o ser negro que caminhava silenciosamente em sua direção, a mão direita tateou pelo chão até encontrar o punhal da adaga. Os dedos envolveram-se ali e mais que rapidamente Angell levantou-se.
Dizem que quando está frente a frente com uma fera não se deve fazer nenhum tipo de movimento brusco, mas quem iria ensinar isto para a filha de Hipnos, quando até então ela acreditava que não se depararia com um monstro?
Alguns passos lentos faziam com que a semideusa recuasse, enquanto seu oponente avançava. A morena parou quando sentiu uma pequena dor aguda em sua coluna, havia batido contra o tronco de uma das árvores.
Quando estão apavoradas as pessoas tem a tendência de paralisar, deixar de raciocinar. As armas estavam sendo seguradas com força enquanto os olhos da garota acompanhavam os movimentos do cão negro. As adagas giraram levemente entre os dedos, enquanto seu pensamento voava em meio a todas as técnicas de combate que aprendera.
Jons simplesmente fechou os olhos, talvez pareça que ela estava aguardando a morte, mas ao contrario disto, ela estava acalmando-se. Em Esparta ensinam que deixar os sentimentos dominarem em meio a uma guerra não é algo inteligente, o melhor é manter a calma e ignorar aquilo que sente.
O peito da jovem subia e descia lentamente enquanto acalmava-se. Todos os sentidos apurados ao máximo que conseguia lembrando-se do que treinara. O rosnado tornou-se mais alto, quando sentiu o ar sendo cortado moveu todo seu corpo para o lado esquerdo, girou em seu eixo e cruzou ambos os braços, causando um corte em formato de x na pata de seu oponente.
O cão rosnou alto quando o ardor tomou conta da pata direita. Mesmo com sangue escorrendo pelo ferimento ele não deixou de atacar a menina, jogou seu enorme braço na direção do estomago dela, Angelline usou de sua flexibilidade para dar um salto para trás, porém o ser fora ainda mais rápido. Assim que o corpo da moça alcançou o ar ele sofreu um impacto um pouco acima da barriga, mandando-a de volta para o chão.
A cria do sono soltou um gemido longo, as costas mais uma vez estava sendo ferida em um curto período de tempo. A dor parecia ficar mais intensa conforme o tempo passava, a menina fechou os olhos com força, um semi grito mesclado com mais um gemido escapou pelos lábios da jovem assim que ela sentiu o peso do monstro sobre seu corpo.
As patas dianteiras pressionando a terra úmida abaixo das folhas impediam que movimentos perfeitos pudessem ser realizados. Angell tentou mover o braço direto, conseguiu por breves momentos, mas o suficiente para que a mão se elevasse e a lamina de sua arma fosse diretamente cravar-se contra a barriga da fera.
O monstro urrou mais uma vez, sangue agora espirrava na blusa bege da menina, deixando uma mancha que provavelmente não sairia. Enquanto rosnava o ser ficou sobre as pernas traseiras, Jons viu a oportunidade de acabar com tudo ali naquele momento. A menina flexionou os joelhos, estava pronta para chutar o cão pronto para longe, mas não houve tempo, o ser abaixou e desferiu um arranhão contra a face da semideusa.
A ardência fora intensa, os lábios da moça entreabriram-se no mesmo instante, lagrimas brotaram e Angelline não fora capaz de conte-las. As gotas escorreram lentamente pelas bochechas sujas da moça, aquecendo estas que estavam úmidas.
Um tanto hesitante a jovem moveu o braço direito mais uma vez, deixou que a lamina de sua adaga voltasse a penetrar o ferimento que a pouco fizera na barriga do oponente. Ao invés de apenas cravar a arma ali, a moça puxou esta, causando um corte longo.
As adagas foram soltas rapidamente, ambas as mãos de Jons pousaram no pescoço do monstro, impondo toda a sua força a menina empurrou o cão negro para o lado, fazendo com que o mesmo caísse sobre uma das pequenas armas. Rapidamente Angell apanhou a única que sobrara e cravou esta no pescoço de seu oponente, o rasgando com força, até que este estivesse quase completamente decapitado.
Houve um instante de silencio, e no outro o ser estava explodindo em pó dourado. Surpresa a jovem filha de Hipnos tombou para trás, caindo sentada em meio as folhas. A respiração da meio sangue estava realmente ofegante, seu peito subia e descia com pressa, buscando cada vez mais ar.
Por fim ela apenas levantou-se, colocou a mão em meio a toda aquela poeira colorida buscando sua outra adaga. Ao encontrava deixou esta junto com a que ainda segurava. Puxou uma respiração profunda e partiu em direção ao seu chalé.






everyone has his secret because I would not have? so please when appearances are just a cover? Look deep into my eyes, you see, it is where my demons hide.
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Re: Arena para Combate contra Monstros

Mensagem por Loreal Montecchio em Qua Jun 03, 2015 10:44 pm



Treino

Meus olhos piscaram rapidamente com a irritação, passei a mãos sobre os mesmo e soltei um suspiro frustrado. Precisava fazer algo, era como se uma corrente elétrica estivesse passando por todo o meu corpo - bem, não era como se eu não fizesse nada, sempre tinha algo para fazer, mas aquilo estava me deixando ansiosa por algo que nem sequer sabia -. Me levantei em um pulo dos degraus no qual estava sentada, meus cabelos caíam pelo o rosto, em um suspiro longo tirei os cabelos da cara embalançando e comecei a pular em círculos, talvez mas um pouco e eu virasse macumbeira - ou poderia chamar algum filho de Hécate para fazer isso comigo...é, melhor eu parar com esse pensamento, porque do jeito que os deuses são bons para entrar na privacidade dos outros, não duvido nada -. Assim que eu parei de pular, percebi que eu estava com os braços para cima e alguns campistas me olhavam como se eu estivesse possuída, talvez aqueles cochichos deviam ser porque estavam perguntando aonde estava à cruz. "OPA, eles que venham com uma cruz para cima de mim, vão ver aonde ela irá parar." pensei jogando os cabelos para atrás, respirei fundo e dei meu melhor aceno para eles "Aproveitem, não é todo dia que irão ver uma diva fazendo isso" brinquei dessa vez me virando e começando à andar dando risada comigo mesma.

Olhei para o céu como se esperasse um sinal - que sinal é esse, é uma boa pergunta -. Abaixei meus olhos para minha espada já sabendo o que iria fazer, antes que começasse a reclamar e a organizar tudo que estivesse desorganizado ou milimetricamente fora do lugar, ou seja, um monte de coisa, mesmo que eu tivesse feito isso ontem, mas os campistas daqui tem um senso horrível quando se diz colocar no lugar certo MILIMETRICAMENTE.

C'est pour la petite bourgeoisie qui boit du champagne — cantarolei no ritmo que em poucos segundos me desejei está no chalé pulando de um canto ao outro enquanto cantava, mas estava na arena, Arena para Combate contra Monstros — C'est pour tous les quotas Francais que j'parle plus anglais, i'm not crazy, I'm just fond of you — voltei à cantar no ritmo, quase dando pulinhos.

J'aimerai boire, un verre, de boisson, de champagne —  pulei quase a música toda. Estava com um enorme sorriso no rosto que logo se desfez ao ver o rosto do sátiro, o Bell —  Bell, Bell, Bell, você sabe o que eu vim fazer aqui, não sabe, Bell? —  Ele apenas se limitou a confirmar com a cabeça fazendo com que eu fizesse uma careta por tamanha falta de animação, ou era isso que eu achava. Seguir para o centro da arena enquanto apertava mais o rabo de cavalo, mas apertado impossível - ainda mas quando eu tinha tranças que não deixavam que o cabelo atrapalhasse muito -.

Meu olhar se recaiu para as jaulas, uma cara de nojo se formou. Eu queria sair em missões, não iria adiantar UM fio do meu precioso cabelo se eu não treinasse verdadeiramente. Minha mão passou ela a cicatriz perto da boca - ganhada quando enfrentei a empousa quando vinha ao CHB pela a primeira vez -, não queria cometer os mesmos erros. Prontamente voltei ao meu real estado: Animada, confiante meio que relutante. Afinal, era um monstro, SOS.

Bell Bell —  falei sustentando o escudo — Eu quero aquele lobo solitário ali, quer dizer, eu e minha Kataigída —  proferi.

Antes dele abrir a jaula - ou qualquer coisa parecida que fosse para soltar o monstro - ele deu as instruções. "Bell Bell, um amor de sátiro. Acho que perturbei ele um pouquinho alguns dias atrás" meus pensamentos soaram enquanto eu soltava um risinho "Só espero que ele não abra a jaula errada só para sacanear com a amiga aqui."

Pisquei uma vez, nada, pisquei outra vez, nada também, pisquei pela a terceira vez e me deparei com a jaula aberta. Paralisei no lugar passando a língua nos lábios para umedecê-los. Nem sequer um boa sorte, gente, que amigável esse sátiro, MUITO amigável. Girei minha espada estreitando momentaneamente meus olhos, que se encontrava em uma mistura alucinante de um azul eletrizante, e soltando o ar vagarosamente.

A jaula carregava um ar estranho, até mesmo pesado - também pudera -, além de parecer escura, mesmo sendo apenas de tardezinha. Aquilo me deixava um pouco perturbada mas ao mesmo tempo mais atenta que outrora, ajudava ter uma visão boa. Apertei minha mão envolta da espada. Pensei que havia sido um vulto negro saindo da jaula, mas não era APENAS um vulto negro e sim o lobo, que logo gigante devo completar.

Nesses poucos segundos que tive para assimilar que ele vinha para cima de mim, sua estrutura bem maior que o de um lobo maior, presas cumpridas e afiadas de fora, garras obviamente afiadas, além dos olhos vermelhos e vermelhos que me olhavam com extrema raiva e como se eu tivesse uma placa enorme em cima da minha cabeça: Baby, um pedaço de carne, macio e ainda com o tempero de ser uma semideusa! Grátis!

E eu era, tecnicamente pensando no assunto sobre carne grátis.

Subi o escudo em uma posição boa, fazendo que o lobo mordesse o mesmo, invés do meu corpo, e caíssemos rolando no chão. Senti o baque do meu corpo, mais o peso do monstro, em cima de mim. Não esperei por outro investida, utilizei minhas pernas para tirá-lo de cima de mim e me levantei com um pulo, girei a espada e posicionei o escudo com um sorriso dedilhado nos lábios.

—  O lobinho não vai querer uma bolinha para brincar? — perguntei com superioridade — Ou rolar e levantar a barriguinha? —  cuspi sendo rápida o bastante para bater com o escudo contra o focinho do mesmo e com a espada, rapidamente, ferir sua barriga fazendo que soltasse para atrás.

Ele mal havia pulado para atrás quando já vinha novamente em minha direção, suas patas pesadas caíram no meus ombros fazendo com que eu novamente caísse, podia sentia o peso como também o bafo daquele monstros em meu rosto, ele abriu a boca revelando dentes afiados e veio em direção ao meu rosto como se o quisesse abocanhar - e fazer um belo de um estrago em meu rosto bonito -. A Kataigída fez um corte em seu focinho fazendo que o mesmo soltasse um uivo e ferisse, com as garras, meus braços.

Sentir uma dor alucinante passar pelo o meu braço esquerdo, o mesmo havia sido abocanhado pelo o lobo, que parecia pronto para puxá-lo para fora, meus olhos cresceram alguns centímetros à mais e involuntariamente uma corrente de energia passou pelo o meu corpo fazendo que o monstro ficasse atordoado. Aproveitando a chances, com a Kataigída cortei de uma vez só a cabeça do monstro que se transformou em pó bem perto de mim.

Bando de purpurinados — resmunguei me levantando com a mão na mordida no braço, que sangrava muito. Meu corpo estava dolorido, cortado e arranhado fazendo com que cada passo meu parecesse um robô tal como eu parecesse, provavelmente, uma pata que acabou de dar à luz a um monte de patinhos. Estreitei meus olhos pensando comigo mesma que começaria a aparecer mais nessa arena como também coçaria à ir até outros monstros —  Oh, merda! Precisarei ir na enfermaria, novamente —  voltei a resmungar.


A caça e o caçador.
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Re: Arena para Combate contra Monstros

Mensagem por Ex-staff563 em Qui Jun 04, 2015 5:47 pm

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Re: Arena para Combate contra Monstros

Mensagem por Abby O. Black em Sex Jun 05, 2015 5:13 pm


so what?
O monstro em sua frente deu dois passos e grunhiu, segurando o bastão em suas mãos com mais força. O ciclope era enorme em comparação a pequena e recém-chegada semideusa, que ainda por cima, segurava apenas uma adaga. Por que tinha aceitado lutar mesmo? Ah, sim. Ethan a obrigara. Está certo.
Espero não ser morta em meu primeiro treino contra monstros sozinha. Seria extremamente humilhante, pensou a Black, segurando o cabo da adaga como se sua vida dependesse disso. Seus dedos já estavam ficando brancos pela força que exercia e sua mão latejaria por minutos se continuasse segurando a adaga desse jeito.
O monstro se aproximou ao mesmo tempo em que Abby tentava manter uma distância segura dele. Ela não se sentia preparada para lutar, quem dirá começar um ataque. Já tinha escutado inúmeras vezes que não deveria iníciar um ataque estando insegura. No momento, a ruiva era a pessoa mais insegura que já pisou por aquela arena.
Imaginou que os semideuses ao seu redor ririam ao vê-la posicionada pateticamente na arena, tentando sobreviver a essa simples luta contra o monstro. Para ela, não havia nada de simples naquilo.
O ciclope - provavelmente entendiado - tentou acertar Abby com o bastão e teria tido sucesso se a garota não fosse ágil e não tivesse girado para o lado por impulso. Aquele simples movimento já tinha a deixado mais... Confiante? É, acho que era isso.
Irritado pelo seu golpe não ter dado certo, o ciclope girou, ainda tentando acertar a semideusa com seu enorme bastão de madeira, errando por pouco. A garota conseguira se posicionar atrás do monstro e ficar a adaga em suas costas, puxando-a de volta quando o mesmo fez menção de se virar.
Ele grunhiu, sua irritação pareceu se elevar uns bons níveis. Isso era bom. Com a irritação e raiva vem a imprudência.
Passando por de baixo dos braços extremamentes grandes do ciclope, Abby ficou de frente para o mesmo, fazendo um corte em seu peito e abaixando-se quando o mesmo tenta passar a arma por sua cabeça.
Nessa altura já era possível ver que o que ele tinha de tamanho, não tinha de inteligência.
Com isso em mente, Abby tomou uma decisão sábia. Investiu contra o monstro.
Por sorte, acertou em cheio o braço que ele segurava o bastão poucos segundos antes de ser acertada pela arma. Devido a dor, o ciclope soltou o bastão, mas empurrou a menina para o chão, fazendo-a cair alguns metros mais distante do local onde estava.
Rindo pela vantagem, o monstro aproximou-se da semideusa, segurando-a pelo calcanhar direito e começando a arrastá-la por alguns centímetros na arena, ignorando os protestos da mesma.
A Black teve um plano quando conseguiu alcançar o bastão do ciclope.
De algum jeito, conseguiu pegar o mesmo e, apesar do peso da arma, desferiu um golpe eficaz no braço do monstro, fazendo com que ele a soltasse e desse o tempo que ela precisava para resgatar a adaga.
Agora, com a adaga, Abby só queria finalizar esse treino rapidamente. Por isso, investiu contra o ciclope e pela segunda vez naquele mesmo dia, fincou a adaga na sua barriga e a puxou de volta rapidamente, batando com o cabo da arma no queixo no ciclope.
Por fim, fincou a adaga no peito dele e fez uma careta ao sentir o pó dourado indo direito para o seu rosto. Graças aos deuses sua boca estava fechada.

   



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Re: Arena para Combate contra Monstros

Mensagem por Ex-staff007 em Sex Jun 05, 2015 8:19 pm

Abby Black

Isso sim é um treino de verdade! Eu realmente gostei muito do seu treino, pois diferentemente da maioria não foi uma coisa monótona e chata, você descreveu com maestria os sentimentos da personagens e por alguns segundos eu me imaginei na situação de Abby. Notei alguns errinhos de digitação, mas nada que não possa ser corrigido, enfim, meus parabéns.

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Re: Arena para Combate contra Monstros

Mensagem por Alexander M. Proudmoore em Sex Jun 26, 2015 11:53 pm

Alex e o Gigante
Havia nada de interessante para ser feito nesse dia, de acordo com Alexander. Nada além de treinar mais uma vez na arena de combate. Escutar o som de espadas, lanças e machados se colidindo, flechas perfurando seus alvos e o rugir dos monstros soltos de suas gaiolas para lutarem com os semideuses. Pensando em tudo isso, Alex já estava chegando na arena, levando com ele somente a sua lança de bronze celestial.
No céu o Sol brilhava, sendo escondido as vezes por algumas nuvens brancas que estavam espalhadas. Não estava quente, mas permanecer parado enquanto recebe a luz de um dia típico de verão não estava na agenda do campista, por isso ele se apressou para o interior do lugar dos treinamentos.
— Vai enfrentar o que, lindinho?
Mesmo sendo tão familiar, a prole de Hécate se assustou ao ouvi-la. Era a Madam Red, mais uma de suas alucinações, a última delas, de acordo com suas memórias, apesar de ter suas dúvidas sobre outras coisas bizarras que já vira, como por exemplo aquele homem que é metade cavalo conhecido como Quíron. Deve ser mais uma loucura minha”, pensou ele.
— Não é da sua conta, Red. — respondeu ríspido para a ruiva.
A mulher trajava um belo vestido vermelho, como se ela fosse uma lady da Europa perdida no tempo, e também espaço, obviamente. Ela também usava luvas brancas, um sapato vermelho escuro que era difícil de perceber por causa da roupa que o cobria e em suas orelhas brincos dourados pequenos. Sua expressão era maliciosa, o que incomodava intensamente aquele que ela seguia.
Adentrando a arena, Alexander pôde ver um jovem da mesma altura que ele tendo dificuldade em enfrentar um lestrigão. Poderia ajuda-lo, mas preferiu somente rir da situação e torcer para o gigante musculoso que com apenas um golpe foi capaz de lançar o semideus para muito longe. Alexander escutou um crack, provavelmente de alguns ossos do garoto. Rapidamente vários semideuses foram ajuda-lo, enquanto a prole de Hécate seguia em direção ao lestrigão enfurecido à solta no centro do lugar.
— Ei! — chamou a atenção da criatura que o encarou com um rosto feio — Quer lutar?
O monstro correu na direção do semideus, seu ódio era muito evidente. Alexander segurava sua lança com as duas mãos e a girava ao redor do próprio corpo, imitando manobras que já vira outros fazerem. Quando o lestrigão aproximou-se o bastante, desferiu um golpe que somente cortara um pouco do braço esquerdo do monstro.
— Ele é bem feio, mas olha o tamanho… — disse Madam Red encantada com o gigante. Ela estava um pouco longe do combate.
A criatura não aguardou o tempo para seu adversário ataca-lo novamente. Ele foi capaz de levar o punho direito ao peito de Alexander, provocando grande dor, porém, ele havia deixado sua lança na direção do monstro, que cravara um ferimento perto do estômago dele, o que evitou dele usar toda sua força naquele golpe. Ambos se afastaram.
“Droga. Quase fui derrotado por um ataque…”, pensou.
Rosnando e gemendo, o lestrigão tentou se aproximar na maior velocidade que seu corpo ferido permitia, o que era bem devagar. Tirando proveito disso, o campista do chalé XVIII girou sua lança e produziu um corte diagonal de cima para baixo no monstro, criando um corte longo da bochecha direita até a coxa esquerda dele. O monstro gritou de dor. Alexander girou o corpo e usou o impulso para perfurar o peito do gigante com sua lança, acertando o coração e dando um fim a ele. Um monte de pó formou-se e um pouco dele sujou o braço de Proudmoore.
— Parabéns! Parabéns. — Madam Red parabenizou enquanto batia palmas.
— Obrigado. — Alexander agradeceu com um sorriso no rosto e depois começou a caminhar lentamente para fora da arena, tentando evitar que alguém percebesse a dor que sentia no peito.

Arma:

προορισμός: Lança simples feita a bronze celestial.
Poder Utilizado:

Level 1: Pericia com Lanças : Todos os filhos de Hécate-Trívia possuem uma destreza descomunal.

Feijão

 
 
 
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Re: Arena para Combate contra Monstros

Mensagem por Ex-staffmoza1 em Sab Jun 27, 2015 12:37 am

Alexander P. Proudmoore
♦ - Gostei do treino, principalmente das descrições, elas foram simples assim como o resto do treino porém tudo foi bem objetivo. A parte do treino em si que acho que poderia ter tido mais detalhes e mais ações (principalmente por parte do Lestrigão).
♦+130 de Experiencia
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Re: Arena para Combate contra Monstros

Mensagem por Mikoshiba Shiori em Sex Jul 17, 2015 1:47 am



Adestramento

If You Want To Be Metal / There Laws You Got Obey / The Laws OF Gods Of Metal / And That's What I Say... HAHAHA!
If You Want To Be Metal / No Avacalhation / Use Black Forever / Go To The Show Of / Massacration
Nos chalés do Acampamento Meio-Sangue, os monitores de cada chalé acordavam seus irmãos para mais um dia cheio de tarefas para cada um naquela manhã. Os filhos de Hefesto, apesar de sempre passarem grande parte da noite conversando sobre ideias do que construir, conselhos de materiais para serem usados e o tão bom cada um é em hackear sistemas, acordavam bem-dispostos, pois poderiam continuar fazendo o que gostam do lado de fora dos dormitórios sem serem caçados por harpias que trabalham para o acampamento como vigias prontas para devorar semideuses que estão fora dos chalés em certo horário da noite.

A novata entre os filhos de Hefesto não sofreu tanto por sua nova rotina porque sua anterior era mais rigorosa, tendo que limpar a casa, fazer compras e auxiliar na loja da família. Agora só era necessário ajudar a cuidar do chalé e comparecer nas refeições, o resto era totalmente opcional, além de legal para ela, como os treinos na arena e a parede de escalada — que ainda sentia um pouco de receio de retornar.

Quando terminou sua parte no dormitório e da higiene pessoal, decidiu dar uma visita a arena, talvez treinar mais um pouco. Sua roupa não mudou muito para a do dia anterior. Usava uma calça igual e o mesmo par de tênis, deixou diferente somente sua camisa que agora tinha listras verticais pretas e brancas que a deixavam parecer mais magra do que já é.

Como possuía nenhuma arma além da sua espada de bronze celestial, não demorou a decidir o que levar. Rapidamente ela chegou na arena segurando sua espada com a mão direita e fazendo giros no ar com ela. Não havia conseguido se acostumar com o peso e o comprimento da lâmina que são diferentes do peso das espadas de madeira e katanas das quais já utilizou em treinos antes de chegar ao acampamento.

Junko decidiu começar os treinos dessa manhã com um combate contra monstros, pois parecia ser um desafio à sua altura. Ela pôde perceber com poucos instantes de observação que a maioria dos campistas optavam por enfrentar ciclopes, cães infernais, lestrigões, dracaenae e empousais. Para não parecer que não possui muita criatividade e que seguia o fluxo, caminhou em direção ao sátiro que informava sobre a arena para fazer algumas perguntas.

— Tem algum monstro além desses que a maioria escolhe?

O homem metade-bode analisou a asiática com um sorriso malicioso no rosto, mas talvez essa fosse a expressão natural dele, imaginou Junko.

— Olá para você também — o sátiro respondeu em escárnio. — Bem, caso você seja forte e ágil — ele deu mais uma olhada nela —, tem um monstro bem maneiro de se enfrentar. A maioria dos meio-sangues preferem os mais comuns de se encontrar fora da barreira de proteção do acampamento — explicou. — Tem certeza de que não quer enfrentar um cão infernal ou uma dracaenae?

Furiosa, a prole de Hefesto somente deu um passo à frente para deixar seu semblante de raiva mais próximo da criatura que a subestimava. Isso bastou para mudar a ideia do ser das pernas peludas, ele correu em direção a uma jaula e a abriu.

Asano brandiu sua espada de bronze e se posicionou para o combate, deixando seu ombro esquerdo na direção da jaula, os pés distantes um do outro e ambas as mãos segurando a empunhadura da arma que estava diagonalmente apontada para cima. As respirações foram se tornando mais lentas e um pouco mais fortes, para que assim relaxasse o corpo e a mente para a batalha. De acordo com o sátiro, ela precisaria de força e agilidade, o que na verdade têm de sobra.

— Ah, droga — disse ao ver o monstro aparecendo.

A criatura poderia se passar facilmente por um humano dos ombros para baixo, mas sua cabeça era de cão. Não parecia ter músculos muito avantajados, mas seu rosto o fazia ser bonito de certa forma para a asiática que possui fascínio por cachorros. Seria meio complicado para ela ferir aquilo. “Só deixar a cabeça intacta, o resto eu posso ferir”, disse a si mesma na cabeça.

O corpo do monstro era semelhante à de qualquer homem, exceto pelo fato de estar com as costas curvadas, as unhas grandes como garras (não devem cuidar da manicure dessas feras), sem camiseta ou sapatos e usar uma bermuda havaiana bem maltratada com furos, rasgos e manchas por toda parte.

— Vem, totó — Junko atiçou a criatura a ataca-la.

Com uma velocidade superior à de um humano, aquela coisa correu até a frente da semideusa e executou um golpe com suas garras que por pouco não foram defendidas pela espada dela. Para contra-atacar, a prole de Apolo girou sua espada para a esquerda levando-a até a direção diagonal para o chão, assim a ergueu de volta provocando um corte no abdômen da fera a frente.

Machucada pelo bronze celestial, a criatura se afastou enquanto parecia choramingar. Isso fez Junko hesitar em prosseguir com outro ataque e deu a oportunidade de a fera voltar ainda mais rápido. Dessa vez o monstro foi capaz de arranhar o braço esquerdo da garota, fazendo-a sentir muita dor no mesmo.

— Imprestável — berrou para ele.

Com a ferida no braço, Junko não era capaz de executar mais movimentos complexos com as duas mãos, não na velocidade necessária para acertar o monstro de cabeça de cão. Então agora as vantagens dela foram retiradas por um único golpe bem-sucedido do adversário. Os cães infernais pareciam ser uma ótima ideia agora para ela.

O focinho do homem-cão começou a farejar algo no ar por alguns instantes, parecia procurar por algo até que visualizou o sangue que escorria da ferida que fez na asiática. Ele sorriu mostrando suas presas que pareciam ser muito piores do que suas garras.

Bell, o sátiro, estava longe observando, mas parecia preocupado. Olhava para Junko com as pálpebras bem abertas como se estivesse vendo alguém sendo morto, o que talvez estivesse prestes a acontecer.

— Você q-quer ajuda? — o meio-bode perguntou.

A pergunta irritou a semideusa. Ela odeia ser subestimada e o ódio dela a faz mais forte, mais perigosa.

Querendo terminar a brincadeira com sua futura refeição, o monstro correu mais uma vez na direção da semideusa que dessa vez permaneceu imóvel por que fazia parte de seu plano. Ela o deixou se aproximar até bem perto do alcance de sua lâmina e então fez o movimento para atacar horizontalmente. Ela usou as duas mãos, embora doesse ainda o braço ferido. Tentou colocar toda sua força naquela arma, como se sua vida dependesse daquilo. E dependia.

Sem poder fugir do ataque ou se defender, a cara de cão do monstro parecia apavorada até mesmo após ter tido seu tronco cortado até metade, então a expressão mudara para muita dor quando a semideusa forçou ainda mais sua espada na carne do monstro, cortando-o ao meio e transformando-o em pó.

— Droga — disse Asano ao cair de joelhos no chão da arena, exausta.

Campistas correram em sua direção para saber se estava bem, incluindo o sátiro. Com a ajuda de um semideus do qual a jovem não lembrava o nome, nem mesmo de quem era filho, foi levada a enfermaria para cuidar de seus ferimentos o mais rápido possível.

Arma:
Espada de Bronze — Uma espada comum com quarenta e cinco centímetros de lâmina e fio duplo. É semelhante a uma espada grega.
Poderes:
Nível 4
Força: Por passar muito tempo nas forjas, os filhos de Hefesto-Vulcano adquirem uma força incomum, além de ter o corpo perfeitamente definido (altamente musculoso).
Nível 7
Impacto: Quando sua arma acerta o oponente, pode-se triplicar o dano.
Vantagens e Desvantagens:
Vantagens:
• Lutador: O semideus é ótimo em lutas corpo-a-corpo.
• Contorcionismo: O personagem terá um corpo mole e flexível, alcançando limites inimagináveis.
• Vigor físico: O meio sangue tem corpo forte, você aguentará mais ataques e aguentará mais tempo em atividades físicas.

Desvantagens:
• Raiva: Temperamento impulsivo, o personagem tende a explodir com pequenas coisas, e criar inimizades.
• Antissocialíssimo: O semideus tem dificuldades para se socializar.

Observação: O monstro utilizado foi um Cinocéfalos - Uma tribo de homens com cabeça de cachorro. São hábeis como os humanos e com os sentidos aguçados como os cães. São tão violentos ou pacíficos quanto a raça humana.
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Re: Arena para Combate contra Monstros

Mensagem por Ex-staffmoza1 em Sex Jul 17, 2015 2:10 am

Asano Junko
Treino magnífico, só isso a comentar.
+195 de EXP que com a promoção se torna 390.
- 35 de HP
- 10 de MP

ATT pelo deus do mar escravo


HÉRCULES
"...Mas minha dedicação e trabalho transformam tudo isso em apenas obstáculos ultrapassados."

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Re: Arena para Combate contra Monstros

Mensagem por Convidado em Dom Jul 19, 2015 12:57 am



Dream's come true


It's only me who wants to wrap around your dreams
Have you any dreams you'd like to sell
Dreams of loneliness.





Você não faz ideia de como era irritante uma prole do deus dos Sonhos não conseguir dormir, essa era uma coisa que não acontecia com frequência, não poderia ao menos dizer que era rara, mas sim que nunca acontecia.
“Never say never, Leão” – pensei enquanto me arrumava para sair daquele chalé.
Estava solitário como era de costume em minha mais nova casa, o chalé de Morfeu. Ao que parecia meu pai não gostava muito de sair por ai fazendo filhos e filhas, deduzi isso a partir do momento que eu era o único que morava naquele lugar.
Era totalmente contrário do chalé de Hermes, onde havia muitas pessoas, barulho, animação, brigas  e até mesmo o calor da amizade florescendo a cada dia que se passava. Mas era tudo passageiro, logo algum deles seria reclamado como filho de algum deus e seria basicamente obrigado a ir morar  no chalé de seu respectivo pai/mãe, sozinho ou com seus irmãos. No meu caso era sozinho, como deu para perceber.
Coloquei as mesmas roupas que havia utilizado para ir até o Lago no dia anterior, ou melhor, na tarde anterior. Uma camiseta social branca, uma calça de sarja também branca e um tênis bege da  DC Shoes.
Estava na hora de utilizar aquela arma que havia pego no Arsenal. As harpias não me deixariam ir treinar em paz, ou seja, não podia ser visto e muito menos pego por elas.
Abri a porta de minha ‘casa’ devagar, coloquei o rosto para fora e olhei em volta para ter certeza de que nenhuma delas estava ali. Meu chalé era um tanto mais distante do que os demais e pelo fato de  ser o único a morar nele, a segurança era reduzida para um número um tanto brusco: zero, a meu ver.
Não foi complicado chegar até a arena, mas o problema foi que não cheguei exatamente a que eu queria. Pretendia treinar apenas armas de curta distância, mas acabei chegando em um local um tanto diferente, que alguns semideuses tinham até medo de entrar. A arena de combate a monstros.
Não tinha tempo para ir até ao local que eu queria e acabei decidindo treinar ali mesmo, afinal, desafios sempre são bem-vindos.


-//-


Eram diversas as jaulas que se encontravam no local, mas por sorte ou azar do destino em todas elas, exceto por uma, os monstros dormiam. O Sátiro que deveria cuidar do local não se encontrava,  teria eu mesmo de me encarregar de retirar o monstro de sua gaiola.
Aproximei-me de uma jaula em que se encontrava um homem de um só olho, ele devia ter quarenta centímetros a mais que eu, e até agora não havia demonstrado intenção de me matar. Peguei as chaves que ficavam próximas a entrada da Arena e abri o cadeado, deixando o monstro sair.
Lancei as chaves no chão e corri para longe enquanto o monstro vinha em direção a porta de sua jaula, armado com um porrete de madeira. O gigante devia tem em media uns dois metros e dez de altura, sem camisa e apenas uma cueca suja tampava suas genitálias.
Evitei olhar para aquilo, sério, não queria imaginar que diabos havia por trás daquilo.
Desembainhei Harpie e a empunhei com meu braço esquerdo, estava pronto para uma batalha. Eu sabia dos poderes que havia adquirido no momento em que fui reclamado, eu sabia das duas tatuagens que haviam aparecido de repente em minhas costas, aquelas duas asas angelicais.
Já tinha noção daquele líquido que conseguia expelir de meu corpo, a Morfina. E bem, seria uma ótima chance para ver o quanto essas habilidades me seriam uteis em um combate.

O monstro começou a vir em minha direção. Abri dois botões de minha camisa para não suar tanto e encher uma de minhas melhores camisetas de suor. Corri de encontro ao corpo do gigante.
Faltando apenas dois metros para nos chocarmos eu berrei:
– Vamos, pedaço de estrume! – foi um insulto um tanto idiota para um monstro daquele porte, mas ele era burro de acordo com o que eu havia ouvido falar dos Ciclopes, então talvez aquilo fosse o bastante para irritá-lo.
O monstro soltou um urro em seguida, havia aceitado o duelo. Ele ergueu seu porrete e o baixou logo em seguida, tentando me esmagar com o mesmo. Esquivei por alguns centímetros, havia conseguido saltar para o lado direito antes de ser golpeado e enviado para o Tártaro, ou seja lá para onde eu iria após a morte.
Não exitei e continuei correndo em direção ao corpo dele, o monstro levantou seu porrete para tentar me acertar, porém eu já me encontrava muito próximo dele. Golpeei sua coxa esquerda com a  lâmina de meu sabre e o monstro soltou um grunhido de dor. O sangue não jorrou o tanto quanto eu esperei que jorra-se então corri para trás do monstro e dei a volta em seu lado direito, golpeando também a parte de trás de seu joelho direito.
Desta vez jorrou muito mais sangue. O monstro quase vacilou, mas conseguiu se apoiar sobre sua perna esquerda que não estava tão machucado se comparada a seu outro membro. Ele balançou seu braço direito e me acertou com seu antebraço, fazendo com que eu tombasse a dois metros do mesmo.
Minhas costas encontraram o chão de areia, perdi grande parte do folego que havia guardado para as investidas e esquivas, mas não podia me dar por vencido. Procurei apertar Harpie em minha mão para conseguir golpear o gigante com mais força, mas minha arma já não estava em minhas mãos e sim entre mim e o monstro.
Não pude pensar muito em pegá-lo já que o Ciclope fez o mesmo golpe inicial, tentando me esmagar com seu porrete. Rolei para o lado direito e esquivei. Por sorte ele era mais lento do que o Leão aqui.
Me levantei com agilidade e corri em direção a minha espada. O monstro com apenas um passo conseguiu se colocar entre mim e minha arma. Não tinha como passar por ele desarmado.
Me virei e corri, precisava fazer ele correr até mim, não tinha outra maneira de conseguir alcançar meu sabre de batalha. As pernas do monstro de um só olho estavam machucadas o que me daria uma grande vantagem em uma corrida.
O monstro me seguiu até que eu encostasse as costas na parede da Arena, estávamos a pouco mais de dois metros de distância de cada um. O monstro segurou seus porretes com as duas mãos acima de sua cabeça, obviamente tentaria me amassar.
Desta vez fui mais esperto. Criei uma esfera de morfina e a lancei em direção ao olho do monstro, não era difícil de acertá-la, afinal, o meu alvo era bem maior do que um olho normal.
A esfera estourou ao atingir o olho do monstro e ele vacilou por um momento, largando o porrete e começando a coçar seus olhos. Rapidamente a morfina começou a se espalhar em sua corrente sanguínea, o monstro tentou colocar o peso em sua perna direita e se curvou, quase caindo.
Corri pelo lado contrário com a maior velocidade que conseguia adquirir, ate o momento em que peguei Harpie no chão.
- Ainda não acabou, idiota. – berrei no momento em que corri em sua direção. O monstro começou a se virar no momento em que gritei, mas ele já não tinha tempo para contra-atacar ou se defender.
Flexionei os joelhos, puxei o ar o mais fundo que pude e saltei, com o sabre sendo segurado pelas minhas duas mãos. O monstro berrou de dor, ao ter sua coluna partida no meio pela lâmina de bronze celestial.
Larguei a arma ali mesmo, e alcei voo.
As asas angelicais se materializaram em minhas costas, e mantive uma distância segura do monstro, ele logo iria se tornar pó e eu só devia observar aquilo.
“Um anjo que tenta sobreviver contra milhares de demônios” – foi a única coisa que consegui deduzir ao ver a cena daquele monstro se tornando pó.
A luta de um semideus era bem maior do que ficar apenas sobrevivendo por trás das barreiras daquele Acampamento, eu sabia que muito seria exigido de mim, tanto por parte dos instrutores do acampamento quanto por parte dos deuses. Eu tinha de sobreviver, eu tinha de ficar mais forte. Não importa se eu não era filho de um dos três grandes ou sequer dos deuses olimpianos.
- Posso ser tão forte quanto eles. – murmurei, enquanto ia planando devagar até Harpie que se encontrava no chão, no meio de tanto pó dourado.
A peguei e minhas asas sumiram, dando origem novamente as tatuagens em minhas costas. A única coisa que faltava agora, era ir embora sem ser visto pelas verdadeiras Harpias.

EQUIPAMENTO:

Harpie — Um sabre longo, com mais ou menos 75 centímetros de lâmina. O mesmo é feito de bronze celestial. Sua empunhadura é moldada perfeitamente a mão de Leone.
V&D:

Vantagens:
•Carismático: O semideus tem facilidade com as pessoas, raramente terá inimigos e possuirá muitos amigos.
•Lutador: O semideus é ótimo em lutas corpo-a-corpo.
•Reflexos: O Personagem tem alto nível de reflexo.

Desvantagens:
•Ansioso: Fica irritante e extremamente ativo quando tem de esperar algo.
•Ambicioso: Mesmo que possua tudo o que desejas, este personagem continua a desejar aquilo que não tem. Tendo sede pelo o poder absoluto.

PODERES UTILIZADOS:

Nível 1
Perícia com espadas – Você consegue utilizar perfeitamente qualquer tipo de espada.

Nível 3
Morfinax I – Morfina é produzida em poucas quantias sempre que o semideus quiser. Servindo para colocar em comidas.

Nível 5
Asas Etéreas I – Duas tatuagens de asas angelicais aparecem repentinamente nas costas do semideus e podem se 'abrir' ao comando. Permite apenas voos tranquilos, não aguenta longas viagens devido ao uso extremo de MP neste nível. Não recomendado para batalhas.

ATIVOS
Nível 3
Esfera do Sono I – Você pode criar uma esfera do tamanho de uma bola de futebol e lançar a mesma sobre um inimigo, o causando uma certa sonolência caso acerte os olhos ou ferimentos abertos. (-10 de MP)

Nível 5
Abrir Asas I – Você poderá evocar suas asas a utilizando para voos tranquilos. (-10 de MP por post que continuar com elas abertas)









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Re: Arena para Combate contra Monstros

Mensagem por Convidado em Dom Jul 19, 2015 1:52 am

Leone
Seu treino está muito bom, Leone. Não ficou muito curto e nem muito longo, foi o suficiente para narrar tudo que é necessário. A luta foi bem interessante, apesar de ter subestimado o ciclope, embora seja você que decida como é o monstro do seu treino.
Encontrei muitos erros bobos que poderiam ser encontrados no Word e corrigidos, alguns outros poderiam ter sido arrumados por uma revisão, como a ausência de acentos em algumas palavras, os espaçamentos incorretos, o início de frase com pronome oblíquo e o posicionamento incorreto de vírgula, principalmente a ausência dela. Tente usar o Word para escrever seus treinamentos que assim eu tenho certeza de que não ocorrerá mais esses problemas.

-60 de MP
170 de XP — dobra para 340 de XP.

Atualizado por dark side.

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Re: Arena para Combate contra Monstros

Mensagem por Madison Köhler Schmittel em Qua Jul 22, 2015 8:29 pm

monsters

ANOTAÇÕES
Nothing

Girei a espada em minha mão enquanto cantarolava uma música do Arctic Monkeys. Assim que adentrei a arena encontrei Bell, o sátiro que cuidava da arena, sorri para ele e dei tapinhas em seu ombro. — E então, o que terei que enfrentar hoje? — Perguntei enquanto olhava em volta, não tinha nada na arena a não ser as armas extras que ficavam num dos cantos e a jaula no final da arena onde ficavam os monstros. — Cães infernais — O sátiro disse. — Vou soltar eles aos poucos, pois sei que tem um tempinho que você ainda é iniciante — Ele se afastou e foi até as grandes portas vermelhas que tinham na arena.

Ajeitei minha postura e segurei o cabo da espada de bronze celestial com mais firmeza. Certifiquei-me de que a adaga extra estava bem presa no suporte em minha perna e resolvi pegar um escudo, já que era bem capaz de um dos cães ter a grande ideia de pular em cima de mim e o escudo seria ótimo para impedir que eu fosse esmagada. Fiz sinal para que o garoto soltasse os cães e ele abriu as portas vermelhas. De lá saíram três cães infernais, um grande e dois pequenos. Eles estavam rosnando, deixando assim seus dentes afiados a mostra e era possível ver um pouco de baba de monstro escorrendo pelos cantos da boca de cada um (eca!). Coloquei o escudo bem a minha frente, bem na hora que um dos cães veio correndo em minha direção. Bati com meu escudo no focinho do cão, que ficou desconcertado e deu dois passos para trás.

Aproveitei o momento de distração para fincar minha espada bem no meio da sua testa. Sorri ao ver o cão se transformar em pó dourado e me virei para os outros dois restantes. Os dois vieram correndo em minha direção ao mesmo tempo e em nenhum momento hesitaram em atacar, peguei impulso para pular sobre as costas do maior e foi como se tudo estivesse em câmera lenta: Perfurei a coluna do cão com a minha espada, o cão rugiu de dor e eu coloquei um pouquinho mais de força na espada pra que ela atravessasse o corpo pequeno do mesmo. E pronto! Mais um cão infernal tinha virado pó.

— AAAAAH! — Gritei de dor ao sentir alguma coisa perfurar meu calcanhar. Percebi que era o último dos cães, o maior. Bati com o escudo nas costas do monstro com tanta força que ele foi forçado a soltar meu calcanhar. Afastei-me dele mancando e procurei uma posição confortável para atacá-lo sem me machucar mais. Aquele cão infernal era mais ágil que os outros, então ele se recuperou logo do ataque e veio em minha direção. Soltei um suspiro e pisquei para normalizar minha visão, que estava embaçada pelas lágrimas de dor, mas já era tarde de mais. O cão pulou em cima de mim fazendo com que eu caísse no chão deixando apenas o escudo nos separando, ele abriu sua boca enorme e eu gemi ao ver até a garganta do cão. Lutei para deixar o escudo no lugar certo e o forcei para que o cão me desse algum espaço, mas era MUITO difícil considerando o peso dele.

Por fim usei o pouco de força que ainda tinha em mim e segurei minha espada próxima a mandíbula do cão, coloquei pressão e sorri ao ver a espada atravessando a mandíbula do monstro que cambaleou para trás – saindo finalmente de cima de mim – enquanto se desfazia em pó dourado. Me levantei do chão com dificuldade e notei que o Bell estava abrindo os portões vermelhos novamente. Praguejei em grego ao ver as duas dracaenaes saindo de lá. Ignorei a dor do meu tornozelo e tratei de ir acabar com as monstras escamosas. Para a minha sorte elas não atacaram ao mesmo tempo. Peguei minha adaga, mirei e arremessei ela na dracaenae mais próxima, para a minha sorte a adaga se fincou no tronco da dracaenae e ela explodiu em pó dourado antes que se quer ousasse encostar em mim. Mas não fui tão rápida com a outra e isso me trouxe problemas.

Senti coisas escamosas envolverem minhas pernas e logo eu estava sendo arrastada pelo chão da arena e vou te contar, não é nada confortável. — Mas que droga — Resmunguei enquanto tentava acertar minha espada na cauda da Dracaenae, o que não deu muito certo já que ela não ficava quieta, então fiz o que poderia fazer de melhor: Comecei a espernear e a dar chutes no vento (?), assim a Dracaenae me soltou e eu voltei a me levantar do chão com as costas ardendo como nunca; Ignorei a dor e comecei a correr em direção a monstra que sorria como uma psicopata pra mim, devolvi o sorriso psicopata e peguei meu escudo que não estava tão longe de mim. Lancei o escudo contra a dracanae, o escudo bateu bem na barriga dela. A monstra saiu cambaleando e eu não perdi tempo, fui atrás da coisa e a puxei pelos cabelos, usei a espada para cortar suas pernas de cobra e antes que ela pudesse reagir, finquei minha espada em seu peito. Vendo a dracaenae se desfazer em pó dourado caí sentada no chão. Meu tornozelo estava roxo e agora eu tinha um monte de arranhões pelo corpo. Virei minha cabeça para ver se o filho de Ares estava nos portões, mas não, ele já tinha sumido. Me levantei do chão e fui mancando até a saída da arena, precisava dar uma passadinha na enfermaria.



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Re: Arena para Combate contra Monstros

Mensagem por Mathias Daathon em Qua Jul 22, 2015 8:38 pm


Treino Atemporal

Mathias se sentia excluído, não conseguia se socializar com ninguém no chalé de Hécate, a única coisa que ele poderia fazer era treinar um pouco, então se dirigiu a arena de combate contra monstros, carregando em sua mão a negra foice dada a ele pelo acampamento. Ao chegar à arena, falou com o sátiro Bell, e pediu lhe para batalhar contra uma harpia, então dirigiu ao meio da arena, colocou sua lança em suas duas mãos, segurando-a na diagonal, com a lâmina virada para baixo, esperando o monstro ser liberado.
A harpia chegou, voando na direção do semideus, que se assustou um pouco. Ela investiu diretamente em Erick, que deu alguns passos para o lado, de forma com que a harpia passara reto. Agora o monstro estava de costas para Mathias, que aproveitou a situação com um golpe de sua lança, o ataque acertou a asa da criatura, que caiu no chão. O semideus tentou remover sua lança, mas caiu para trás. Enquanto Mathias estava no chão, a criatura levantou-se, o semideus abriu os olhos e viu a criatura mística investindo nele, mas seus reflexos aguçados o ajudaram, e ele conseguiu esquivar-se para o lado, e dando um pulo para trás levantou-se.
Agora estavam os dois de pé, o semideus machucado e o monstro impossibilitado de voar, mas o semideus tinha uma habilidade que o monstro não possuía: ataques a distancia, então Mathias arremessou sua lança, muito confiante de que ela acertaria o corpo da harpia, mas ela passou aproximadamente três metros acima dele. A prole de Hécate olhou para a lança, tristonho, mas pensou que se parasse de lutar agora, morreria, então tentou o que lhe parecia plausível, se ele era um semideus, deveria ter poderes como os dos deuses, então tentou invocar algum tipo de magia ou coisa do tipo, então levantou suas mãos e impressionantemente algo saiu: Chamas começaram a aparecer, a harpia se incendiou, então Mathias aproveitou, correu e pegou sua lança, depois a fincou no peito do monstro, que se dissipou em pó dourado.
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Re: Arena para Combate contra Monstros

Mensagem por Convidado em Sex Jul 24, 2015 4:24 pm

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Re: Arena para Combate contra Monstros

Mensagem por Drake Saltzman em Qui Ago 06, 2015 7:32 pm



Gotta Fuck 'Em All I

Andava pelas arenas sob o sol forte que cobria Long Island, segurando Elucidator como um pai apressado guiava seu filho pelo supermercado. Estava a fim de treinar, ficar mais forte. O bastante para logo sair dali e ter minha própria vida, além de, claro, acertar umas contas.

A arena era um complexo dividido em várias categorias de treino, e ainda não tinha experimentado todas. Ouvira falar sobre uma de combate a monstros, o que seria bem útil, já que é o que mais tinha fora das barreiras mágicas do Acampamento Meio-Sangue. Quando se é um semideus, não é necessário matar um leão por dia; mas sim um demônio por dia.

Aquele local não tinha nada de tão diferente dos demais, a não ser a jaula que havia em um dos cantos. Um sátiro se apresentou como um instrutor dali, logo em seguida perguntando qual criatura gostaria de enfrentar. Meu instinto orgulhoso diria "o mais forte que você tiver aí", mas não era tão expert naquilo. Havia passado um tempo na biblioteca, procurando informações sobre aqueles seres sobrenaturais que eu poderia esbarrar na rua e logo em seguida me devoraria. Mesmo não sendo o tipo de cara intelectual, nunca era demais saber quem poderia te transformar em comida.

- Quero aquela mulher-cobra ali. Dracaena, né? - Respondi meio sem jeito para o espírito da natureza, que sorriu e soltou a criatura

O monstro se aproximava, parecia estar há dias sem comer. Talvez o povo do acampamento fazia aquilo de propósito, só pra foder a gente mesmo. Mas eu sabia que lá fora era bem assim. Segurei o cabo da espada com mais força, correndo também até ela. Pulei a cerca de um metro da adversária, e após levantar a espada, desci-a na diagonal, procurando causar um estrago naquela cara feia. Ela esquivou para o lado, e contra-atacou com um arranhão em minhas costas. Rangi os dentes, segurando a dor, e em seguida golpeei com a lâmina na horizontal, mas a mulher-cobra fora ágil o bastante para se abaixar, evitando um decepamento. Ela tentou avançar com as garras de ambas as mãos, como se fosse me segurar, mas como se fosse um reflexo me joguei para trás, tentando manter o equilíbrio devido ao movimento rápido e brusco.

Mais alguns golpes eram efetuados com Elucidator, mas a dracaena conseguia escapar de todas. Jogava na defensiva, apenas esperando a hora certa para o bote. Típico daquela serpentezinha. Parei por um tempo, respirando fundo. O suor escorria pelo meu corpo, molhando a camisa. Não estava com o mínimo de vontade de ficar naquele joguinho de pega-pega, de atacar e esquivar. Minha paciência já havia se esgotado, tudo que queria naquele momento era destroçar aquela filha da puta.

Respirei fundo novamente, focando os olhos nos movimentos alheios. Esperava ela atacar, ficando então na defesa. Estudava seus movimentos, e então dei um ataque simples, outro horizontal. A dracaena se abaixou e deu meia-lua, indo até atrás de mim e me segurando, pronta para cravar aquelas presas mortais no meu pescoço. E eu apenas sorri.

- Você realmente acha que sou tão burro assim?

Ainda segurando firmemente Elucidator, girei-a e a levei até pouco acima do meu pescoço, onde a mulher-cobra planejava morder. Ela se afastou, fugindo da lâmina que penetraria sua face, e em seguida utilizei um dos truques que herdara de Nêmesis. Aproveitando que a inimiga estava se recompondo da esquiva anterior, apliquei um ataque rápido - que na verdade eram dois golpes que ela mal conseguia acompanhar. Reunindo toda a força que tinha, arranquei os braços da criatura, que sibilava de dor. Por último, segurei seus cabelos, e então levei a lâmina de ferro estígio com a outra mão até seu pescoço, até a cabeça se desprender do resto do corpo. Banhado de um sangue dourado, ergui a parte decepada dela, sorrindo, que rapidamente se desfez em pó, junto do resto no chão. Sentia-me cansado, mas aquilo não importava. "Mais uma alma ceifada", sorri novamente.


coisinhas:

itens e armas:

Elucidator: Espada bastarda cuja lâmina tem cerca de 100 cm - feita de ferro estígio - e empunhadora de madeira com 20 cm, possuindo o formato de um dragão. Bem afiada, perfeita tanto para o corte quanto perfuração
poderes e habilidades:

Passivos

Nível 5: Habilidade com machados e espadas [Intermediário]: A habilidade agora aumenta de nível e o semideus consegue uma melhor pontaria e precisão com as armas


Ativos

Nível 2- Dança de Lâminas- O semideus pode atacar dois cortes na mesma velocidade que um outro guerreiro atacaria apenas uma vez, ou seja, golpe duplo.
vantagens e desvantagens:

- Vantagens

•Ambidestria: O personagem pode usar uma arma em cada mão.
•Vigor físico: O meio sangue tem corpo forte, você aguentará mais ataques e aguentará mais tempo em atividades físicas
•Furtividade: O personyagem é silencioso, e não atrairá atenção, sendo um ótimo ladrão ou assassino furtivo.


- Desvantagens

•Sadismo: o personagem possuiu prazer em assistir a dor de outro ser.
•Ambicioso: Mesmo que possua tudo o que desejas, este personagem continua a desejar aquilo que não tem. Tendo sede pelo o poder absoluto.





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Re: Arena para Combate contra Monstros

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