Arena para Armas de Curta Distância

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Arena para Armas de Curta Distância

Mensagem por Big boss em Dom Maio 17, 2015 4:25 pm

Relembrando a primeira mensagem :


Arena para Armas de Curta Distância


Tal arena é especializada para o treino com armas de curta distância, ou seja, que serão melhores eficazes quando estão próximas do oponente. Há bonecos de palha distribuídos por todo arena, além de autômatos que servirão para um combate real. Mais aos fundos, há uma área branca criada pelos filhos de Hefesto que simulam através de uma maquina, um cenário cujo o semideus precisa ultrapassar uma série de desafios, passando uma impressão de realidade através de seus movimentos. Lembrando que monstros não são permitidos, mesmo nas simulações.
I. Post's com menos de dez linhas serão desconsiderados.
II. Cuidado com a gramática, pois está valerá boa parte de seus pontos.
III. O máximo de xp's conquistados nessa área é de 200.
IV. É permitido apenas um post em cada uma das arenas por dia.

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Re: Arena para Armas de Curta Distância

Mensagem por Ex-staff008 em Qua Jul 15, 2015 8:06 pm

Rep, 1 treino em cada arena por dia Damon!
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Re: Arena para Armas de Curta Distância

Mensagem por Attius Kvothe em Qui Jul 16, 2015 11:05 am

Treino retirado.


Última edição por Attius Kvothe em Sex Fev 26, 2016 8:31 pm, editado 1 vez(es)

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Re: Arena para Armas de Curta Distância

Mensagem por Ex-staff008 em Qui Jul 16, 2015 12:57 pm

Ótimo treino, muito bem escrito!
+150 de experiencia, que com a promoção, dobra para 300!
Cantil de Nectar

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Re: Arena para Armas de Curta Distância

Mensagem por Convidado em Sex Jul 17, 2015 1:02 am

- Bom, agora vamos dar inicio ao campeonato. Eu observei todos treinando e escolhi quatro pessoas que ao meu ver tiveram o melhor desempenho. Serão dois campeonato na realidade, o feminino e o masculino, depois que os dois se encerrarem vamos ter a luta mista. Muito bem, teremos as lutas masculinas. - Disse Marik, o instrutor, ele estava organizando campeonatos seguidos de treinos já fazia algum tempo. - Derek, Ander, King e... - Leu os nomes lentamente fazendo grande suspense, a categoria masculina tinha mais gente, então todos esperavam mais pessoas de qualidade. - ... Damon. Por favor, Derek e Ander, para a arena agora. Esse são os participantes. - Eu prestei mais atenção nas lutas masculinas, Ander era um cara alto e bem forte, loiro e de olhos verdes, provavelmente filho de Hermes. Derek parecia um nato filho da guerra, forte, olhos vermelhos, mas esse tinha outra qualidade gritante, um bom porte físico para agilidade, como quase todos os meus irmãos. King tinha olhos azuis cor de diamante e cabelos de mesma cor, apesar da aparência eu pude sentir que era filho de Hades e quando ele tirou as duas adagas negras da bainha minhas perguntas foram respondidas.

Eu era o quarto integrante da luta... isso parecia ser bom, por que eu parecia ser bom com as adagas, ou não teria sido convidado. Eu me armei com as Dragon Dagger, duas adagas desenhadas a partir de dragões que eram envenenadas, pegas emprestadas com o Marik. - Muito bem, agora o próximo combate! King Contra Damon!!!!! - Anunciou o instrutor, que agora mais parecia um narrador, logo depois que Derek apagou Ander com um soco, a luta não foi fácil para o garoto, ele apanhou bastante antes de desmaiar. Eu subi na arena sorrindo para o adversário: - Boa sorte... - Comecei, mas escutei uma resposta arrogante. - Você quem vai precisar. - Disse o filho de Hades. De todos que lutaram até agora com a lâmina da arma para baixo perderam, mas isso era só coincidência, ou se não era, eu ia descobrir nesse exato momento. Escutei o sinal para que luta se iniciasse. King vei correndo e desceu as lâminas em minha direção, eu esquivei para a esquerda e dei um giro. - Olha só quem ta precisando de sorte. -

O meu giro se finalizava em um chute na base de suas costas. O garoto deu dois passos para a frente e quase caiu da arena, eu me movimentei com bastante velocidade e investi contra ele, uma das minhas adagas encontrou-se com a dele e cortou levemente seu rosto, enquanto a outra se chocou feio. - Você vai me pagar, pedaço de estrume. - Disse King cortando o ar acima da minha cabeça, eu abaixei e depois que me levantei olhei para ele. - Cala essa boca. - Comentei dando uma joelhada nele, os braços bloqueando e impedindo, pelo cotovelo, as adagas que tentavam me ferir. Tirei o braço esquerdo do conflito e a mão do garoto desceu com força, assim como usa adaga. A mesma cortou meu joelho, mas não profundamente. Só que o mesmo lado do corpo que ele atacou ficou livre, eu atravessei minha adaga em seu ombro com bastante força e o garoto rugiu, soltou ambas as adagas, até por que o veneno o começou a fazer efeito. - Eu ainda vou te matar. - Comentou me dando uma cabeçada, que de tão fraca me fez rir. Segurei seus cabelos e levantei sua cabeça, olhei para a plateia e disse. - O que vocês desejam? - Perguntei me dirigindo a plateia. - Acaba com ele, acaba com ele. - Começaram a gritar, rindo. Arrancei a adaga do seu ombro com força e soquei seu rosto. Ele que já estava na beirada do tatame caiu para fora. Sangrando na água que tinha a finalidade de tirar impacto. Rapidamente alguns curandeiros pegaram ele e o levaram para longe do local.

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Re: Arena para Armas de Curta Distância

Mensagem por Ex-staffmoza1 em Sex Jul 17, 2015 2:16 am

DAMON BËRWANGER
+110 de EXP que com a promoção viram 220 EXP
- 30 de HP
- 10 de MP

Não atualizado


HÉRCULES
"...Mas minha dedicação e trabalho transformam tudo isso em apenas obstáculos ultrapassados."

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Re: Arena para Armas de Curta Distância

Mensagem por Convidado em Sex Jul 17, 2015 4:36 am



Dream's come true


It's only me who wants to wrap around your dreams
Have you any dreams you'd like to sell
Dreams of loneliness.




O primeiro treino devia ser o que marcaria minha estádia no acampamento, que faria eu ser conhecido por, pelo menos, uma pessoa, nem que esse ser humano não fosse um e fosse na verdade um sátiro que cuidava da arena.
O mais novo semideus levantou-se de sua cama e foi direto para o banheiro, eu precisava de um banho urgentemente. E obviamente não teria essa mordomia.
Já fazia alguns dias que havia chego no Acampamento e aquele maldito chalé de Hermes nunca tinha o banheiro vazio. Fiquei atrás de duas pessoas na fila e esperei até que chegasse a minha vez literalmente dormindo em pé e sonhando com duas crianças brincando de pega-pega.
Fui acordado quando finalmente havia chego a vez, um garoto alto e forte atrás de mim me cutucou e empurrou-me ‘delicadamente’ para dentro do banheiro.
– Anda logo! – ele berrou atrás da porta que havia acabado de se fechar.
A tranquei por precaução, se eu dormisse ali o maldito viria me tirar dali aos murros. Tentei não ficar sonhando que nem idiota debaixo do chuveiro e consegui tomar um banho quente bem rapidinho, em torno de uns quinze minutos de demora. Era água quente, não podia fazer nada.
Enrolado na toalha e ainda dentro daquele ‘banheiro comunitário’ escovei os dentes e dei uma bagunçada charmosa em meus cabelos loiros.
Juro que quando sai dali de dentro era um novo Leone, não aquele dorminhoco que havia entrado ali a vinte minutos atrás. Ainda enrolado na toalha fui até meu cantinho naquele chalé, peguei uma cueca boxe preta, um traje social com a camisa branca e a calça preta.
Larguei a toalha ali mesmo, ficando peladão para quem quisesse me ver daquele jeito. Coloquei a cueca sem o mínimo de pressa e logo após a calça. Cocei minhas costas e as enxuguei novamente, principalmente em cima de minha tatuagem de um filtro dos sonhos que cobria toda a parte direita de minhas costas. Passei um desodorante qualquer e coloquei a camisa, coloquei uma gravata preta, um sapato social e fui em direção ao local onde poderia treinar… Mas não sem antes colocar o meu terno.
Atrai dezenas de olhares de admirações de algumas semideusas e algumas risadinhas baixas e sussurros de alguns filhos de Ares, que irritante eles eram. Se eu tinha de odiar alguma pessoa naquele Acampamento com certeza seria um filho da Guerra.
Passei atrás de uma filha de Afrodite, a menina era linda, uma verdadeira diva, então passei minha mão em seus cabelos, próximo a sua nuca e arrastei meu dedo indicador por toda sua nuca arrepiando a garota dos pés a cabeça. A moça virou-se para mim com o rosto marcado pela vergonha. Pisquei para ela e lhe dei um sorriso largo.
– Bom dia, musa. – falei próximo a seu ouvido, com uma voz calma e sedutora.
Percebi que as amigas dela começaram a soltar risadinhas e sussurrar uma no ouvido da outra, pedi licença delas e deixei as mesmas, que provavelmente seria tema de conversa durante alguns bons minutos, ou horas, ou dias, enfim.



-//-


Passaram-se alguns bons minutos para que conseguisse chegar até a arena de combate, foi uma boa viagem, flertando com algumas garotas que apareciam no meu caminho. Essa minha atitude sempre foi uma marca minha, não podia fazer nada… E nem queria.
Assim que entrei no lugar observei alguns semideuses, provavelmente filhos de Ares. A maioria deles estavam se matando de treinar e suavam como condenados em um sol de meio-dia. Algumas garotas loiras e branquelas encontravam-se nas arquibancadas, provavelmente filhas de Quione. Tive de me segurar para não ir falar com elas.
Me aproximei sorrateiramente de um bichano de pernas peludas e repousei minha mão direita sobre seu ombro esquerdo e falei devagar:
– Ei amigão, sabe onde posso arranjar uma espada? – perguntei para o Sátiro, com o tom mais amigável que eu conseguia.
O bode sorriu de canto e apontou para um estande de armas e só falou uma coisa:
– Bom treino, novato, não vai estragar o terno. – sorri em resposta e fui em direção ao armário para pegar algum equipamento.
Assim que cheguei lá, coloquei minha mão sobre meu queixo e fiz uma leve carícia sobre meu cavanhaque ralo e bem aparado. Queria uma espada, mas não sabia exatamente qual então optei por uma normal. Não queria transmitir tudo o que eu era ou viria a ser tão de repente assim, afinal, era apenas um Indefinido que iria treinar.
Peguei uma espada comum, tinha uma média de 50 centímetros de lâmina e não era tão pesada, o bronze celestial refletia fortemente a luz do sol, fazendo-o ter uma coloração mais amarelada que o comum.
Me aproximei de uns bonecos da palha para começar a fazer alguns movimentos. Os bonecos estavam dispostos em um triângulo, não perfeito, mas era um triângulo. Segurei a espada com minha mão esquerda, a arma apontada para o chão diagonalmente ao lado de minha perna esquerda que estava bem a frente da direita.
Inspirei profundamente enchendo os pulmões de ar e expirei soltando o ar como um assovio por entre os dentes. Assim que o som parou eu avancei. Arrastei a perna da esquerda para frente e acompanhei com a de trás, balancei o braço esquerdo para cima horizontalmente fazendo com que minha espada defendesse um golpe que visaria acertar meu peito/ombro direito.
Continuei o movimento girando meu braço e deixando a espada na horizontal apontando-a diretamente para o peito do boneco. Com um movimento rápido e mais preciso que consegui, trouxe a empunhadura da espada até próximo a meu peitoral e então ‘explodi’ o movimento fincando a espada no peito do boneco, um pouco para o lado esquerdo. Isso ainda estava imperfeito.
Puxei a espada do corpo da marionete e então dei dois saltos para o lado, saltitando rapidamente.
Assim que me aproximei do boneco da direita, girei no mesmo lugar em que me encontrava e acertei a cópia de um ser humano com a lâmina, fincando-a até o meio de onde ficava o cranio de uma pessoa qualquer.
Dei dois saltos rápidos para trás e para a esquerda, ficando então frente a frente com o último boneco. Estando a mais ou menos quatro metros de distância dele eu tirei meu terno e o segurei por cima de meu ombro direito utilizando a mão do mesmo lado do corpo.
Inspirei e então avancei. Dois passos, um giro, balancei o terno em frente ao rosto do boneco e então cravei a espada onde deveria ficar a garganta de uma pessoa comum.
A espada adentrou e saiu pelo outro lado, prendendo também minha peça de roupa naquele monte de palha. Por um lado eu estava feliz em ter conseguido completar o movimento, por outro, um pouco revoltado por ter acertado meu terno… De qualquer forma, o terno poderia servir como um véu para o morto, em uma situação real.
Arranquei a espada de dentro da palha e peguei meu terno que agora tinha um buraco feito pela espada. Coloquei o terninho sobre meu ombro da mesma forma que havia feito anteriormente e então comecei a caminhar até onde deveria guardar a espada.
– Como fui? – perguntei sorridente para o Sátiro que me observava de longe.
O animal fez um sinal de positivo com sua mão e eu percebi logo que havia conseguido me destacar, ser melhor que grande parte dos novatos e quem sabe de alguns mais experientes.
Coloquei minha espada de volta no local de onde a havia pego. Era uma boa espada, poderia me acostumar com ela rapidamente, mas eu tinha uma ideia por enquanto e precisaria testá-la… Queria uma espada mais rápida e digamos, muito mais penetrante.
Antes de ir embora, não podia deixar de caminhar até a arquibancada, de onde as filhas de Quione cochichavam e me encaravam durante todo meu treino e até mesmo agora no momento em que ia em sua direção.



















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Re: Arena para Armas de Curta Distância

Mensagem por Ex-staff006 em Sab Jul 18, 2015 12:11 am

Leone: 150 XP. Promoção: 300 XP

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Re: Arena para Armas de Curta Distância

Mensagem por Cassie Hudsson em Sab Jul 18, 2015 10:35 pm


Cassie observou o grande manto de nuvens que aproximava-se do acampamento. Agradeceu mentalmente pela a temperatura amena que se estendia ao decorrer do dia, no balanço de seu próprio corpo. Odiava sentir os pelos se arrepiarem em um frio desgastante, entretanto, suportava menos ainda o suor que escorria de sua testa após uma longa caminhada abaixo do sol.

Tomou o caminho mais rápido para a arena, sentia-se confiante e muito bem naquele dia, como se mil estrelinhas estivessem se alinhando bem dentro de seu estomago. Talvez fosse a barulhada nova que a cada semana parecia renovar-se em seu chalé, que agora abrigava mais semideuses do que o normal. Não podia negar que o silêncio noturno já estava a formar pensamentos paranóicos em sua mente.

Carregava em suas mãos uma arma que jamais tocara antes. O chicote era longo e feito a couro, de forma que sua mão não escorregasse em casos de uma rápida movimentação. Cassie o achava elegante e esbelto, algo com que se pudesse admirar por algumas horas, mas não se imaginava em meio a uma batalha. Ele não parecia exatamente útil.

Atravessou a imensidade de semideuses, exaustos e eufóricos, com seus corpos suados e rostos cobertos de hematomas. Sorriu para alguns que pouco conhecia, e resolveu permanecer em seu canto de sempre, onde bonecos de palha eram os únicos companheiros por quase toda tarde. Não precisava reclamar, eles eram ótimos ouvintes.

— Olá —murmurou baixinho, se certificando que ninguém estivesse vendo— Está tudo muito bem, devo admitir. Gosto dos meus irmãos, eles me fazem companhia, embora pouco tenha falado com eles.

Cassandra puxou o chicote a frente, e suspirou de leve. Seu braço subiu para cima e voltou em horizontal, trazendo as duas pequenas exporás da arma na direção do peito do boneco— Gostaria que pudesse falar, as vezes é um tanto chato falar sozinha.

Sentiu uma ponta de dor naquele mesmo braço, provavelmente em motivos de sua alongação, que não era lá uma das melhores. Se afastou do boneco, tentando calcular as chances de tropeçar sobre seus próprios pés e tombar para o chão frio da arena. Lidando com o fato de que possuía 75% de chance, Cassandra acelerou e impulsionou os pés sobre o solo, tomando velocidade em direção ao adversário. Levou o chicote em direção ao rosto do oponente, abrindo um feixe de palha com suas exporás.

Aproveitando o movimento, Cassie girou a 45 graus e acertou o lado direito do peito do boneco, criando mais uma abertura profunda sobre umas remendas. Imaginou que este segundo ataque deveria ser pouco provável em uma batalha real, julgando que não estariam parados.

Voltou a sua posição original, observando por um período limitado seu boneco. A semideusa suspirou novamente, um suspiro demorado que a fez tremer por inteiro. Seu corpo jogara-se em direção ao adversário, e a garota juntou seu chicote ao redor do pescoço deste, puxando seu tronco até o chão e usando a própria força para trazer o pedaço de palha, mais conhecido como cabeça, para fora do resto da estrutura.

É, talvez um chicote fosse mais útil do que esperava.

Cassie permaneceu por mais algumas horas na arena, testando seus movimentos em todas as oito direções, tentando impor maior força para que seu braço não sentisse o peso de suas ações. Ao fim, seu rosto inundou-se de um suor pegajoso, e o estomago esforçava-se para alimentar o resto do corpo com aquilo que sobrara de seu almoço. Precisava de um banho, e de um grande sanduíche de manteiga.

armas:
Pnévma: Um chicote feito de couro negro, em suas pontas há duas exporás de bronze celestial. Ao desejo de seu dono, uma aura fantasmagórica o circunda, aumentando seu dano de ataque [dura 1 rodada]




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Re: Arena para Armas de Curta Distância

Mensagem por Convidado em Sab Jul 18, 2015 11:58 pm

Eu estava meio eufórico por ser meu primeiro treino contra alguém - por esse motivo quando adentrei a arena estava atento - atravessei o local e fui de encontro com um indefinido, companheiro de chalé. O cara era forte e alto, mas não tão alto e forte quanto eu - tinhas olhos azuis e o cabelo negro. Ele pegou um par de espadas e veio até mim: - Aqui - disse ele me passando a espada - Obrigado. - respondi, pegando a mesma. Isso ia ser complicado, a questão é que minha espada tinha que ser usada com duas mãos - sendo mais pesada - e dessa forma eu tinha um alcanço muito maior, onde eu poderia ou não acerta-lo de uma só vez. Ele me encarou e me deu um tapinha nas costas.

Nós nos dirigimos para o centro da arena e ele começou me atacando, quando se aproximou com suas duas espadas em um corte transversal eu tive dificuldade em me defender, eu chutei a base do seu peito e ele cambaleou para trás. Em seguida ele vem em uma investida única na qual ele joga as espadas para alto na tentativa de me atravessar com elas, eu dou um passo para trás um pouco lento demais e quase recebo um ferimento. Minha resposta é rápida e eu dou-lhe uma estocada, minha espada é mais longa e por isso ele tem que usar as duas espadas para desviar, essa guarda o deixa com um lado do corpo desprotegido, eu dou um chute na sua coxa e então largo a espada encravada no chão para dar outro golpe, esse em seu peito, usando a mesma para um ponto de referencia em meu chute. Ele cambaleia outra vez, essa é minha deixa para pegar a espada e investir contra ele. Na outra estocada a qual eu efetuo Athor fica atento e repele o golpe com suas espadas, a minha própria se encrava fundo no chão por conta de meu peso, então eu tenho que recuar sem ela.

O garoto sorri com malícia e vem para cima em um único momento. Eu me concentro em pular para o lado e rolar no chão, com o pensamento focado eu me concentro em trapacear par achegar a minha espada, quando ele vem para cima de mim, eu chuto um monte de areia em sua direção, ele recebe tudo na cara junto com um chute, fica completamente tonto e sujo de terra. Me apressei para buscar minha espada, enquanto Athor ficava enfurecido. Ele me alcançou quase tão rápido quanto à água da chuva chega a alcançar o solo e eu faço força para retirar a espada do chão. O garoto se aproxima e tenta um corte na vertical, eu retiro minha espada suja do chão no momento em que ele me ataca, não tenho outra escolha se não colocar minha espada para me defender, o peso e a inclinação me derrubam no chão e me deixam indefessos. Athor achava que ele tinha ganhado, mal sabia ele que eu formulei um plano. Ele estava prestes a me atacar quando executo um movimento - bem planejado - contraindo meu corpo e levanto. Ele começa a me atacar uma serie de vezes, eu em cada uma delas tento me desviar, mas não é fácil, acabo ganhando alguns segundos para atacar quando ele usa suas duas espadas para me atacar na vertical, seu corpo fica exposto e eu chuto braço, derrubando uma de suas espadas. Agora que eu só tinha uma espada para me preocupar tudo fica mais fácil, ele vem para cima e me ataca na horizontal, suas espadas só eram boas em quantidade, por que eram curtas, quando próximas de meu corpo eu seguro o braço dele, giro com o corpo indo em sua direção e lhe aplico uma cotovelada na costela esquerda, em seguida me viro para ele e no mesmo local aplico um joelhada, por fim, solto sua mão e lhe dou um chute na cara, frontal: - Os treinos de Muay Thay me ajudaram. - Disse sorrindo, enquanto ia em sua direção. Peguei minha espada no chão e coloquei sobre sua garganta - Um para o gatão, zero para o feião. - Falei sorrindo irônico.

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Re: Arena para Armas de Curta Distância

Mensagem por Convidado em Dom Jul 19, 2015 1:26 am

Cassie
Seu treino está praticamente perfeito, exceto por duas palavras erradas que eu encontrei: paranóicos e alongação. O correto seria: paranoicos e alongamento.
Parabéns.

+Cantil de Néctar (300 ml)
190 de XP — dobra para 380 de XP.


Damon
Eu já havia explicado a você que colocar mais de um diálogo por parágrafo bagunça o texto, assim torna-se difícil a leitura. Outro problema também é o uso de hífen no lugar do travessão, o que eu acredito, e espero, que tenha sido por ter feito o seu treino num celular. Também encontrei vários erros que poderiam ter sido evitados com o uso do Word ou por uma revisão simples.
Recomendo que continue sendo direto em seus treinamentos, mas não ao ponto de começar uma luta logo no primeiro parágrafo sem permitir que o leitor entenda alguma coisa. Você não disse o nome do seu oponente e do nada o nome surge. Evite isso.
Bom, tente seguir os meus conselhos, pode pedir minha ajuda por MP caso queira.

-10 de HP
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Atualizado por dark side.

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Re: Arena para Armas de Curta Distância

Mensagem por Jason L. Parker em Dom Jul 19, 2015 4:17 pm

I'm bulletproof...
...nothing to lose. Fire away, fire away. Ricochets, you take your aim. Fire away, fire away. You shoot me down but I won't fall...
Treino de Curta Distância
Post #2
O treino com o arco havia sido, de certa forma, um tanto frustrante. Jason ficou imaginando o que teria acontecido se ele estivesse numa batalha real contra um oponente e sabia que, se esse fosse o caso, provavelmente já estaria no reino de Hades. Sua falta de experiência o irritava, mas também fazia com que crescesse um desejo dentro de si de se esforçar cada vez mais e cada vez que pensava na mãe e imaginava o que teria que fazer para encontrá-la esse desejo aumentava mais ainda.

O filho de Éter agora se dirigia até a arena de treinamentos a curta distância, já tendo passado pelo chalé, que continuava tão vazio quanto antes do garoto chegar, já que ele mal permanecia no lugar, para deixar seu arco e pegar a espada, arma com a qual iria treinar. Mais uma vez se surpreendeu com a facilidade que alguns semideuses tinham em manusear aquelas armas, a maioria estraçalhava aqueles bonecos de palha com tanta avidez que Jason imaginou o que aconteceria se estivessem lutando contra um ser vivo. Provavelmente nada de bom.

Se posicionou em um local mais afastado das outras pessoas, afinal, não queria arrancar os olhos de alguém com os provavelmente desastrosos movimentos que estavam por vir. Três bonecos de palha estavam próximos dele, posicionados ao seu redor, mas com distâncias irregulares entre si. O filho de Éter ergueu a espada, se preparando para o ataque. Ainda não estava acostumado com o manuseio daquele objeto, portanto segurou o mesmo por algum tempo, investindo pequenos golpes contra o ar, para se adaptar ao peso da arma. Por fim, iniciou efetivamente seu treino.

Assim como no arco-e-flecha, os primeiros movimentos haviam sido inúteis, não atingindo o alvo ou atingindo com o dorso da espada, o que só causaria um pequeno impacto, mas, com o tempo, o garoto foi pegando o jeito com a arma e conseguira atingir a cabeça do boneco de palha, fazendo um corte pelo qual jorrara um pouco de palha. Depois, girou e atingiu a “barriga” do boneco com a arma, logo depois estacando a espada contra seu peito. Jason sorriu quando viu a quantidade de palha que jazia no chão. O boneco com o qual lutava já estava destruído. Um já foi. – Pensou o garoto.

O filho de Éter passou para outro boneco, deferindo-lhe um golpe contra “seus olhos”, depois aproveitando para decepá-lo, fazendo com que mais palha caísse aos pés do garoto. Agora só falta um. – Concluiu.

Depois, indo para o último boneco, atacou-lhe por trás, fazendo um corte em suas costas. Logo depois, bateu com o dorso da espada na nuca do boneco, o que, se estivesse batalhando contra um semideus vivo, teria provavelmente feito com que apagasse. Continuando, o meio-sangue perfurou o boneco partindo das costas, fazendo com que mais palha ainda caísse no chão. Prontinho. – Pensou, finalizando o treinamento.

De fato, tinha sido um treinamento bem mais eficiente do que com o arco-e-flecha, apesar de que Jason ainda sentia que deveria melhorar sua velocidade e fazer sequências de movimentos ao invés de tratar cada um individualmente, mas, por aquele dia, já estava ótimo. Jason saiu da arena satisfeito, se dirigindo de volta ao chalé para tomar um bom banho e pensar no que faria a seguir.


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Re: Arena para Armas de Curta Distância

Mensagem por Ex-staff008 em Dom Jul 19, 2015 7:13 pm

Jason:
105 de xp, que dobrada vira 210!

Obg por me livrar dessa avaliação, Juju. Agora minha vida de escravo vai ser menos árdua e pesada. Ah, tá att. - Poseidon.
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Re: Arena para Armas de Curta Distância

Mensagem por Drake Saltzman em Sab Jul 25, 2015 9:32 pm




❝Arena


Fazendo presunto de porco de lata





Após frequentar a arena de treino de longa distância, a maratona de treinos do filho de Nêmesis prosseguiu até a área contrária àquela: a parte de curta distância. Alguns campistas sacavam suas espadas e lanças e dilaceravam os bonecos de palha, enquanto outros combatiam autômatos com enormes martelos e machados. E a única coisa que Drake tinha era uma adaga.

O jovem adentrou ao campo de batalha discretamente, procurando uma prole de Hefesto, responsável pelas "máquinas" dali. Logo encontrara Edmund, que lhe perguntou o que queria. Saltzman parou por um tempo, pensando no que faria no seu primeiro treinamento daquela categoria, que talvez fosse a que tivesse maior familiaridade.

- Olha, sou novo por aqui, e tudo que tenho é uma adaga. Eu tava pensando em colocar uns animais, mas que tivessem uma parte do corpo descoberta, sabe, com um fio exposto, de preferência em um ponto vital. Aí, cortando esse fio, o autômato desligaria, que contaria como um morte, caso fosse uma batalha real.

O filho do deus forjador também parou para pensar por um instante, e pareceu entender o que o novato estava falando. Entrou em uma cabine que havia por ali, e barulhos mecânicos eram ouvidos. Quando Harry saiu de lá, outros dois "robôs" saíram também. Corriam sobre quatro patas, avançando ferozmente contra o filho da deusa da justiça. Eram javalis, pelo que parecia.

A primeira criatura metálica pulou a poucos metros do semideus, mas este girou - fazendo com que o animal passasse ao seu lado - e o empurrou para longe dali. O segundo oponente já tivera sorte, e acabou por derrubar Saltzman, caindo por cima do francês. Suas presas estavam a alguns centímetros do rosto dele, que usava a adaga para mantê-lo distante suficiente para não ser ferido. Olhava pelo corpo do animal procurando o seu "Calcanhar de Aquiles", e o enxergou na parte que seria seu pescoço. A prole de Nêmesis levantou a adaga e se protegeu com a outra mão, em seguida enfiando a lâmina na lacuna que havia entre as placas de metal, remexendo-a ali até sentir o corte. Os olhos do javali se apagaram, e este parou de se mover; provavelmente sinal de que aquele havia sido eliminado. O outro voltava a correr, se aproximando novamente do meio-sangue. Quase como um reflexo, Drake deu uma cambalhora para trás e levantou-se rapidamente, escapando do ataque do adversário.

Os ventos se cessaram, e uma nuvem pareceu bloquear o sol. O francês ignorava a presença de outros campistas - cujos sons eram quase inaudíveis para ele, tamanho o foco no autômato. Homem e robô analisavam um ao outro, dando passos lentos. A cria da deusa da vingança procurava o ponto fraco do inimigo, o fio que o desligaria. Seus olhos percorriam toda aquela extensão, mas não vira nada. No outro lado, o filho de Hefesto observava a situação, e ao soltar um sorriso pareceu entender aquilo. O filho de Nêmesis tentava se concentrar ao máximo, e segurou firme no cabo de sua arma. Ele respirou fundo, e dessa vez o próprio semideus foi quem correu.

O animal metálico pulou para o lado, em seguida avançando com suas presas até a perna direita do meio-sangue. Com a lâmina bronzeada próxima de seu dedo mínimo, ele contra-atacou com a arma na cabeça do javali, empurrando-o novamente para o lado. Um barulho estrondante ecoou pela arena após os metais colidirem, e a criatura pareceu rugir. O filho de Nêmesis segurou sua arma com mais força ainda, acertando o golpe na boca do autômato. Saltzman sorriu ao vê-lo se desativar. "Então a arma dele também abrigava sua fraqueza".

Deixou aquele monte de placas mecânicas no chão da arena, e após se ajeitar, Drake seguiu para seu próximo desafio.

coisinhas:

A arma utilizada nesse treino foi a adaga de bronze celestial, comprada no mercado, porém ainda não atualizada.


I've got a wicked demon
And his hunger never fades
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Re: Arena para Armas de Curta Distância

Mensagem por Ex-staff011 em Sab Jul 25, 2015 10:06 pm

Achei esse seu post melhor do que aquele que fez na outra arena! Tenho apenas uma chamada de atenção a fazer: seu template corta o texto, não sei se isso será defeito do meu note ou se o problema é realmente do template. Por favor tente verificar a situação.

Ganhou: 120 XP

ATT PELA ESCRAVA ISAURA POR POSEIDON



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Re: Arena para Armas de Curta Distância

Mensagem por Isabella Fields em Ter Ago 04, 2015 11:45 pm

SEGUNDO TREINO COM ARMAS DE CURTA DISTÂNCIA
WELCOME TO YOUR LIFE THERES NO TURNING BACK EVEN WHILE WE SLEEP WE WILL FIND YOU ACTING ON YOUR BEST BEHAVIOUR

Já se passou uma semana que Isabella chegou no acampamento, e a mesma estava acostumada com a rotina corrida de treinos. Os seus recentes ferimentos já haviam se curado, então Quíron permitiu-lhe que retornasse aos treinos com espadas.

Passará o dia caminhando e fazendo exercícios com alguns semideuses que fizera amizade, e ao cair da noite seguiu para a arena de treinos. O local estava bem iluminado, com tochas por toda sua área. O ar era gélido e o céu estava de tirar o folego. O instrutor separou o pequeno grupo noturno em duplas, pondo Isabella com um filho de Apolo alto e forte. Ele segurava em suas mãos uma espada e um escudo, já Bela carregara apenas a espada que ganhará de seu pai, antes de sua morte precoce.

O garoto cujo nome não quis saber, sorriu e fez uma reverência exagerada:
-Até que o outro se renda querida? Prometo que irei pegar leve!-
-Como quiser!- disse também fazendo uma reverência. Contudo não foi uma boa ideia, no mesmo segundo o garoto atacou, investido sua espada contra a coxa esquerda de Isabella, que não teve tempo de parar o movimento, ganhando um corte superficial ali, da onde saia um pequeno filete de sangue. A garota bufou, o que aconteceu com a historia de pegar leve? Novamente ele investiu um golpe com sua espada, e por pouco Isabella conseguiu desviar com um giro de 45°, e logo despertou, acertando o garoto com a aparte plana de sua espada, fazendo-o cambalear e urrar de dor.

Mas o momento de devaneio de seu êmulo não durou muito tempo, ele virou rapidamente e fez um pequeno corte no rosto de Bela. Agora ela estava irritada, e investiu contra seu adversário, porém ele já esperava por isso e surpreendeu-a com um golpe que nunca havia visto, fazendo sua espada voar para poucos metros dali. Isabella tentou pegar sua espada, mais o garoto a empurrou para o chão com o seu corpo, segurando suas mãos contra o chão:

-Mais que situação constrangedora querida, o que vai fazer agora? Pedir ajuda a mamãe?-
"Mãe! Minha mãe! Como pude ser tão burra?"

A menina fechou os olhos e se concentrou, pensou em sua mãe, na escuridão. Ela era filha de Nyx, estava no seu habitat. Quando abriu os olhos ganhou uma nova onda de força, conseguindo soltar um pouco suas mãos para tomar impulso e dar uma cabeçada no rosto do menino, que com o golpe se levantou atordoado procurando sua espada. Mais ela estava na mão de Isabella apontada para o seu pescoço:

-Ta bom, você ganhou!-
-Também foi um prazer, querido!- Disse com um sorriso irônico no rosto. Pegou sua espada e seguiu para o chalé de Nyx, mais orgulhosa do que nunca.


Tamer!

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Re: Arena para Armas de Curta Distância

Mensagem por Yfkea Jaroszýnski-Kramer em Sab Ago 08, 2015 2:26 pm

Treino


A baça cor do ouro  no céu, exalou um contorno diferente naquela manhã. Yfkea despertara numa profunda agonia depois de um turbilhão de sonhos vindos diretamente da sua infância. Sua mentalidade estava pesada e por isto, tinha que treinar. Ergueu-se da cama um tanto furtiva e socou a parede que ficava atrás de tal. Olhou para o chão com um olhar enigmático, e por puro solavanco afundou a cabeça no travesseiro rugindo furiosamente. Seu gene contestava uma áurea forte e aos mesmo tempo tão bagunçada que nem ela mesma poderia entender. Se trocou rapidamente e em seguida já se via amolando a lâmina da espada. O corpo ficou rígido na saída do chalé de Deimos a caminho da arena : A lança estava empunhada bem atrás de seu pescoço o que detivera-se inclinada. Seus olhos vasculhavam cada rosto e notava que não passava de ambos desconhecidos. Yfkea, tinha uma frágil política que a deixava um tanto excluída em compensação aos demais. Seus cabelos negros com fios brancos , mesmo que exóticos ainda deixavam a levar e mesmo que a notasse poucos dali lhe dariam atenção. Cruzou algumas trilhas e dobrou o riacho seguidamente com a floresta que acoplara até se deparar com a infraestrutura da arena. Sua mão maneou a espada por alguns segundos e sentiu o ar daquela profusa e pesada atmosfera que por lá se abeirava. Encarou de frente alguns campistas que gesticulavam a passar pela sua frente. Abaixou a cabeça e adentrou na fronte até deparar com Quíron. Ele elogiava sua camiseta laranja, presenteada pelo próprio passageiramente e a levava para um pequeno grupo reunido ao canto inferior da arena : Lá visou as faces de três filhos de Nêmesis e um de Thanatos que a encarou imprudentemente. Recuou um passo hesitando a aproximação tomada por eles e proferiu : áurea

— Está bem… O que quer que eu faça, Quíron?  - O centauro então sorriu para ela e pousou o braço entre os ombros da semideusa e disse :

— Não se lembra? Marcamos um treino em conjunto para você e soube que não estava muito bem então… Voalá! - Quis ele tentar uma expressão nova no vocabulário. — Será hoje! - Completou. Yfk maquiou um sorriso nos lábios e um vento sibilou contra seu rosto afastando algumas mexas de seus cabelos.  Refletiu momentaneamente, mas logo decidiu tomar frente e mesmo naquela malevolente melancolia tinha que ser perseverante.  Marchou até a frente se desvincilhando dos braços de Quíron e procurou esboçar o sorriso mais simples que podia. Se virou e deixou a face lívida dar de cara com os justos. Quíron ainda estava receoso pelo estado instável da campista, mas decidiu deixá-la treinar. Liderou a campana ao lado de uma luta contra três campistas e deixou um monitor de olho na semideusa. Seus passos foram remediando a frente daqueles que a olharam e fintou aos poucos os tais. Emanava uma densa energia que emergiu uma assombrosa dúvida : Deve ou não lutar? - A princípio, sua vontade é mesmo a necessidade de enfrentar alguém naquele duro começo de dia tinha que tomar rédias de um bom desfecho. Deixou a espada embainhada na frente do seu corpo e encaminhou-se para o lado de uma das campistas mais experientes e aguardou  o cinismo de um início pródigo. De fato, aqueles por ali de tocaia já se armavam. Uns portavam elmos brilhantes e outros lindos par de botas que jogavam uma luz especial contra a pele da garota que ficava sob a energia solar que invadia os buracos espessos da Arena. Um mais alto se separou do aglomerado e lançou-se de ímpeto contra os tais numa fala branda e alta como um anúncio :

— Ok. Temos uma campista bem aqui que chegou atrasada… Ela se chama Yfkea como Quíron me passou estou certo? - Inquiriu ele num olhar instigado em direção dela. A morena confirmou com a cabeça. Ele posicionou o polegar acima em direção dela e prosseguiu . — Incluam ela num dos dois grupos e começaremos agora! - Esbravejou. Copiosamente, todos se separaram, mas não chegaram a iniciar nenhum confronto. A garota entretanto, perdida não soube decidir com clareza por qual lado se aliar no primário dia de treino coletivo depois de uma sobrecarga de deveres lhe dada como teste de novata. Correu para um lado e deixou seu corpo oculto dentre dois rapazes e aperrou as mãos deixando-as firmes no cabo escuro da lâmina. O monitor, viu a separação e não concordou. Ousou gritar mais uma vez alto e sugeriu um treino as cegas. Correu para trás e pediu encarecidamente a uma campista jovem a emprestar sua caixa de faixas e passou distribuindo dentre os companheiros. Todos se entreolharam e revestiram os olhos com o tal tecido e ficaram francamente imóveis um perante aos outros. Aquele riu abafadamente e abaixou a cabeça agitando-a frenético e pousou a caixa bem ao lado, bateu a mão uma contra a outra e sorriu :

— Resolvi modificar um pouco o plano de curso de nosso treino e tomara que não fiquem zangados… As cegas, terão que duelar um contra os outros e isso será apenas uma simulação do que estará por vir aqui no acampamento.  - Declarou. Todos ficaram parados e apertavam as espadas com uma forte coação dada pelo nervosismo. Ainda sentindo falta de algum detalhe, o bom moço averiguou cada rosto e guardou seus traços até recordar-se  de um detalhe preciso :

— Ah! Antes que me esqueça, deverão de ser instruídos pelo barulho metálico e como todos que vejo aqui estão bem equipados. - Encerrou. O tal se virou e foi sentar-se junto com uma prancheta e pousou-se para as observações.
O bando se virou e deram a inclinação puritana para o início de uma luta. A princípio, muitos se confundiram com as duplas ideais, mas compreendendo o mesmo ignorou e deu pauta para os colegas. Yfkea tinha-se de frente com uma prole de Thanatos que tinha a mesma idade da dela e havia sido reclamado há 5 meses. Ele usou as narinas para sentir o cheiro da menina o primeiro lance : Jogou-se para cima com a espada erguida bem no ar e foi de modo ofensivo ajustando a mira da espada cega em direção do braço pálido da garota. Com o arrulho miúdo da lâmina rasgando o ar, a prole de Deimos virou o rosto abobado para os dois lados até sentir uma aproximação inimiga. Levantou sua lança inclinando para o lado do braço numa demonstração de certa rigidez com o peso e fez o tinir ecoar. O outro tombou para um lado sentindo uma forte tremedeira a enquitar seu corpo e deixou o braço junto com a espada ereta no contorno de seu braço. Andou num passo ligeiro até ela e deixou a mesma cair desembainhada em mais uma tentativa de cortá-la. Os músculos dele de forma estável dava o melhor suporte para reger uma força maior. Quando a mesma entrou em contato mais uma fez numa batida desejada, a semideusa caiu contra o chão não aguentando a pressão e abrangeu uma dolorosa dor a tomar pelo seu braço e uma parte do tórax. Seu coração bateu fortemente dentro do peito e com descuido, a fez esbarrar numa outra dupla que duela bem ao lado. Cerrando as mãos encrespadas contra o chão, a nobre se levantou e deixou os pés perpendicularmente separados somando-se um pequeno espaço. O negro nos seus olhos dificultavam-lhe de fato a visão, mas deixava os outros sentidos mais aguçados. Fungou arraigando e sentiu o mal odor da prole do deus da morte e apertou o arremate da espada pondo na frente do seu corpo no sentido horizontal. Percebeu que o mesmo a rodeou sentindo a respiração rápida da moça, mas como não desistia rápido, a tal cuidadosamente se virou e manejou a espada para cima dele acertando a arma. O som metálico escoou e o tombo dele também. As nádegas bateram no solo e o as mãos dele se encontraram contra o peito. O forte aperto da atmosfera contribuiu com sua queda, todavia mais tarde, se vingou ao erguer-se do chão e correr a frente em alta velocidade e golpear a campista.
[•••]
Para a prole de Deimos aquilo se tornava cada vez mais difícil entretanto, o que mais lhe atraia. A dificuldade era como uma atração que não largava seu gosto de forma alguma… Poderia cair quantas vezes fosse, mas não importava como estava sempre se erguia. Como prontidão ela girou o cabo na mão e aproveitou o taleto herdado de seu pai e girou contra o combatente. Ele que não tinha tal retardamento e ainda por cima era prole do deus das guerras, se defendeu rapidamente e quis revidar num soco em direção do estômago da ruiva. Ela como resultado envergou o corpo e pressionou com a mão no local acertado e deu um manco passo para frente.  Ativou sua intimidação, e pesquisou a atração da energia do oponente e miudamente andou com a espada em mãos. Abusando de sua tão remota habilidade de manusear espadas, Yfk recompôs a velha magia do antepassado e exorbitou do sumo respeito. Aproveitando o poder de imposição, a mesma foi correndo para frente usando apenas a audição e testilhou usando os nervos braçais acuminados na “espada” contra a face lívida do rapaz que caiu contra o chão e largou sua espada. A lâmina forte e concebida por Thanatos para sua prole, girou contra o chão e ouvindo o breve ruído tímido do material. Abaixou a fenda e mordeu seu lábio inferior transmitindo um ar safado e correu até a espada do combatente pegando-a. Direcionou-se com charme para a direção dele e apontou a espada em direção da cabeça que tocou a pontinha no couro cabeludo. Girou, mas não fincou e respirou profundamente até na raiz mental, cruzar a mente dos pior de seus preságios. O monitor que de longe a venerava, largou o tableta e se jogou de onde estava sentado num ar desamigado :
— TREINO ENCERRADO POR HOJE!!

Arma:

Fury - Uma lança de até 2 metros e meio de comprimento, a ponta pode esticar-se com o solavanco do corpo com o suporte físico. Em sua ponta, consiste uma lâmina curva de coloração branca. O cabo é cor roxo escuro e tem marcas pretas ao envolucro. A lâmina como estica, mantém-se bem fixa ao seu arremate garantindo que não caia ou despregue com facilidade.
Poder:
• Perícia com Lanças [Nível 01] - Sua habilidade de manusear tal arma é tamanha que poderás executar golpes fatais mesmo sem nunca ter utilizado uma lança antes.

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Re: Arena para Armas de Curta Distância

Mensagem por Ex-Staff996 em Dom Ago 09, 2015 6:06 pm

Isabella Fields: Um treino um tanto quanto breve e que deixou muito a desejar. Faltaram muitos detalhes que a senhorita poderia ter explorado em seu texto. Como uma filha da poderosíssima Nyx, esperamos muito mais de você. Realmente deixou a desejar, querida. Procure utilizar mais o poder das palavras para descrever sentimentos da personagem, detalhes sobre a batalha e os ambientes... Isso sempre é muito bem vindo.

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Yfkea Jaroszýnski-Kramer:Treino muito bem elaborado, ótima exploração de palavras e detalhes! Meus parabéns! Continue assim... (Estou morrendo de inveja de você).

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Re: Arena para Armas de Curta Distância

Mensagem por Raven Burkhard em Sab Set 05, 2015 11:10 pm

Seus olhos se arregalaram diante a afronta; já no centro da arena, junto ao grupo de campistas novatos que se somavam ao círculo, havia sido ela a escolhida a batalhar de forma passional contra o instrutor – um filho de Ares, robusto e unicamente alto, cujo porte atlético seria taxado de no mínimo, intimidante. Raven engoliu em seco, dando passadelas à frente, tomando em uma das mãos uma das espadas dispostas sobre a bancada, sentindo a empunhadura moldar-se em sua destra. Já a canhota tratou de ostentar um escudo circular, um tanto pesado, mas curiosamente comum à loira.

O sol raiava no alto da abóbada celeste, fustigando o perímetro de batalha com um calor escaldante. Aquele seria apenas um breve treinamento, cujo intuito, como relembrava Raven, era a capacidade de transitar táticas de batalha de modo que um pudesse ensinar ao outro suas estratégias natas. Sendo caloura em tal matéria, acreditava que o mais velho seria piedoso – ou assim preferia, visto que seria sua primeira vez em uma atividade tão brutal.

Mordiscou o lábio inferior, assumindo uma postura defensiva. Içou a espada com movimentos retráteis no ar, acostumando-se com sua forma. O escudo crepitava sob a luz solar, cuja base, os dedos da garota envolviam firmemente. Adorava a sensação de proteção e contra-ataque que tal acessório o fornecia. Sorriu de canto, focando em seu adversário.

— Lembre-se: ataque, contra-ataque ou defesa — ensinou o progênie do senhor da guerra, também adentrando numa postura um tanto ofensiva. Fechou o semblante e investiu, erguendo a espada centímetros a cima do ombro e com uma manobra tão ágil que chegou a deixar o novato um tanto zonzo, desceu a envergadura da lâmina contra a diretriz do peitoral, visando ocasionar um corte na região.

Raven recuou, os reflexos um tanto apurados devido sua atenção máxima nos movimentos realizados pelo instrutor. Alçou o escudo defronte o peito, protegendo-se da estocada; com a deixa, avançou uma passada e rodopiou o punho, tentando atacar o ombro do oponente com a sua espada. Sabia que não possuía chances de vitória, outrora, daria o melhor de si para se sobressair bem naquela pequena atividade.

O rapagão propeliu sua própria lâmina contra a do menor, rebatendo o ataque e afastando o armamento de Burkhard antes que esta concluísse o golpe. Com um afanar do punho, infringiu a empunhadura contra a lateral do rosto da mais jovem, a acertando em cheio, deixando-a atordoado. Raven piscou, tentando se acostumar com a dor incômoda, um gemido baixo escapulindo de seus lábios.

Deslizou os pés ligeiramente para o lado e, com uma súbita agitação do braço que portava o escudo, mirou o tórax do filho de Ares, o impactando enquanto a mão armada subiu um pouco mais e assim, cortou o ar na direção do braço que segurava a lâmina do outro, de igual, ocasionando um corte superficial em sua pele, o que o fez xingar baixo e recuar.

— Muito bem, tampinha! — ironizou o rapagão, um sorriso cínico moldado nos lábios. Observou o braço danificado e percebeu que o ferimento não era nada relevante. A loira franziu os olhos, o observando; manteve a guarda fechada – ou apenas contraiu o tórax e protegeu a tangente com o escudo, acreditando que aquilo a manteria a salvo de qualquer represália por parte do ariano – esperando um ataque do mais velho.

Como cogitado, o instrutor avançou outra vez, desta vez, mirando a lâmina contra o rosto da novata que, de igual, arregalou os olhos, surpresa com o ataque direto. Tentou levantar o escudo para bloquear o golpe, o que acabou lhe retirando a visão de qualquer outra ação que o guerreiro pudesse realizar e assim, fora pega desprevenida quando um soco potente a fisgou na região lateral, próximo às costelas, retirando-lhe brevemente o oxigênio.

Arfou, sentindo então a empunhadura da espada pesada contra o topo de sua cabeça, o que a fez cambalear e tombar sentada, aturdida. O filho de Ares ainda não perdeu tempo e tentou investir um novo golpe contra a menor, mirando agora o seu peitoral desprotegido. Raven, todavia, respirou fundo e lançou-se no solo, rolando para o lado contrário, saindo da rota de ataque do brutamontes. Com um solavanco ergueu a perna, deferindo uma solada contra a coxa do rapaz, pegando-o também de surpresa o fazendo cair ao impregnar parte de sua força no golpe.

A adrenalina lhe correu pelas veias; sentia-se em puro êxtase. Óbvio, não nutria qualquer apreço por ações ofensivas, menos ainda por transitar agressões físicas – no geral, se considerava uma pessoa pacífica, diplomática, cujos problemas eram solucionados com muito diálogo e conversação. Porém, admitia a si mesmo que estava até gostando de extravasar suas energias naquela atividade; golpear, defender, contra-atacar. Era ótima a sensação de vigor encontrada em tal situação.

Grunhiu, tentando voltar a se concentrar na luta. Muniu-se outra vez do escudo e de sua espada e ousou se levantar, voltando à posição atípica de uma gladiadora. O mesmo fez o filho de Ares, exibindo uma faceta de pura seriedade; parecia levar o esporte muito a sério. Certo, pensou Burkhard, liberando um grande suspiro, preenchendo os pulmões com o máximo de oxigênio possível para se manter lúgubre. Vamos lá, murmurou a si mesma, desta vez, tomando a iniciativa de avançar.

Colocou em ímpeto passadelas em direção ao oponente, girando a empunhadura da lâmina em sua própria mão, pronto para uma estocada. Elevou a espada na direção do ombro do veterano outra vez, tendo seu golpe repelido quando o mesmo elevou sua própria lâmina de encontro à do novato. Raven outrora utilizou o escudo, propelindo-o com toda a força contra o cruzado das duas armas, deferindo um bom baque contra o estômago do filho de Ares que retesou, surpreso e arfante.

Este talvez fora o seu erro, confiar demais naquela investida tão simples. O instrutor segurou o seu braço e engatou o armamento num arco quase perfeito por sobre a cabeça, atingindo com força total a lateral do pescoço da loira que soltou o escudo, afoita, e tombou no chão, tonta.

— Aah! Droga, desisto! — gemeu, mostrando a língua para o filho de Ares que acabou rindo, achando a cena bastante cômica.

— Deixe disso, você tem talento, tampinha — arfou, perpassando o dorso do palmo contra a testa, coletando as góticas de suor que se acumulavam ali. Ofereceu a mesma mão para que a semideusa se levantasse e Raven, também rindo cordialmente, aceitou a mão amiga de bom grado, a qual o auxiliou a se reerguer. — Vá descansar, você merece — desfaleceu o olho esquerdo em uma piscadela para Burkhard, voltando-se para atender os demais jovens que esperavam ansiosos por sua vez.

A loira acenou, volvendo o instrutor com seus orbes tempestuosos. Sentia-se exausta, desvanecida, porém ao mesmo tempo sentia-se em júbilo, o êxtase pós-batalha bem presente em seu sistema semidivino. Estapeou as vestes a fim de se livrar dos vestígios de sujeira da terra e cambaleou até um dos degraus da arquibancada, acomodando-se ali. Em breve faria uma visita à enfermaria para tratar dos pequenos ferimentos adquiridos na simulação.
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Re: Arena para Armas de Curta Distância

Mensagem por Juno em Dom Set 06, 2015 12:03 am

Avaliação


Boa noite,
Raven.

➸ Bom.. achei bem legal a sua interação com o NPC, soube dar vida para um filho de Ares, não deixou ele mecânico como a maioria das pessoas fazem com NPCs. Porém, uma coisa que eu digo a todo mundo, e agora irei dizer para você, nunca manipule a narração ao favor de seu personagem. Procure colocar empecilhos em suas narrativas, e claro, procure também ultrapassá-los, mas nunca abuse.

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Re: Arena para Armas de Curta Distância

Mensagem por Fred Ashford em Qui Set 17, 2015 3:00 pm



Espada...

Primeira semana no Acampamento Meio-Sangue. E o resultado? Eu realmente não queria ser um semideus. Mas desde que nasci, estava predestinado a ter esse destino perturbador e sem futuro. É pra constar que a vida como campista não é nada fácil. Além dos treinos exaustivos, a única coisa que nos mantinha em segurança era a droga de um Velocino de Ouro. Sem ele, serviríamos de aperitivos para qualquer tipo de monstros. Como se a vida não fosse tão difícil, não era seguro o mundo dos humanos, nosso cheiro entregava nosso gene olimpiano, impedindo-nos de ter uma vida normal. Antes que um sátiro me resgatasse — da pior maneira possível, devo citar — vivia cambaleando nas ruas de Nova Iorque com pequenos furtos. Na maioria das vezes, enganava os adultos, como um singelo garotinho que perdeu os pais de vista. Desconfiava que tivesse alguma ligação com Hermes, mas as semelhanças acabavam ali. Uma semana e sem amigos, não que me importasse à solidão sempre fora minha melhor amiga e continuaria assim, solitária como sempre fui e continuaria sendo.

Despertei cedo como em todas as manhãs. Todos aqueles semideuses, dormindo em beliches era meu pior pesadelo no momento, sem contar que sou obrigado a conviver com cada um deles. Odiava o fato de vestir a camiseta do Acampamento, laranja e berrante. Em uma mochila rasgada, havia guardado um antigo moletom preto, puído, mas melhor do que essa camiseta horrorosa. Em uma mesa amarrotada para os campistas indefinidos, ou seja, não reclamados por seus pais divinos, fui obrigado a sentar todos os dias e apreciar meu café da manhã com companhia, até há alguns dias, pois fui reclamado por Hades. Isso, sem dúvida, é para os fracos. Apenas jogava parte de minha comida na lareira sem referências e comia meu sanduíche caminhando em direção à arena.

Meus olhos vagaram por todo o lugar imenso. A quantidade de jovens é escassa por essas horas, e assim tão cedo. Meu horário preferido para treinar. A presença dos filhos do deus da guerra é frequente, se precisava encontra-los, era só vir até a arena e encontraria a maior parte deles. Não gostava de seus gênios, temperamentais e impulsivos, os evitava sempre que podia. E bem, esse não era meu dia. O arsenal de armas do acampamento é bem direto. Eu preferia sabres, mais curtos que espadas e maiores que adagas. Empunhei uma espada de ferro estígio que ganhara quando entrei no acampamento, na companhia de um escudo. Detestava os escudos, não conseguia ser tão rápido com eles. No entanto, era preciso para proteger minha própria pele. Aproximei-me de um campista com uma armadura simples de couro. Em seu braço, um lenço vermelho que os filhos de Ares costumavam usar. Pelo menos, a maioria. Sua expressão carrancuda enquanto assistia a um combate de espadas não me impediu de me aproximar deste. Não sorri, apenas cutuquei seu ombro. — Quero tentar. — pedi, numa voz rouca, porém séria e determinada, transmitindo a confiança que tinha em mim mesmo.

Um sorriso abafado escapou de seus lábios, ele me olhou de estreita e seu sorriso bobalhão alargou-se ainda mais. — Você, lutar? — Debochou, ainda rindo. Coloquei uma de minhas mãos no quadril, quase o acertando com a ponta de minha espada. — Se tivesse servindo de palhaço, eu cobraria, seu idiota. — respondi entre dentes, irritando-me com o deboche da prole do deus da guerra. A verdade era que sabia que ele cederia e lutara contra mim. Talvez não me esmagasse como um inseto. — Pois bem, novato. Vamos ver se sobrevive a isso. — ele desembainhou a espada e se pôs em uma pose de ataque. Ele não usava escudos, eu sabia que não seria necessário pela habilidade que provavelmente teria em combate. Afastei-me do mesmo, cambaleando desajeitadamente para trás. Apertei o punho de minha espada, direcionando-a para o filho do deus da guerra, que sorria como se a batalha estivesse ganha.

Ele avançou em minha direção como um cometa. Senti a parte superior de o cabo bater contra minhas costas antes que se quer pudesse pensar. E de repente, havia caído de forma humilhante diante de toda a arena. As palmas de minhas mãos arranham-se com minha queda, e meus jeans foram sujos de terra. Só pude ouvir a risada do filho de Ares bem atrás de mim, desafiando-me a lutar. Levantei da maneira mais digna que pude. Lancei um olhar frio em direção à prole do deus da guerra e direcionei meu escudo a frente, tampando meu busto e parte de meu rosto. Em um grito, avancei em direção ao campista. Ele desviou de minha direção, empurrou o cabo de sua espada contra o meu busto e me deu uma rasteira. Cai de costas no chão, deixando que meus dedos escapassem de meu escudo e fosse lançado há alguns metros de onde me encontrava. Uma dor lancinante dominou minha barriga, a das costas nem se comparavam a isso. Era como levar um soco no estômago, e já tinha experimentando ambas as sensações. Mas era outra história.

Os risos dos filhos de Ares dominaram a arena. Não corei como muitos teriam feito, abominava qualquer tipo de reação constrangedora. Deixei meu escudo aonde ele se encontrava e levantei novamente de maneira mais sutil. A prole da guerra encontrava-se de costas, rindo com seus irmãos. Apertei o cabo de minha espada e avancei em sua direção, novamente. O barulho metálico invadiu a arena, ambas as espadas se tocando. Numa agilidade incrível, ele se defendeu de meu ataque. — Jamais ataque um inimigo pelas costas. — e então ele fez um movimento agressivo com sua espada, que não cortou meu pescoço ao encontro da minha. Ele havia se esquecido de que era um semideus como ele, e meus ambos os reflexos iguais. Ele sorriu e brandiu a espada novamente, numa série de golpes agressivos em minha direção. Impotente, me defendia com minha espada ou desvencilhando de sua espada afiada e prateada. Violentamente, ele acertou minha barriga e bateu com o cabo de sua espada em minha mão. Minha espada de bronze escapou de meus dedos doloridos e tombou no chão, tilintando na superfície terrosa. E se não bastasse, sua lâmina encontrava-se em meu pescoço, um movimento e teria minha cabeça decepada. — Pense na próxima vez de desafiar um filho de Ares. — o avisou, cuspindo no chão e em seguida, caminhando sorridente em direção a um grupo de seus irmãos. Numa derrota humilhante, peguei minha espada e caminhei em direção ao arsenal, pronto para devolver as armas que jamais usaria em público novamente.


Itens Levados:
• {Protego} Espada de 90cm, feita de ferro estígio. Sua lâmina mede cerca de 70 cm, e sua base é mais grossa que a ponta. A guarda-mão é em forma de um crânio que tem seus dentes pontudos virados na direção do início da lâmina, como se ela saísse de sua boca. Os olhos do crânio são feitos por dois rubis que parecem brilhar quando está em combate. O cabo e a espiga são revestidos por um couro escuro, o mesmo tipo usado em sua bainha. Na lâmina há desenhos de um cão, um sátiro e um semideus correndo na direção de um pinheiro.

• Escudo do arsenal.


Para uma mente bem estruturada,
A morte é apenas uma aventura seguinte.
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Re: Arena para Armas de Curta Distância

Mensagem por Ex-Staff996 em Sex Set 18, 2015 4:54 pm


Boa tarde Fred,

Queria lhe dizer que gostei muito desse treino, na maneira como detalhou, interpretou seu personagem  muito bem, e principalmente, como não se deu vantagem na batalha. Vejo que não é mais um dos filhos de Hades metidos a besta, que acham que são os reis do mundo, continue assim querido.

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Re: Arena para Armas de Curta Distância

Mensagem por Dominic Gautterier em Dom Set 27, 2015 11:06 pm

A lua brilhava grande e impotente sobre o céu. O satélite parecia uma cópia idêntica de quando iluminava os céus na noite em que eu havia chegado no acampamento meio-sangue. Naquela mesma noite eu havia feito a promessa de me fortalecer, e matar todos os monstros possíveis, para me vingar da minha vida antes do acampamento, que fora arruínada pelos mesmos bestantes, que divídiam o mundo com os humanos e meio-humanos. Porém, até o momento, eu não havia feito nada produtivo, os dias se transformaram em semanas e até agora eu não havia matado nenhum monstro , e nem ao menos havia feito algum treinamento. Por isso, entusiasmado, decidi que aquele seria o momento perfeito para por os meus dons naturais de lutador em prática.
Eu peguei a minha arma no chalé, a única que eu tinha, um longo sabre que era ajustado perfeitamente ás minhas costas, então fui até a arena.


A arena estava vazia, então decidi lutar contra alguns bonecos, visto que eu poderia passar vergonha, já que os outros lutavam contra monstros, e eu contra seres inanimados de palha e combertos por tecido vagabundo.
Eu fiquei de frente para dois bonecos, ambos de coloração marrom claro, olhos mais atentos perceberiam que se tratava de beje ou mesmo um branco, no entanto encardido.
Eu saquei meu sabre, desajeitadamente, eu não tinha nenhuma pratica, não sabia ao menos como empunhar uma arma. Desferi um golpe diagonal de cima a baixo, errando apenas por alguns centimetros, sendo que a lâmina passou acima da cabeça do primeiro boneco, raspando a madeira do ombro do segundo.
A minha paciência já estava se esgotando, eu mirei a espada no peito de um dos bonecos e dei uma forte estocada, a espada penetrou o corpo do coneco, enterrou apenas a ponta, que ficou presa, necessitou de um puxão mais forte para se soltar do boneco.

Depois de alguns minutos praticando com o sabre, eu já me arriscava a dar golpes mais elaborados, visando arrancar orgãos. Segurei o sabre da melhor maneira possível, e girei de lado, acertado a lâmina em cheio no pescoço do meu alvo. A cabeça imediatamente pendeu para o lado, e depois de alguns instantes caiu no chão.
Dei um passo para o lado, para ficar de frente para o segundo boneco. Flexionei os joelhos o máximo que pude, então saltei, estendendo a arma, que atravessou o boneco, parando aonde deveria ter uma boca. Retirei a minha espada. Eu estava soando um pouco, e estava satisfeito de treinamento pelo dia.
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Re: Arena para Armas de Curta Distância

Mensagem por Psiquê em Ter Set 29, 2015 7:26 pm

Dominic Gauterrier
Como já comentei na outra avaliação, sua escrita é boa. Desta vez notei pequenos erros gramaticais, mas pode resolvê-los com a ajuda da revisão e do corretor do Word.
Também o problema principal que encontrei foi a falta de detalhamentos, tente expor melhor suas emoções e pensamentos!

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Re: Arena para Armas de Curta Distância

Mensagem por Allen K. Neø.-Charbonneau em Dom Jan 24, 2016 3:21 am

The Crown.
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So close I can taste it
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Longa madrugada, tempo não passa, não flui na velocidade normal, estava mais lento do que costuma ser; nuvens cerradas e carregadas de raios no lado exterior. Trovões ecoam pelo aos arredores do Acampamento Meio-Sangue, sons quase explosivos que faziam com que os vidros tremulassem simultaneamente, talvez, assustados; além de clarões que surgem subitamente em diversos estratégicos pontos naqueles conjuntos amontoados e visível de partículas diminutas de gelo ou água em seu estado líquido que se encontram em suspensão na atmosfera – pode simplesmente chama-los por nuvens. Ele, filho do deus grego do submundo – Hades -, dorme em seu assombroso quarto de coloração negra sem nenhum ornamento localizado em seu chalé. Está de ventre para cima, como costuma descansar durante a noite quando não está acordado fazendo algo, ou absolutamente nada. Seus sonhos se resumem a escuridão, completa e profunda escuridão. Enxerga somente o breu; parecia estar em necrose.
Continua com sua morte de sonhos – provavelmente são pesadelos - até o despertador o despertar às 6h da matina. Suas pálpebras se levantam devagar, pesadas e sentem de sonolência; primeira coisa que avista é o teto logo acima, sua visão dói de puro cansaço, mesmo não ter feito nenhuma qualquer coisa no dia anterior. Ergue a parte superior do corpo, ficando inclinado para frente ainda sobre o leito. Coça as vistas, já que seu sentido visual permanece turva, mas logo voltou à normalidade. Respira, suga ar e o leva para os pulmões através das vias respiratórias; escuta claramente o som dos pingos caindo pouco a pouco no lado de fora. Engole um seco ao se levantar de onde deitava anteriormente. No banheiro, se lava, e em seguida, escova os dentes depois de ingerir um pão com manteiga e café preto.
O relógio demarca 6:30h ao término da rotina matinal da cria de Hades, porém, só sai de sua moradia 30min depois. Um ímpeto cogitar tem no acampamento de pessoas, mesmo com o clima tempestuoso que naquele faz hoje; o moreno seguia desviando das mesmas com um andar suavemente lento. Sua roupa – calça jeans de cor azulada, camiseta negra com detalhes branco, e par de All Star (tênis) cinzento – molham-se sob as gotículas que do céu eram expulsas. Tempo correu, chegou ao objetivo, a arena de espadas e adagas, cerca de 7:30h; onde pôde observar a amplitude dimensional do local, além dos objetos usando como treinamento: bonecos, autômatos, alvos móveis. Se desloca até uma estante posicionada em certo ponto do lugar, nela há os equipamentos e armas do treino, havendo desde espadas a adagas, foices a escudos – “???” – Jesse não sabia o que escolher para se fortalecer. Após um breve refletir, pega uma espada de dois gumes de 70cm (60cm de lâmina e 10cm de punho) feita de aço, e um escudo de forma circulas com 50cm de diâmetro feito de ferro. A mão direita empunha a arma laminada enquanto a esquerda, o equipamento defensivo.
- E agora ... – falou ele num tom baixo. Da sua esquerda brota uma figura masculina de porte físico robusto, cabelos negros, pele caucasiana, barba mal feita e que carrega consigo uma espada longa de uns, mais ou menos, 80cm de lâmina.
- Hey – disse o rapaz.
- Olá – cumprimentou friamente a cria de Hades.
- Serei o seu parceiro de treino – falou o cara desconhecido – Sou filho de Ares.
- Se assim quer – indaga, revira os olhos – Sou filho de Hades – complementa, Jesse.
Ambos se afastam, ficam 5m um doutro. Encaram-se, ambos lapidam um olhar sanguinário – Vamos começar! – exclama a prole do Deus da Guerra.
- Uhum – solta, descontente, o outro. Logo, ele visa o adversário a mover cuidadosamente em sua direção em velocidade lenta. A espada do filho de Ares está apontada aos céus, posição de combate dele; a prole do Deus do Submundo já se posiciona de modo diferente: o escudo a frente do corpo, tampando o toráx até a boca, os olhos podiam ser vistos, esses que visam, ainda, o oponente; a espada de aço está dum jeito que parece que ele vai lançar uma investida com a mesma, mas teria outros fins (?).
- AAAAAHHHH – pronunciou o garoto guerrilho lançando um corte vertical lentamente devido ao peso da arma e o mesmo não ter força suficiente para manejar espada de tal porte; o garoto Krawczyk maneia seu escudo, o qual é erguido, para parar o lento ser, porém, forte impacto ataque o fez recuar brevemente, mas, avançou e aproveitou a guarda aberta para, rapidamente, aplicar um superficial corte sobre a panturrilha da perna direita do “companheiro”, esse que não pôde conter o curto e baixo grito.
Jesse arma os equipamentos da mesma forma que anteriormente foi descrita, e toma distancia com passos para trás, permanece a visar o outro a estancar a pouca evasão sanguínea no local do golpe, esse que se recupera logo. O semideus do deus do submundo tinha um olhar frio; o adversário parece convicto que venceria – Vamos – comenta; um sorriso sarcástico se formou no rosto do moreno do submundo – Achei que os filhos de Ares pudessem fazer mais do que isso – piscou só com um olho – Mas, aparentemente, eu estava errado – era uma estratégia para despertar o verdadeiro guerreiro dentro da cria do Deus Guerreiro; exclama o forte rapaz – Maldito! - complementa – Irei te estripar!
O sorriso prossegue estampado no jovem de cabelos castanhos – Assim que gosto de ouvir – mordiscou o lábio inferior sadicamente – Vem ... – o pulso da destra mão (a que empunha a arma laminada) faz um movimento que a mão em si começa a girar e, consequentemente, a espada também, ele tenta atiçar o oponente. Para, baixa o membro direito, logo, levanta-o na posição de combate novamente.
O oponente urra enquanto corre precipitadamente, e próximo a Jesse, com um movimento diagonal, aplica um corte ligeiramente mais rápido do que o anterior, porém, com o arquear para trás, ele desvia. Krawczyk dá uma investida com o escudo na região abdominal, assim, o que sofre a ação é jogado um pouco para trás. Jesse resolve tomar a investida; tira o escudo e o atira em direção da cria da guerra enquanto corria, porém, esse teve sua esquiva eficaz com o movimento corporal que dera, e não escapa do segundo ataque feito logo em seguida que é um corte horizontal e superficial na região torácica. Ajoelha-se com o golpe levado; Jesse encontra-se distraído e é derrubado, pois fora acertado nas pernas com uma pancada com o equipamento defensivo antes lançado. Depois, simultaneamente se ergue, assim como o outro.
Os olhares se cruzam por breves e singulares segundos, até que, mais uma vez, o colosso usa as pernas para se deslocar vindo até o filho de Hades, esse que não pôde segurar o perspicaz sorriso lapidado em seus róseos e finos lábios, porque tinha armado uma estratégia. A longa espada do filho de Ares tenta apanhá-lo com um movimento vertical; o jovem Köppel Krawzcyk desvia usando a sua flexibilidade e velocidade com um salto para o lado esquerdo, lança chute o local donde dera o primeiro ataque (na panturrilha direita), fazendo com que a dor retorna-se e, em seguida, faz um ataque vertical sobre o tórax, gerando um sinal de mais (+) no ventre da prole de Ares, o qual se afasta e joga a espada no chão – Desisto – ofega – você venceu; o moreno do submundo também respira simultaneamente e rapidamente – Lutou bem – encara-o friamente como se ainda tivesse em combate – Mas eu venci – saiu.


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Re: Arena para Armas de Curta Distância

Mensagem por Lara Polli em Dom Jan 24, 2016 5:38 am



"Treino de adagas"


Parada diante do boneco, empunhava a adaga que havia comprado no mercado do acampamento, encarando meu adversário antes de deferir um corte vindo de seu ombro direito até o esquerdo, segurando a arma com a destra. Imediatamente, abaixei-me apoiando as mãos no chão ao lado do corpo, realizando um chute na base do adversário imaginário onde ficariam seus joelhos, certa de que, caso fosse real, aquilo retiraria sua base de equilíbrio. Com rapidez, coloquei-me em pé afastando as pernas levemente flexionadas.

Os olhos azuis pareciam fixos no alvo, sem se atreverem a olhar nem mesmo por um instante para qualquer outro ponto, enquanto os cabelos desarrumados caíam do rabo de cavalo mal feito em minha cabeça. Já em pé, posicionei os braços dobrados em paralelo, um sobre o outro, enquanto a lâmina acompanhava o percorrer do pulso, virada em reverso. Com as pernas sutilmente flexionadas e afastadas, comecei mais uma sequência de golpes, procurando sempre incrementar melhor minha velocidade.

Com um movimento rasteiro, segurei o braço do boneco o puxando para frente ao separar os braços, cravando a ponta da lâmina da mão oposta ao estender o braço da empunhadura, mirando a lateral das costelas do mesmo e dando um passo para trás em seguida, a fim de escapar de golpes repentinos que sabia que aconteceriam se aquele fosse um oponente real. Sem soltar o braço, chutei a perna traseira para frente, inclinando o tronco de lado ao mirar o diafragma do boneco com o pé.

Mais um passo para trás foi dado quando, em um movimento rasteiro, joguei a adaga para a destra, realizando dois cortes diagonais no tronco do adversário, primeiro vindo do ombro direito até a cintura do lado esquerdo dele e depois mudando de posição. Sem hesitar, aproveitei o movimento de rotação para deferir mais um golpe usando as pernas, puxando-o pelos ombros com uma das mãos e jogando o joelho direito na direção da virilha do mesmo, afastando-me mais um passo.

Cortando o ar em um movimento horizontal vindo da direita para a esquerda, na altura do pescoço do boneco, mantinha os olhos que já exalavam uma aura de eletricidade fixos no mesmo, compenetrada nos movimentos. Já sabia que lutas de curto alcance eram meu ponto forte, mas precisava me manter sempre em forma para esse tipo de modalidade que exigia tanto do campista. Abaixei o tronco para desviar de um ataque simulado em minha direção e, imediatamente após me reerguer, apontei com a lâmina à minha frente, cravando-a no ar em mais um golpe para mantê-lo à distância. Em seguida, dei o treino de adagas por encerrado.


Off:


x Ainda não fui atualizada no mercado, mas já fiz a compra.
x Desculpem o tamanho do texto, mas a letra e o fato de ir direto ao assunto deixam ele menor, pois me concentro mais nos golpes.
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Re: Arena para Armas de Curta Distância

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