Arena para Armas de Longa Distância

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Arena para Armas de Longa Distância

Mensagem por Big boss em Dom Maio 17, 2015 4:22 pm

Relembrando a primeira mensagem :


Arena para Armas de Longa Distância


Tal arena é especializada para o treino com armas de longa distância, ou seja, que serão melhores eficazes quando não estão próximas do oponente. Há diversos alvos disponíveis para o uso dos semideuses, além de autômatos para batalhas. Mais aos fundos, há uma área branca criada pelos filhos de Hefesto que simulam através de uma maquina, um cenário aleatório de obstáculos especializados para longa distância, dando a impressão que o semideus realmente esteja no lugar.

I. Post's com menos de dez linhas serão desconsiderados.
II. Cuidado com a gramática, pois está valerá boa parte de seus pontos.
III. O máximo de xp's conquistados nessa área é de 200.
IV. É permitido apenas um post em cada uma das arenas por dia.

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Re: Arena para Armas de Longa Distância

Mensagem por Convidado em Dom Jul 19, 2015 1:00 am

Jason
Esse foi um ótimo treino, curto, porém sem erros, sem desvios e bem descrito. Poderia ter deixado um pouco mais extenso e detalhado melhor o uso do arco, assim como o próprio personagem e o cenário; contudo, você deu atenção aos pontos principais e isso resultou em algum muito bom.

+190 de XP — dobra para 380 de XP.

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Re: Arena para Armas de Longa Distância

Mensagem por Madison Köhler Schmittel em Dom Jul 19, 2015 11:52 pm

training

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Nothing

E mais uma vez a minha ilustre pessoa se dirigia para o treino de arco e flecha, apesar de que minhas habilidades não eram boas com aquela arma, eu realmente tinha gostado dela. Caminhei pelo acampamento com o arco na mão e uma aljava com algumas flechas nas costas, fui até o local onde tinha arrumado tudo para treinar, um lugar no meio da floresta e eu tinha desenhado alguns alvos numas árvores ali. Ignorando os pequenos animais que me observavam ali comecei a me preparar, estava determinada a acertar todos os alvos. Imaginei uma linha de tiro, que era a linha que ficava entre eu e o alvo e afastei minha perna de modo que a linha imaginária ficasse entre elas, como meu olho dominante era o direito segurei o arco com a mão esquerda; Deixei minha postura reta e relaxada, tentando ficar confortável, mas firme. Assim, formei um “T” com meu tronco e ombros, apontei o arco para o chão e encaixei a haste de uma flecha que eu tinha pegado na aljava em minhas costas na rabeira do arco.

Manti meu dedo indicador acima da flecha e os dedos médios e anelar abaixo, como sempre fazia, estava concentrada no que estava fazendo quando um barulho me chamou atenção, levantei os olhos e vi um coelho na frente de uma das árvores que eu tinha desenhado um alvo, meus lábios se curvaram num pequeno sorriso, eu não gostava muito de matar animais, mas seria mais interessante se eu acertasse ele, tentei fazer o mínimo de barulho possível para que o lindo coelho branco não fugisse; Levantei e posicionei meu arco, mirando no coelho que parecia não saber o perigo que estava correndo ali, já que estava de costas pra mim e manti meu braço que estava segurando o arco em direção ao alvo, deixando meu cotovelo paralelo ao chão, suspirei duas vezes com calma e puxei a corda juntamente com a flecha em direção ao meu rosto e sem pensar duas vezes, deixei meus dedos relaxarem, fazendo com que a flecha atravessasse o local em direção ao lindo coelho branco.

Mas uma vez um pequeno sorriso se formou em meus lábios quando vi os pêlos branquinhos do coelho ficar vermelho sangue, eu tinha acertado bem na cabeça do pobre coitado, mas até que tinha sido melhor assim, pelo menos tinha o poupado da dor. Deixei o coelho pra lá e peguei outra flecha da aljava, a ajeitei no arco, mirei no alvo que tinha na árvore perto do coelho morto, suspirei calmamente duas vezes e deixei meus dedos relaxarem, escutei o zumbido da flecha indo em direção ao alvo e me arrepiei, não sabia como, mas aquele barulho me deixava meio agoniada; Novamente tinha acertado o alvo, sorri, satisfeita comigo mesma e mudei de posição, girando para o lado direito e pegando outra flecha da aljava, encaixei a haste da flecha no arco, mirei e soltei, a flecha fez o zumbido que fez eu me arrepiar novamente e foi direto para o alvo. Aquilo estava ficando entediante, então resolvi procurar coisas vivas para atirar. Peguei as flechas que estavam agarradas nos alvos e a que estava no coelho morto e fui andar pela floresta.

Não demorei muito para encontrar alguma coisa para atirar mais flechas, primeiro, encontrei um pobre esquilo perto do lago e não demorei muito em posicionar a flecha no arco, mirar no esquilo e atirar. Porém eu não me concentrei o bastante, fazendo com que a flecha passasse de raspão pelo esquilo que saiu correndo e foi parar numa árvore do outro lado do lago, soltei um suspiro pesado, uma flecha perdida. Pelo jeito eu deveria ter ficado só nas árvores mesmo. Depois de algum tempo decidi parar de tentar matar bichinhos inocentes e prometi a mim mesma que só faria isso na hora de fazer os rituais, sendo assim, voltei ao local que estavam as árvores marcadas, peguei mais uma flecha, posicionei no arco, mirei e atirei. A flecha saiu zumbindo pelo ar e eu acertei mais um alvo. Decidi que já bastava por aquele dia, eu poderia voltar mais tarde se quisesse. Peguei a flecha que estava agarrada na árvore e saí caminhando de volta ao acampamento.  



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Re: Arena para Armas de Longa Distância

Mensagem por Madison Köhler Schmittel em Seg Jul 20, 2015 1:04 am

training

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Nothing

— There's a lady who's sure all that glitters is gold and she's buying the stairway to heaven. When she gets there she knows if the stores are all closed… — Cantarolei enquanto me levantava da cama, já tinha passado da hora de eu me levanter e ir treinar, mas a preguiça bateu depois do almoço e eu acabei dormindo. Tomei um banho rápido, vesti um short jeans, a blusa do acampamento e coloquei meus tênis all star vermelhos surrados e prendi meus cabelos num rabo de cavalo alto; Tinha decidido que iria treinar arco e flecha, sabia que era melhor com lanças, mas gostava de arcos e flechas, gostava de treinar com eles e atirar em coisas. Saí do chalé com um caderno na mão, onde eu tinha inscrito um tutorial sobre como usar arco e flecha e peguei um arco e uma aljava com 20 flechas emprestado do acampamento e fui andando até a floresta, tinha arrumado alguns alvos de manhã numa clareira, para que pudesse me concentrar melhor, era bom ficar longe de todo o burburinho do acampamento. Enquanto andava até a clareira, eu lia o caderno e ia passando as regras mentalmente, tentando não me esquecer de nada e assim que cheguei à clareira depositei a aljava no chão e me pus a observar o arco, tinha que me lembrar de como usar aquilo, já que fazia um pouco de tempo que eu tinha treinado com um arco e flecha.

Quando vi que não tinha esquecido de nenhuma regra, peguei uma flecha na aljava e me certifiquei de ficar a mais ou menos 5 metros de distância do alvo que eu tinha pendurado numa das árvores ali, ia começar a atirar quando uma coisa me parou... Eu tinha esquecido meu olho dominante e isso era extremamente importante, pois se não soubesse qual era o olho dominante (ou o olho que é mais preciso na mira), então me lembrei de um truque que eu tinha aprendido para saber qual era meu olho dominante, coloquei o arco e flecha no chão e estendi minhas mãos para frente, juntando-as e deixando uma abertura entre os polegares e indicadores e com os olhos focados no alvo (Um círculo grande pintado de vermelho com uma pequena bolinha preta no centro), comecei a aproximar lentamente minha mão para meus olhos, sem perder de vista o alvo; Como isso descobri que meu olho dominante era o direito, isso indicava que eu deveria segurar o arco com a mão esquerda e puxar a corda com a direita.

Peguei o arco com a mão esquerda e segurei a flecha com a mão direita e voltei a me posicionar a uns 5 metros do alvo, deixando meu corpo ficar perpendicular ao alvo e em seguida, desenhei uma linha de tiro imaginária que ficava entre o alvo e eu, afastei minhas pernas, fazendo com a linha ficasse entre elas e de modo que meus pés formassem uma linha direta para o alvo, deixei que meu corpo ficasse reto e respirei profundamente, tentando relaxar, comecei a pensar em coisas felizes, momentos bons que eu tinha passado e que agora me ajudavam a relaxar, finalmente, quando achei que estava pronta, apontei o arco para o chão e me preparei para posicionar a flecha, encaixei a haste da flecha na rabeira da corda, segurei a flecha levemente na corda, mantendo o dedo indicador acima na flecha e os dedos médio e anelar abaixo.

Levantei o arco com calma e posicionei ele em direção ao alvo, puxei a corda em direção ao meu rosto e antes de soltá-la, suspirei novamente duas vezes, me certificando de que estava relaxada, e então... Deixei que meus dedos relaxassem, fazendo com a flecha atravessasse a clareira enquanto fazia um “zuuum”, mas diferente do que eu esperava, em vez de bater no alvo, a flecha bateu na árvore ao lado, pelo jeito minha mira estava pior do que eu pensava, só depois de olhar para a flecha notei que estava sentindo uma dor aguda no braço em que segurava o arco, olhei para ele e tinha uma marca roxa ali e então me lembrei de uma das regras que eu tinha anotado no caderno, “Sempre use protetor de braço”, soltei um suspiro, agora era tarde demais e eu tinha que continuar o treinamento. — Droga... — Resmunguei enquanto caminhava até a árvore que tinha a flecha fincada e a tirava de lá. — Eu devia ter montado alvos melhores — Sussurrei para mim mesma, atirar em coisas que não se mexiam era muito chato.

Voltei a me posicionar a pelo menos cinco metros do alvo e repeti todo o processo anterior, abaixei o arco, posicionei a flecha, levantei o arco e ajeitei minha postura, comecei a pensar em coisas que me deixavam calma e deixei minha respiração mais regular, e então... Relaxei meus dedos sobre a corda e deixei que a flecha atravessasse a clareira novamente, dessa vez ela pegou na parte vermelha do alvo, sorri, um pouco satisfeita comigo mesma e fui a aljava, pendurei ela em minhas costas, assim seria mais fácil para eu pegar as flechas, estiquei meu braço até a aljava e peguei outra flecha, voltei a me posicionar da maneira certa, apontei o arco para o chão, posicionei a flecha no arco, levantei o mesmo e mirei para o alvo e agora, sem pensar duas vezes, atirei; A flecha atravessou a clareira e atingiu o pontinho preto, sorri e fui pegar minhas flechas, voltaria a treinar na arena, lá tinha bonecos de palha que poderiam me servir muito bem.

[...]

Quando cheguei na arena, fui direto para o cantinho que tinha uns bonecos que se mexiam, eles estavam posicionados um do lado do outro e se mexiam, dificultado para que o “arqueiro” acertasse a flecha. — Quer que eu acione pra você? — Ouvi uma voz perguntar e olhei para o lado e encontrei uma menina de cabelos negros e olhos da mesma cor. — Sou Abbey, filha de Quione — Ela se apresentou e esticou a mão, apertei a mão dela. — Madison, filha de Hécate – Falei dando de ombros, como se aquilo não importasse muito e de fato: Não importava. — Meio estranho uma filha de Hécate treinar arco e flecha, mas vamos lá — A garota falou e acionou os bonecos que começaram a se mexer de um lado para o outro, peguei uma flecha na aljava em minhas costas, posicionei no arco e mirei, mas era difícil tentar acertar quando o alvo ficava se mexendo. — Tente se concentrar apenas no boneco, um de cada vez, depois vai ficando mais fácil — Ouvi a voz de Abbey me instruindo e assenti, certa de que a garota estava me observando. Tentei esvaziar minha mente de tudo ao meu redor e focar só nos bonecos, deixei que meu corpo relaxasse e tentei deixar minha respiração regular, mirei novamente e sem pensar duas vezes, soltei a flecha, deixando que ela atravessasse a arena em direção aos bonecos se mexendo, mas todos os bonecos conseguiram “desviar” e a flecha parou na parede atrás dos bonecos.

Peguei outra flecha, mirei e atirei, mas errei novamente e estava começando a ficar irritada com isso, pelo jeito era melhor usar os alvos que não se mexiam. — Concentração, Maddie — Abbey me instruiu novamente e eu assenti, meu braço estava doendo das flechas que eu já tinha atirado e isso fazia meus olhos lacrimejarem, dificultando um pouco minha visão, antes de pegar outra flecha passei a mão pelos olhos e pisquei, tentando fazer com que eles parassem de lacrimejar e felizmente consegui. Peguei outra flecha, posicionei no arco, mirei e atirei, a flecha pegou na cabeça de um dos bonecos que parou imediatamente de se mexer, sorri e peguei outra flecha, posicionei a mesma no arco, mirei e atirei sem pensar duas vezes (Descobri que isso era melhor que pensar em coisas felizes para me acalmar) e novamente a flecha atravessou a arena e acertou um dos bonecos na barriga, que parou de se mexer.

Repeti o processo até que todos os bonecos estivessem “mortos” e quando acabei deixei que o arco caísse de minha mão, agora em meu braço haviam cortes que não paravam de sangrar, fiz uma careta. — Melhor você ir cuidar disso aí — Abbey falou enquanto analisava meu braço, sorri e assenti, mas antes de ir a enfermaria, voltei a pegar o arco que estava no chão e peguei a última flecha que tinha na aljava, posicionei ela no arco e mirei em um alvo que estava pendurado acima dos bonecos que se mexiam, era um boneco de palha e eu estava afim de fazer palha voar naquela arena, mirei e deixei que meus dedos relaxassem sobre a corda do arco, deixando que a flecha atravessasse a arena como das outras vezes, só que dessa vez em direção ao boneco que estava pendurado no ar, a flecha atingiu o boneco que foi perfurado e palha começou a voar para todos os lados, soltei leves gargalhadas. — Criança feliz — Ouvi a voz de Abbey murmurar e dei de ombros, era legal ver coisas “explodindo”. Decidi que já tinha causado estrago demais para um dia só (nos bonecos e em meu braço), catei as flechas e as coloquei de volta na aljava, voltei a guardá-las junto com o arco em seu devido lugar e caminhei em direção a enfermaria.



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Re: Arena para Armas de Longa Distância

Mensagem por Ex-staff008 em Seg Jul 20, 2015 7:28 pm

Madison, ótimos treinos!

Recompensa pelos dois:
300 de xp = 450 pelo double ( somente um treino teve double)
200 dracmas
25 flechas de bronze celestial

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Re: Arena para Armas de Longa Distância

Mensagem por Madison Köhler Schmittel em Ter Jul 21, 2015 11:58 pm

training

ANOTAÇÕES
Nothing

— Flechas explosivas? — Perguntei enquanto analisava aquelas flechas esquisitas. — Sim, eu vi que você tinha se saído bem no seu último treino e resolvi trazer essas pra você treinar — Ouvi Abbey falar, dei de ombros, tinha achado que a garota tinha ficado maluca quando tinha me tirado do chalé ás nove horas da manhã dizendo que eu tinha que aparecer na arena de arco e flecha. — Tudo bem, o que eu tenho que acertar? — Perguntei e voltei minha atenção a garota, ela sorriu e apontou para os alvos montados num canto da arena. — Eles se mexem? — Perguntei e ela assentiu. — E são feitos de palha — Acrescentou, assenti e peguei a aljava cheia de flechas explosivas.  — Mas só vão explodir se você acertar a bolinha preta — Ela disse que apontou para um ponto fixo nos bonecos. — Obrigada — Agradeci a Abbey e pedi que ela fosse acionar os bonecos; A verdade era que eu não estava muito a fim de atirar flechas de novo, fazer aquilo acabava com meu braço, eu estava começando a ficar com pequenas cicatrizes, mas gostava de ver bonecos de palha explodindo.

Os bonecos começaram a se mexer e eu me preparei para atirar neles, criei a linha imaginária, me posicionei de forma que ela passasse entre meus pés, deixei meu corpo relaxar, suspirei e apontei o arco que eu tinha pego para o chão, posicionei a primeira flecha explosiva no arco, levantei o arco e mirei nos bonecos, já que eles se mexiam, não tinha como eu mirar em um boneco especifico, tinha que atirar logo e deixar que a sorte fizesse eu acertar um deles, puxei a corda do arco em direção ao meu rosto e deixei que meus dedos relaxassem. A flecha atravessou a arena num “zuuuum” e passou direto pelos bonecos, sendo assim, não acertei nenhum. — Acho que você esta meio enferrujada — Abbey brincou, mas ignorei ela e peguei outra flecha, voltei a mirar o arco para o chão, posicionei a flecha nele, levantei o arco, mirei e atirei, a flecha voltou a atravessar a arena e bateu em um dos bonecos, mas não acertei o alvo preto, então o boneco não explodiu. Minha teoria era de que aquelas flechas tinham um mecanismo digno dos filhos de Hefesto, eram flechas explosivas, mas só faziam explodir coisas quando tocavam em uma coisa específica? Meio confuso. Soltei um suspiro e deixei minha mente vazia enquanto posicionava outra flecha no arco, puxei a corda, mirei e deixei que meus dedos relaxassem, assim soltando a flecha, novamente ela atravessou a arena, fechei os olhos torcendo para que tivesse acertado, até que ouvi o som de alguma coisa explodindo; Abri os olhos e um dos bonecos tinha sido reduzido à palha.

Não perdi tempo, peguei outra flecha, posicionei no arco, mirei e atirei. Novamente acertei um dos bonecos no alvo e ele explodiu, peguei outra flecha, posicionei no arco, mirei e atirei; Dessa vez não acertei, a flecha passou bem longe do alvo e isso me fez pensar que eu estava indo rápido demais, tinha que relaxar antes de atirar, apesar de tudo, claro que quando estivesse numa guerra teria que atirar sem pensar duas vezes, pois numa guerra não tínhamos tempo para “errar o tiro”, era acertar ou morrer. — Respira — Falei para mim mesma e respirei profundamente antes de voltar a atirar. Quando achei que estava boa o bastante para voltar a atirar, posicionei outra flecha no arco, mirei olhando diretamente para os pontos pretos que se mexiam, por fim deixei que meus dedos relaxassem, a flecha atravessou a arena e bateu diretamente no pontinho preto de um dos bonecos, sorri, queria atirar mais, porém a essa altura, meu braço estava todo machucado por causa da corda do arco, esse era o lado ruim de não se usar proteção. Peguei mais uma flecha da aljava e posicionei no arco, coloquei meu dedo indicador acima da flecha e os anelares abaixo, puxei a corda juntamente com a flecha em direção ao meu rosto, mirei nos bonecos e sem pensar duas vezes: atirei.

Consegui acertar a flecha no alvo e mais um boneco explodiu fazendo palha voar pra todos os lados, soltei o arco e comecei a massagear meu braço dolorido. — Muito bem, da próxima vez te ajudo a atirar facas — Abbey falou. — Facas. Ok. Eu volto aqui amanhã, até mais — Me despedi imaginando como seria atirar facas nos bonecos de palha, peguei o arco do chão, guardei ele em seu lugar e saí da arena.



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Re: Arena para Armas de Longa Distância

Mensagem por Ex-staff008 em Qua Jul 22, 2015 1:31 am

Ótimo treino, só tenho uma observação: Guardei-o seria melhor que guardei ele!
Madison wins: 150 xp

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Re: Arena para Armas de Longa Distância

Mensagem por Drake Saltzman em Sab Jul 25, 2015 9:29 pm




❝Arena


Aprender a atirar umas flechas pra fazer espetinho de cuzão no PvP





O sol passava pela janela do chalé e batia no rosto do semideus, um despertador natural para o francês. Aquela era uma vida completamente nova para ele. Não conhecia ninguém ali, mas pensava na hipótese de que pelo menos ali alguém o entenderia um dia. Afinal, todos aqueles inúmeros bastardos tinham algo em comum. Foram privados de suas vidas normais para viverem às margens de um universo paralelo, com uma expectativa de vida não muito grande. Querendo ou não, tinham que fugir ou matar os monstros que lhes caçavam.

Ele respirou fundo, se levantando de sua cama e indo ao banheiro em seguida. Após um banho, saiu de seu chalé, já procurando algo para fazer ali. Provavelmente ainda não era hora do café da manhã, e Drake não perderia seu tempo. Não poderia contarcontar sempre com a proteção do acampamento, ele deveria crescer. Se tornar forte o bastante para poder não só sobreviver, mas viver fora dele.

Andava por todo o local procurando a arena de treino de longa distância, com seu arco na mão e aljava nas costas, pendurada no ombro. Por mais que tivesse maior afinidade com espadas, deveria ter perícia em armas variadas, nem que esta fosse básica. E arco e flecha eram essenciais, até porque nem sempre o inimigo está por perto.

Chegando lá, Saltzman fora recebido por uma garota de pele bronzeada e cabelos loiros, que o fitava com seus olhos azuis. O lugar estava vazio, e as únicas coisas encontradas ali eram os alvos, alguns autômatos e um telão. A área era enorme, o que permitia treinamento em diversas posições e distâncias.

- Olá. Sou Astrid, filha de Apolo. - Seu sorriso resplandecia, e era perceptível que ela era bem diferente do instrutor da arena que frequentara no dia anterior. - Nunca te vi por aqui. - Fez um bico, enquanto fitava o novato.
- Ah, cheguei aqui ontem. Drake, filhote da Nêmesis. - Ele respondeu, meio sem jeito.

A garota o levou até uma parte onde a distância entre eles e o alvo era cerca de dez metros, e pegou o próprio arco do semideus e o armou com a flecha, posicionando-se e por fim atirando-a bem no meio do objeto. Em seguida entregou a arma para a prole de Nêmesis, que tentou seguir os passos da instrutora. Retirou um projétil da aljava e mirou, ficando naquela posição por uns segundos, até soltá-lo. A flecha passou por baixo do alvo, e Drake mordiscou o lábio inferior, angustiado.

- Em primeiro lugar, o posicionamento. Levante seu corpo e sempre mire um pouco mais alto de onde deseja atingir. Não precisa dessas pernas coladas, se solte. Relaxe, seja sutil. Tenha calma, e quando tiver certeza, solte a corda. - A filha do deus do sol o orientou.

A cria da deusa da vingança retirou mais uma flecha, e repetiu o ato, porém seguindo as instruções da garota. Puxou a corda com mais força, levantando a mira. O jovem respirou fundo, e atirou. Mais uma vez, o projétil não acertara seu objetivo, mas havia passado mais perto dele, e ao lado.

- É, dá pra ver uma melhoria. Continue treinando, assim sua mira é aperfeiçoada. Mesmo que não fique tão boa quanto a minha. - Ela sorriu.

O filho de Nêmesis fez aquilo novamente, e finalmente a flecha cravara no alvo. Não que fosse um tiro perfeito, mas aquilo já era uma evolução. E ele ficou ali por mais tempo, seguindo com suas flechas. De oito, seis acertaram o objeto, e quanto mais o tempo de treino passava, mais próximo do centro o projétil parava. Depois de uns minutos, Saltzman já estava soado, e acabou por ficar satisfeito com seu resultado. El então recolhera suas armas e voltara ao chalé dezesseis.

coisinhas:

As armas utilizadas nesse treino foram o arco grande e a alvaja de flechas de bronze celestial, comprados no mercado, porém ainda não atualizados.


I've got a wicked demon
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Re: Arena para Armas de Longa Distância

Mensagem por Ex-staff011 em Sab Jul 25, 2015 10:01 pm

Bem, seu treino não foi mau mas poderia ter sido muito mais desenvolvido. Espero que tenha isso em atenção nas postagens futuras.
Ganhou: 60 XP

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Re: Arena para Armas de Longa Distância

Mensagem por Isabella Fields em Ter Ago 04, 2015 11:27 pm

PRIMEIRO TREINO COM ARMAS DE LONGA DISTÂNCIA
WELCOME TO YOUR LIFE THERES NO TURNING BACK EVEN WHILE WE SLEEP WE WILL FIND YOU ACTING ON YOUR BEST BEHAVIOUR

Dois dias se passaram desde o primeiro treino de Isabella, este, que por sua vez, era um treino de espada .  Como não poderia treinar por dois dias, já que o último treino lhe rendera um corte profundo no baço, e um leve no ombro, Quíron sugeriu o treino com arcos.

Entrou na parte de treinos com arcos. Era amplo e arejado, ao longe ouviam-se o som de flechas acertando em cheio o alvo.Bela olhou em volta, um arco no braço, e uma aljava nas costas. Encaminhou-se até um lugar mais afastado, onde a sua frente, perambulavam vários alvos, atrás dela, estavam bonecos de palha fixos, e ao seu lado, uma mesinha de mogno antigo. O sol estava no seu ápice, deixando-a tonta, mais logo se acostumou.

Pegou o arco pela empunhadura, puxou uma flecha comum da aljava que achara no armário, e a colocou no descanso de flecha. Virou-se, para os alvos fixos, mirando com cuidado no alvo, por algum motivo, tremeu a mão e o máximo que conseguiu foi acertar numa árvore a poucos metros do alvo. - Mais que droga!- Empunhou o arco, um pouco mais alto, na altura do pescoço. -É fácil, só tenho que encontrar a posição correta.-  Ela tentava se lembrar das indicações do livro. A mira do arco, era perfeita, mas o braço de Isabella ainda parecia ruim. Fez o mesmo procedimento de antes: puxou a flecha da aljava, colocou-a no descanso da flecha, tentando manter o arco no posição inicial, mirou por um momento, e soltou a flecha.

Ouviu-se o estâmpico da flecha atingindo o alvo e... Deu certo, pelo menos um pouco! A flecha estava na parte vermelha do alvo. Isabella repetiu o movimento mais três vezes, quase sempre com o mesmo resultado. Mais o último foi mais preciso, acertou bem no centro do alvo.

Virou-se, por fim, para a pior parte do treino: Alvos móveis. Respirou fundo. Empunhou o arco, o descanso de flecha na altura do ombro, tirou a flecha da aljava velha, com a mão esquerda. Mirou com cuidado, e reparou e um boneco de palha que passava a quinze metros de distância. Puff, o baque surdo da flecha cravando o alvo, e de repente o boneco parou de se mexer. Largou o arco na mesa. - Hum.... Uns 70 pontos, mas ainda dá pra fazer melhor... - Falou, tirando a flecha do alvo e a jogando no lixo.

Voltou para perto da mesa, empunhando o arco na altura do ombro, colocou pela milésima vez a flecha no descanso, mirou o alvo, mais longínquo, e soltou a flecha. Deu certo! A flecha foi de encontro ao centro do alvo. Bela repetiu o feito, mais duas vezes. O cansaço, tomando conta da garota, só lhe restava mais uma flecha. O arco ainda empunhado, pegou a flecha com a mão direita, alisando-a delicadamente, a pôs no descanso, mirou o alvo, a garota estava imóvel. Não tremia mais, e por fim, soltou a flecha, que novamente foi de encontro a um boneco a doze metros de distância, que parou, e caiu no chão.

Um grito de glória ecoou pelo coração da menina, ela já se sentia melhor. Muito mais disposta, que outrora, largou a aljava no armário, e sorriu satisfeita. Estava bem, mesmo que seus ferimentos estivessem um poucos doloridos por conta do sol quente. E saiu da arena a caminho do chalé de Nyx, a passos curtos e cansados.


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Re: Arena para Armas de Longa Distância

Mensagem por Ex-Staff4 em Dom Ago 09, 2015 6:01 pm


Avaliação.


Isabella: Primeiramente, gostei muito de seu treino, manteve uma base de realidade muito boa durante boa parte dele e realmente mostrou certa dificuldades com o arco, somente tenho algumas coisas a dizer sobre o treino: Detalhe mais sobre atirar as flechas, o vento, esses detalhes adicionam mais valor ainda ao treino e por tanto aumentam o número ganho de XP e sobre a parte dos alvos móveis,  eu considero a única parte do post em que pecou um pouco, pela facilidade  em acertar um alvo em movimento, o que seria mais difícil que um parado.

 Tirando isso, foi um ótimo treino, continue assim!

+ 150 exp. - 5 HP pelo ferimento antigo que incomodou e machucou um pouco durante o treino.



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Re: Arena para Armas de Longa Distância

Mensagem por Ivan Maxwell Firewish em Qui Ago 20, 2015 8:17 pm


Treino de Arco e Flecha!

Eu estava há muito tempo parado e sem treino, não que eu curtisse treinar feito um louco, preferia gastar meu tempo lendo algo ou aprendendo mais sobre esses benditos dons que me eram naturais por ser filho de Deimos. Eu queria saber tanto quanto pudesse de monstros e afins, para saber como me livrar deles e para isso não precisava, necessariamente, treinar feito louco, apesar do treino ser bem importante. Sai do chalé de meu pai, trajando uma calça jeans mais surrada e uma blusa laranja do acampamento - jamais usaria minhas roupas normais para treinar - e all stars, consegui chamar a atenção de algumas pessoas no meio do caminho, ninguém estava acostumado com a presença assustadora que um filho de Deimos emanava. Parei no arsenal para escolher uma armadura leve, para o próximo treino que tinha em mente. Recolhi meu arco quase negro, com alguns entalhes nas extremidades, a corda estava em excelente estado e sua aljava com todas as flechas novinhas. Pendurei o arco em meu ombro esquerdo e pendurei a aljava no ombro oposto ao que estava o arco e sai andando em direção a arena, quer dizer, ao campo de treinamento de arco e flecha, era melhor começar com o mais leve dos treinos, antes de partir para os que exigiam mais do meu físico, era como se fosse meu "esquente" para os demais treinos. Assim que cheguei ao local, dei uma boa olhada em volta, assumo que um sorriso brotou de meus lábios ao notar que não havia uma pessoa se quer ali, o que me agradava. Eu costumava ser sociável, mas não era algo que eu amasse fazer, era algo necessário para me misturar e não aumentar os meus problemas.

Respirei fundo e alonguei meus músculos e peguei o arco, alinhando-o na altura dos ombros e posicionei a cabeça sutilmente para o lado, puxando a corda, sem uma flecha se quer em mãos, testando mais uma vez a elasticidade da mesma. Prendi a respiração, antes de soltar a corda, e soltei a corda, como havia sido ensinado quando cheguei ao acampamento, e soltei um suspiro longo, recuperando o ar logo em seguida. - Até que está bom esse arco... - comentei comigo mesmo e ri baixo, eu era mesmo meio louco para estar falando sozinho. - Vamos lá, você consegue! - tentei me motivar, porque eu andava meio receoso com objetos perfurantes em uma proximidade muito grande da minha pessoa. Por que? Porque eu havia ganho uma belíssima esfaqueada de uma garota de Afrodite, por chamá-la de bosal e arrogante, acho que as meninas de Afrodite não estão acostumadas a ouvir isso normalmente. Respirei fundo e peguei uma flecha na aljava, apoiando-a sobre a minha mão esquerda, que segurava o arco, e estendi o braço e puxei corda e flecha, deixando meu olhos focalizarem em um alvo a cerca de cem metros de mim, era um boneco de palha com um alvo vermelho pregado no peito, mostrando que pelo menos aquele ali tinha uma região obrigatória para tiro. Respirei fundo e prendi o ar, soltando a flecha e a corda, vendo a mesma rasgar o ar com uma força suficiente para produzir um pequeno zunido quando saiu de minha mão. Soltei o ar todo de uma vez, vendo-a acertar o alvo uns dois círculos a baixo do central, o que me deixou meio decepcionado, devo assumir, mas depois de tanto tempo, não podia exigir algo diferente. Respirei fundo e dei alguns passos para o lado direito, ainda com o arco em mãos e cacei outra flecha na aljava, voltando a prender a respiração na hora que puxei a mesma e a corda e ao soltá-la, retomava o fôlego, a flecha acertou o ombro de um outro boneco, o que deixaria meu oponente incapacitado, mas o alvo era a cabeça, então, me senti desanimado de novo. - Ainda tá bem... Se fosse no pé, aí sim era uma vergonha! - tentei me consolar com esse pensamento, né, porque se não ia parar o treino por ali mesmo, antes das flechas acabarem. Comecei a correr em diagonal e catei uma flecha na aljava, puxando a mesma sobre a mão esquerda e,voltando a repetir o processo de sempre, soltando-a, fazendo a mesma fazer uma pequena parábola e acertar a cabeça de um dos bonecos. Continuei o treino, correndo em várias direções e voltando a disparar flechas, acertando um braço, outro braço, peito, cabeça ou qualquer que fosse o local que eu pudesse acertar de bonecos diferentes, sentia o suor fazer a camisa que eu vestia aderir no corpo, levei a mão a aljava e notei que faltavam apenas duas flechas, então, parei de correr e respirei fundo, apontei o arco para o alto, em uma tentativa ousada, tentando imaginar a parábola certa para acertar em cheio o topo da cabeça do boneco a uns duzentos metros de onde eu estava.

Fiz um ângulo de 45º, seguindo a linha do meu ombro,  com o braço e puxei a corda, lançando a flecha, enquanto a respiração permanecia contida, e vendo-a acertar alguns centímetros a frente do meu alvo, atingindo o chão. - Mas que droga! Foi por pouco. Nam, sou muito tapado mesmo, por Deimos! Acho que não nasci para ser arqueiro. - resmunguei em voz baixa e revirei os olhos, antes de erguer minimamente o arco, para subir poucos graus e quem sabe acertar o lugar certo. Voltei a me concentrar, observando a mão que segurava o arco, peguei a última flecha e a coloquei apoiada na mão esquerda, como das outras vezes, e prendi a respiração na hora de puxar a corda e soltá-la, fazendo a tensão da corda impulsionar a flecha e fechei os olhos, não querendo ver o estrago dessa vez, estava me sentindo meio cansado, quer dizer, meus braços começavam a não gostar de ficar mais de horas naquela posição e começavam a fibrilar de leve, ouvi a flecha acerta algo e só então soltei o ar e abri os olhos. Deixei meus braços penderem para baixo e segurei o arco com a mão esquerda, enquanto procurava a flecha, dei um sorriso largo ao notar onde havia acertado, cara, eu era demais!!! Lá estava a flecha, fincada bem no centro da cabeça do boneco! Sentei-me no chão, feliz por ter conseguido fazer exatamente o que eu queria, mas pingando de suor pela minha ideia brilhante de sair correndo e atirar flechas. Passei uma mão pelos cabelos, que se encontravam colados de tanto suor. Respirei fundo, assim que me senti um pouco mais disposto, e me levantei, indo a cada um dos bonecos e tratando de tirar as flechas fincadas neles, devolvendo-as a aljava. Parei para analisar a penúltima flecha que eu lancei, se meu adversário tivesse com um pé - que o boneco não tinha - atrás, ele teria o calcanhar acertado, algo que me fez rir maldosamente. Peguei a flecha dali e coloquei-a na aljava, para só então tirar a que estava cravada na cabeça do boneco. Puxei a flecha, mas nada dela sair, derrubei o boneco e sentei no chão, colocando o pé no "ombro" do mesmo, enquanto puxava a flecha, mas nada dela sair. Desembainhei o que parecia ser uma adaga, mas era uma faca improvisada como punhal, e desferi um golpe certeiro sobre a flecha, deixando-a rente a cabeça do boneco. - Uma flecha a menos, mas que droga! - retruquei e guardei a minha "adaga". Levantei o boneco e em seguida juntei as minhas coisas, aljava e arco, e fui em direção ao campo de treinamento de combate a monstros, onde um dos instrutores havia marcado um treino comigo.




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Re: Arena para Armas de Longa Distância

Mensagem por Ártemis em Sex Ago 21, 2015 10:17 pm

Ivan


Notei algumas palavras repetidas que poderiam muito bem ser substituídas. Apesar de sua narração tenha me conquistado em boa parte do texto, ainda há alguns pontos que poderiam ser melhorados com um pouco mais de atenção. Não há necessidade de abordar diversos assuntos em um mesmo parágrafo, pois torna-se cansativo a leitura, portanto tente explorar um pouco mais seu treino, não importando-se em escrever algo muito grande em um único parágrafo. Apesar disso, seu treino está digno. Parabéns.

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Re: Arena para Armas de Longa Distância

Mensagem por Louis Jordan em Qui Set 03, 2015 5:20 pm

Treinando!
Onde: Treinando
IClima: Calor bruto
Com: xxx


btw esse template foi feito pela clumsy do sa!


O sol ainda está se expandindo ao lado de fora, a aurora toma conta de tudo, os morros e as colinas por sua vez já estão iluminados. É verão, então o calor se alastra muito mais rápido que o comum, para ser bem sincero não gosto de temperaturas tão vastas dessa maneira. Estou no meu chalé, posso dizer que ele é bem confortável e me agrada, porém ainda prefiro o meu lar. Estou um pouco perturbado e tento reconciliar as coisas devagar, não quero tomar um baque de uma vez só. Agora eu sei quem é a minha verdadeira mãe, só que me pergunto como uma mãe é capaz de deixar o filho.... Deve ser esse tipo de coisas do Olimpo, ando estudando bastante e refletindo sobre tais condições.

O perfume das flores no chalé é agradável, toquei meus pés no chão de madeira e me levantei. Coloquei minhas vestimentas, dessa forma colocando alguns itens de proteções, pois quase fui atingido por uma espada no dia anterior acidentalmente. Caminhei agora ao lado de fora, sentindo o calor solar tocar a minha pele, me agradando um pouco. Respirava e sentia a pureza da natureza entrar nas minhas narinas, aquilo de fato era divino. Minha visão se encarava ao lago, os semideuses nesse horário já estão se divertindo e prontos para treinar; assim como eu irei fazer agora.

Quando realmente me aproximei da arena, de fato ela me assustava um pouco, parecia que guardava algo sinistro dentro. Pedi algumas informações para as pessoas ali presentes, caminhando em uma certa direção. Assim realmente encontrando o que eu queria, um arco e algumas flechas ao lado. Meus olhos praticamente brilharam, aquela era uma das armas a qual eu mais gostava, e queria possuir sempre que necessário. E tudo me leva a crer que devo me especializar nesse tipo de habilidade.

Tinha também alguns alvos em todas as direções que se pode imaginar, estava preparado para colocar em pratica aquilo que eu tanto gostava. Minha respiração ficava um pouco mais pesada, assim tirando uma flecha de tantas outras. Preparei ela no arco de prata, com bastante delicadeza. Meu olho esquerdo se fechou para que eu obtivesse uma precisão bem maior com o direito, puxando a flecha em um algo de cerca de 60° graus. Soltando-a, e dessa maneira ela foi rápida como um relâmpago, porém atingiu uma parte insignificante do algo. –Droga... –Murmurei com um pouco de raiva, queria dar o melhor de mim, eu ao menos conseguiria caçar com aquilo.

Não sou desistir tão facilmente assim, vou praticar até conseguir obter um resultado que ajude no meu desempenho. Novamente apanhei uma flecha um pouco mais pontiaguda, ficando com um sorrisinho no canto dos lábios, porém dessa vez chamei pela minha mãe. Precisava dela nesse momento para me ajudar, pois isso mostraria como ser um semideus de verdade. Sempre pensei nela minha vida toda, queria dar orgulho e ter satisfação de dizer que era filho de Perséfone. Eu fiquei calado, respirei profundamente, mire e me concentrei; posicionando perfeitamente a flecha onde deveria. Fechando os olhos e disparando.

A flecha a qual se formou teve com ela uma chama negra, que foi certeiro ao alvo, depravando-o com aquela tonalidade ardente. Meu urro de prazer foi alto, chamando a atenção de algumas pessoas, aquilo foi realmente incrível e uma sensação muito boa. Queria me sentir assim mais vezes, saber que ela está olhando por mim. Só tenho que pensar positivo e treinar um pouco mais...

Iria ser um pouco mais prudente atirar em outros tipos de posições, por isso preparei os alvos para aparecerem aleatoriamente, treinaria também os meus reflexos. Suspirei soltando todo o ar dos meus pulmões, quando o sinal de início tocou. Parti de trás de uma pilastra, quando o primeiro alvo apareceu, parecido como um humano. Fui um pouco mais ligeiro que ele, apanhando uma flecha e disparando na direção do seu peito, porém acertou o ombro. Seguindo também de alguns que pularam de cima, caindo sobre o meu corpo, levando então uma flechada na barriga do alvo. E quando aparentemente não restava mais qualquer um, sinto algo vindo atrás de mim, me fazendo virar e ter um olhar de águia naquele momento. Atirando exatamente na divisão dos pulmões do boneco. E dessa maneira prossegui treinando a o resto da tarde...






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Re: Arena para Armas de Longa Distância

Mensagem por Raven Burkhard em Sex Set 04, 2015 5:59 pm

Minhas mãos envolviam um arco longo que outrora estava disposto sobre a bancada de acessórios de arquearia, abandonado por alguém que o utilizou recentemente. O caixote onde as flechas de formatos múltiplos estavam depositadas havia sido usurpado há pouco e somente algumas escassas setas o preenchiam; não custei para escolher um modelo que melhor se adaptasse ao meu gosto, uma vez que não compreendia em integridade a função de cada modelo.

— Tudo bem, vamos lá — murmurei, baixo o suficiente para que ninguém além de mim conseguisse ouvir.

Com hesitação exposta em meus gestos, acoplei uma flecha com a haste de alumínio reluzente no metal do arco, repuxando-a pelo penacho avermelhado até o cordão flexível, atingindo o limite máximo em que o fio laminado pudesse ser esticado. Cerrando um dos olhos, estabeleci o foco exatamente no centro do alvo amarelo e branco à metros de distância em minha frente, e, com cautela absoluta, soltei a flecha.

Mais rápido do que eu pude imaginar, a seta cortou a distância até o alvo. Bastante distante do que minha mira havia estabelecido, a extremidade perfurante do armamento se fincou próxima da borda do alvo circular, por pouco não atingindo a parede por trás da superfície plana e macia que constituía o quarado. Que droga. Pensei, ligeiramente enraivecida pela péssima pontaria e precisão intercalada num único disparo.

A haste metálica da flecha ainda tremulava pelo impacto de quando se encravou no alvo. Com um suspiro, armei o arco com uma segunda flecha. Desta vez, os rêmiges multicoloridos acompanhavam o cordel até o ponto em que seu estado cingido impedisse que continuasse a se esticar. Tentei controlar minha respiração, mantendo o ritmo calmo e passível, contando meticulosamente o número de inspirações e expirações.

Quando finalmente soltei o cordão elástico, um zumbido compenetrou meus ouvidos. A seta subtraiu o alcance até seu destino com piruetas, desgovernada. A ausência de concisão no lançamento fez com que a flecha tivesse seu rumo alterado diversas vezes durante o voo, recebendo suporte indesejado do ar em seu rêmige-guia de plástico. No final do trajeto, a ponta afiada da munição se alojou profundamente no alvo, exatamente na última linha da sua borda.

Suspirei, tornando o segundo disparo errôneo um fato irrelevante. Os disparos anteriores serviram, ao mínimo, como base de algo para não fazer outra vez. Determinada, busquei pela terceira e última flecha no caixote acima da mesa, a dispondo entre o cordão esticado ao máximo e a base metalizada do arco longo, soerguendo a mira no centro do alvo distante.

— Vá com calma, Raven — pronunciei mais alto, incentivando meu próprio ímpeto.

Domada pela essência da calmaria, inspirei com suavidade, deliberando os dedos com agilidade da terminação da haste metálica. Produzindo um zunido fragilizado, a seta riscou a distância até onde havia mirado minuciosamente, tremulando algumas vezes. Fechei os olhos por um instante, torcendo para que o terceiro disparo fosse menos impreciso que os demais anteriores.

Um estalido ecoou pelo ambiente vazio e eu abri os olhos, entreabrindo um sorriso nos lábios com o pequeno sinal de sucesso. A lâmina frontal da flecha penetrou no segundo círculo do alvo amarelo, deveras próximo de seu centro. Um alarde pequeno e suficiente para que eu pudesse me sentir realizada ao menos por um momento curto, embora mais do que satisfatório para inflar meu ego.

Depositei o arco sobre a mesa onde estava situado anteriormente, apesar de o ajeitar com mais precaução do que quem havia o utilizado antes de mim. Meus passos tomaram o rumo do alvo e desprendi as flechas distantes do núcleo do alvo, e, com dificuldade de desencravar a terceira, a reloquei com precisão no círculo esbranquiçado que determinava o meio do alvo. Ninguém mais além de mim precisava saber que eu não havia o acertado exatamente no meio.
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Re: Arena para Armas de Longa Distância

Mensagem por Juno em Sab Set 05, 2015 10:12 pm

Avaliação


Boa noite,
Louis.

➸ Bom, pelo que eu vi no teu perfil, você tem um arco e uma aljava, não havia necessidades de usar um outro arco, poderia ter dito que saiu do teu chalé com a sua própria arma, tente lembrar disso nos próximos treinos. Afinal, cada vez que você treina mais e mais com um mesmo arco fica bem mais fácil do que ficar alternando entre eles.

➸ Sua narrativa é adorável, porém, apreste mais atenção nas próximas vezes para não acabar trocando novamente a palavra ''alvo'' por ''algo''. É sempre bom reler o seu texto antes enviar para achar tais erros banais que infelizmente passam despercebidos pelos olhos de uns, mas pelos de outro não.

➸ Agora, sobre o seu treino, aconteceu tudo rápido demais. Você ''errou'' a primeira flecha, e então logo após rogou pela sua mãe e em um piscar de olhos ela o atendeu e o ajudou a acertar o alvo. Dá para entender o que eu estou querendo dizer? As coisas não podem ser tão simples quanto você fez parecer que foi. Em apenas um pedido de ajuda ela o atendeu, o que você tem de diferente dos outros filhos dela que a chamam e ela não responde? É totalmente errado levar a narração sempre ao teu favor, lembre-se disso.

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Avaliação


Boa noite,
Raven.

➸ Gostei bastante de ler o teu treino, muito bem narrado e com uma ótima escrita, teve consciência de que não és nenhum Robin Hood. Não tenho muita coisa para falar, já elogiei o que tinha para elogiar, parabéns.  

XP Ganho : 100

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Re: Arena para Armas de Longa Distância

Mensagem por Sophia Fërl Scherbítsky em Qui Set 17, 2015 11:57 am



ARCO E FLECHAS

Enquanto todos os campistas treinavam incansavelmente, eu era praticamente arrastada para treinar com alguns iniciantes, instruídos por filhos de Apolo que haviam se prontificado de bom grado para nos ministrar em arco e flecha em seu tempo livre. Mas quem disse que eu queria sair de minha toca no chalé número três? — SOLTAI-ME! — Duas pessoas se disponibilizaram para me içar pelos terrenos do Acampamento. Samuel e Aria estavam realmente se divertindo. — Eu não quero ir! — Comecei a debater meus pés, e Samuel já não estava mais aguentando as minhas desvencilhadas, apesar de conseguir impedir todas elas. Aria falou algo como “segure ela bem firme”, e logo a filha de Atena me jogou por cima de seu ombro como se eu fosse um saco de farinha. Para uma menina tão pequena, ela até que é bem forte. O filho de Hermes escolta-nos caso eu conseguisse me jogar para fora dos ombros da menina, porém cansei de me debater e fiquei estática como se fosse uma bonequinha de pano. — Não vá peidar agora, hein? — Reclamei, soltando um bufo enquanto erguia o pescoço de modo desconfortável para ver onde estávamos percorrendo. Quando pude finalmente ver os alvos brancos e vermelhos de madeira, arregalei os olhos e vi que ambos os meus amigos não estavam brincando. Comecei a balançar os pés, porém Aria não oscilava nem um pouco com a minha persistência em descer, tanto que comecei a exclamar para a mesma: — Ponha-me no chão, Shrek! — A garota me joga na grama e eu caio de traseiro no chão, sentindo uma lancinante dor no cóccix. Reprimi um grito de dor, porém não pude deixar de esconder a face retorcida e descrente — Poderíeis ter me quebrado um osso da bacia! — Samuel revirou os olhos, como se eu estivesse exagerando, porém nada disse além de “vemos você depois, cara de martelo!”.

Eu não muito me destaquei por minha mira com flechas. Para mim (e para alguns outros também), tal tipo de armamento é o fim. O alvo diz “não” o dia todo. Ri de você o dia todo. Diz que você é uma idiota. Diz que você é maluca. Fiquei aproximadamente cinco minutos parada, olhando para o meu alvo disponível com uma das mãos na cintura, o arco na mão e a aljava de flechas em minhas costas; até que um dos filhos de Apolo se cansa de ver a minha cara de preguiça para com as instruções e se dirigiu até mim com uma expressão típica de vendedoras de loja com uma camiseta personalizada pela fábrica, onde está escrito: “Posso ajudá-lo?”. Eu apenas abro a boca por um segundo antes de apontar diversas vezes para mim e para o alvo, dizendo — Eu acho que eu estou no treino errado. — O filho de Apolo sorriu de modo travesso, balançando a cabeça negativamente enquanto apontava para mim de modo questionador, respondendo: “Não, é esse treino aqui mesmo. A filha de Atena, Aria, se certificou de que eu iria ficar de olho em você e que não sairia daqui até acertar, pelo menos, uma flecha naquele alvo.”. Aria, eu vou matar você. Soltei um bufo de indignação, tirando uma das flechas da aljava, preguiçosamente enquanto resmungava com uma careta dirigida ao meu próprio arco — Então eu não sairei daqui nunca, porque eu não sei mexer com essas coisas —. O garoto balança a cabeça negativamente e diz, amistosamente: “É pra isso que eu estou aqui, vou ajudar você.”. Coitado, sinto genuína pena e me perguntei se ele teria paciência o suficiente para lidar comigo.

“Você se lembra das suas primeiras aulas de arco e flecha?”, franzi o meu nariz, sentindo-me desconfortável, afinal eu não tenho uma memória muito boa para tais detalhes de como mirar uma flecha. Eu me lembro de puxar a corda e... só. — Um pouquinho. — Ele assentiu e sugeriu que eu mostrasse o que eu lembrava. Estava para lá de nervosa com tudo isso, e quando introduzi a flecha no arco e puxei a mesma, o filho de Apolo disse que eu estava quase toda errada e foi jorrando instruções para ajeitar a minha postura; no entanto o nervosismo não permitiu a absorção de metade de suas informações, tanto que eu me senti demasiadamente pressionada aos olhares atentos do garoto em mim e acabei soltando a minha flecha desajeitadamente. Essa voou diretamente para... para o chão. É minha gente, quando soltei a corda do arco, esta fez um som de corda de banjo frouxa e desafinada, e a minha flecha caiu no gramado na minha frente e conseguiu se deslocar para o lado também. Engoli em seco, soltando um suspiro desapontado enquanto o menino estendia as mãos para frente, dizendo com uma face bem relaxada “Tá ok, isso acontece.”. Arregalei os olhos e perguntei, um pouco surpresa: — Verdade? — Ele relutou um pouquinho e negou com a cabeça. “Na verdade não. Só tô dizendo isso para você se sentir melhor.” Antes que eu pudesse largar meu arco e começar a pedir arrego, o instrutor não desiste de mim, se aproximando e me acalmando.

“Relaxa, eu vou te ajudar, ok?”, ele diz, indo atrás de mim e erguendo o meu braço com o arco, pedindo permissão para prosseguir com as instruções. Em circunstâncias normais, eu iria ficar em choque com este tipo de menino me abraçar por trás — ou talvez eu esteja apenas exagerando e sendo antiquada, pois no tempo em que nasci, isso seria considerada uma enorme falta de vergonha na cara — porém eu estou tão constrangida com a minha incapacidade que não consegui notar nem registrar esse fato. Ele começou a ajeitar toda a minha postura, porém do jeito que eu estava; sempre que ele ia ajeitar meu outro braço ou mãos, eu saía da posição que ele havia me deixado para ver no que eu estava errando. Quando finalmente ele me ajeitou — é, mais ou menos — ele retorna para trás de mim, ajeitando o ângulo do meu braço que puxava a corda do arco com a flecha junto. Eu murmurava algo como — Eu não vou conseguir, eu não vou conseguir, eu não vou conseguir... — puxando e afrouxando enquanto puxava a flecha e a corda, fazendo menção de prosseguir e recuar na posição de tiro enquanto acabava com a minha própria moral. O filho de Apolo falava de modo otimista, por cima da minha voz: “Você vai conseguir sim, eu sei que você consegue, é só soltar a flecha...” — Eu não vou conseguir, eu não vou conseg... — Nessa infeliz hora, freei minha frase ao soltar a corda sem querer, e com isso meu cotovelo se enterrou no estômago do garoto. Coloquei a minha mão livre no rosto, com uma típica “facepalm” enquanto o instrutor tentava recuperar o fôlego depois da minha cotovelada, como se o estômago tivesse se expandido e dando pouco espaço para o diafragma se deslocar para respirar. Foram longos segundos que fizeram eu me preocupar, até que comecei a lamentar e pedir desculpas, perguntando se ele estava bem.

Ele logo se recompõe e diz estar bem, e ao invés de se afastar como se eu tivesse batido na sua avó, ele parecia ainda mais determinado a me ajudar. Sua face amistosa tomou traços mais determinados enquanto ele exclamava: “Vamos nessa. Nenhuma pessoa saiu de uma aula extra de instrução comigo sem saber acertar uma flecha! Esse não é o dia.”. Arqueei as sobrancelhas e temia que ele estivesse errado, contudo não protestei. Ele se mantém um pouco mais longe de mim, apenas descrevendo lentamente o que eu tinha de ajeitar na minha postura de tiro e eu ajeitava as mesmas. Depois de esticar a corda com o engate da flecha já introduzido neste, conferi essas uma por uma. Ombros relaxados, mãos firmes, braço alinhado e respiração regulada... “Sophia, seu cadarço está desamarrado.”, o instrutor me alerta, porém não sei de onde saiu a sua voz. Algum ponto atrás de mim, talvez. Virei bruscamente, com a flecha ainda pronta para lançamento e o braço esticando a corda, exclamando a pergunta típica de surdos: — O quê?! — Os arqueiros que estavam distribuídos aleatoriamente numa linha de tiro alguns metros próximos à mim, viram minha flecha mirada perigosamente na direção deles (claro, sem nenhuma intenção de realmente atirar em um deles) e se espalharam para longe de minha visão, berrando algo como: “SOPHIA ESTÁ ARMADA!”. O grito deles me tirou o foco e sem querer, eu soltei o engate da flecha, que voou desembestada para algum ponto onde podia-se ver um sátiro com uma latinha de coca-cola diet. Major deixou a latinha vazando refrigerante e atingida pela lâmina da flecha cair no chão, erguendo as mãos num sinal de rendição, gritando: “Não fui eu quem comeu o último garfo de alumínio!”

Frustrada, de algum ponto eu ouvia o filho de Apolo que me instruía falar algo, porém eu estou tão cega de desapontamento e tão determinada a conseguir atirar essa maldita flecha em meu alvo vazio que minha mão voa para meu ombro, faminta por uma nova flecha para ser introduzida no arco. Quando estou esticando a corda com o engate da minha munição, o garoto que me auxiliava logo vem ao meu alcance novamente para me tirar as armas, novamente me alertando: “O seu cadarç...”.

Ele não precisou terminar para eu finalmente saber do que se tratava a sua exclamação que me tirou a atenção, pois já estava armada, todavia eu pisei com o pé direito no cadarço do sapato do pé esquerdo, perdendo a estabilidade e equilíbrio, saindo do alcance das mãos do filho de Apolo que tentava me acudir, e apontando a flecha para outro ponto, onde várias filhas de Afrodite fofocavam e ajeitavam os cabelos uma das outras. Vendo minha mira desgovernada, todas elas soltaram um curto grito uníssono e correram para todos os lados. Para toda a sorte, mantive a mão firme e não soltei a flecha. Entretanto, eu caí de traseiro no solo e a ponta da flecha arranha minha coxa direita. O instrutor chega perto e ofereceu as duas mãos para me ajudar a levantar, içando-me para ficar em pé, depois colocando as duas mãos nos meus ombros para se certificar se estou bem. Mordi o lábio inferior, morrendo de raiva e com uma enorme vontade de socar qualquer coisa que estivesse no meu caminho, entretanto a única coisa que fiz foi apertar as mãos em punhos ao lado do corpo e reprimir as lágrimas de ódio. Uma coisa muito imbecil é que minha frustração e minha ira é toda canalizada nas minhas vias lacrimais, o que resulta no modo mais idiota de demonstrar raiva: o pranto. “Olha, essas coisas acontecem, sim?” o garoto fala, temendo um drama de minha parte. “Vamos tentar só mais uma vez, e se não der certo, eu deixo você ir, tá legal?” Eu assenti, relaxando os punhos. “Respira.” Suguei lentamente todo o fôlego que eu podia tomar em meus pulmões e soltei profundamente. “Relaxe para não acertar o traseiro de nenhuma ninfa perdida.” Tirei toda a tensão do corpo e balancei os membros, respirando fundo mais uma vez. “E amarre o cadarço.”, ele ri e eu não evitei um risinho triste enquanto abaixava-me para amarrar o cadarço de minhas botas.

Depois de três minutos tentando me estabilizar para tentar mais uma vez, meu colega repassou novamente as dicas para a posição de tiro e eu assinto atentamente cada uma delas, me colocando novamente na linha de tiro. Coloquei o corpo meio de lado, separando os meus pés numa largura aproximada aos meus ombros para manter-me mais firme e ergui o arco seguro na mão esquerda, sem apertar muito, afinal eu não obtinha a empunhadura de uma espada, e sim um equipamento de mira. Introduzi a flecha no arco, encaixando o engate da mesma na corda enquanto puxava a mesma o máximo que eu conseguia. Relaxei ambos os ombros e os nós dos dedos, levando a mão que segura a munição para mais perto de meu corpo, quase encostando os dedos nos meus lábios, quase abaixo da linha do queixo. Abaixei um pouco o cotovelo erguido e deixei o antebraço alinhado de acordo com o percurso que eu queria que minha flecha tomasse. Por último; relaxar. Eu precisava controlar a minha pulsação para que minha musculatura não oscilasse e mudasse o curso da flecha, afinal qualquer erro ou minúscula mudança de posição poderia alterar o destino do tiro, mudanças tão pequenas que fazem a diferença, como os graus de um transferidor para medir ângulos.

Respirei fundo e senti minha pulsação diminuir gradativamente. Se meu alvo fosse uma pessoa, eu teria de ter muito sangue frio para fazer tal ato, entrementes é só um alvo de madeira com vários círculos. Estáticos, sem vida. Eles param de girar assim que minha pulsação desacelera. Eles deixam de rir de mim, de me chamar de idiota e de maluca. Soltei a flecha. Ela passou zunindo, com tal precisão e foco que era até difícil acreditar que esse fora um tiro meu. A ponta dela se aloja fundo na madeira de um dos círculos próximos ao ponto do meio. Arregalei os olhos e sorri ao ver o que eu tinha feito. — MEUS DEUSES... — Girei o corpo em direção do meu colega, que sorria triunfante e quase tão descrente quanto eu. Executei uma dancinha da vitória enquanto ele se aproximava novamente, falando algo como “Eu disse que você ia conseguir!”. Levei o arco ao busto, olhando para o menino de um dos lados do equipamento, dizendo: — Lembrai-me de queimar um belo pedaço de filé para Apolo e Ártemis! — Ele deu de ombros, dizendo: “O mérito foi todo seu. Ou quase!” ele agitou a camiseta com os dedos, insinuando fazer boa parte do meu avanço com o arco e flecha.

Suspirei pesadamente, satisfeita com o meu trabalho enquanto tirava uma outra flecha da aljava, me empolgando com o meu êxito enquanto o garoto de Apolo perguntava o que eu estava fazendo e eu disse: — Quero fazer milagre de novo e ver se consigo fazer aquilo outra vez. — Ele sorriu e revirou os olhos, dizendo que, como prometido e feito o acordo com Aria, eu poderia me retirar assim que acertasse uma flecha no alvo de madeira, entrementes eu estava tão empolgada que queria atirar mais vezes, mas ele dizia por cima de mim que não era necessário, que eu poderia fazer isso outro dia e enquanto eu armava a próxima flecha, este tentava tirar o equipamento de minha mão como se eu fosse fazer alguma besteira. No meio dessa lutinha infantil, com a corda puxada e pronta para um novo tiro, sem querer soltamos o engate da flecha, que passa de raspão pela cabeça de uma filha de Ares, que depois de desviar astutamente da mesma, ganhou uma nova cicatriz no queixo. Ela é monstruosa e tem uma alabarda na mão. Fuzila-nos com os olhos e a primeira coisa que me vem em mente é: — Hora de correr! Apresai-vos! — Ambos, disparamos fora dali com uma cria de Ares com expressões homicidas e mão armada.


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Re: Arena para Armas de Longa Distância

Mensagem por Ex-Staff996 em Sex Set 18, 2015 5:25 pm


Boa tarde Sophia,

Uma coisa que pude perceber em seu texto é a mudança constante nos tempos narrativos. Atente-se a isso, pois torna o texto confuso e confusão gera cansaço. Devo citar também a forma como colocou a fala dos outros personagens entre aspas, tente, por favor, usar o travessão, facilita a leitura. Tirando isso, fora uma boa interpretação de sua personagem e um bom treino, rico em detalhes e coisas que fizeram-me rir e até mesmo perder o foco, não deu-se vantagem, como faz a grande maioria...

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Re: Arena para Armas de Longa Distância

Mensagem por Daenerys V. H. Déesse em Dom Jan 24, 2016 11:13 am

You got the cure Underneath your shirt Don't you wanna save this Dirty little damsel?

A ruiva saiu apressada de seu chalé, deixando para trás sua coruja branca, que piava e arranhava a janela de seu quarto. “Deixe Coraline sair agora, Laurinah!” Amy pensava, tentando tirar o controle do corpo de Daenerys das mãos da mais nova.

Laurinah sentia os ventos fracos baterem contra seu rosto, sorria enquanto tirava o cabelo da frente dos olhos. “Pare de ser tola! É a minha vez!” A dor de cabeça dela parecia ter se tornado três vezes maior, não conseguia nem se concentrar no caminho. — Caladas vocês duas! Cansei! — Gritou, correndo para dentro da arena e ignorando os olhares que pesavam sobre si.

Segurou o arco com mais força, se certificando que ele ainda estava em sua mão esquerda. Andou vagarosamente até um alvo vazio, a garota nunca havia tentado atirar antes, mas sentia que quando o fizesse, Daenerys ficaria extremamente brava com ela, já que gastaria flechas e poderia acabar quebrando o arco que a outra tanto amava.

Colocou o protetor no seu braço direito, segurando o arco com a mesma. Colocou a perna esquerda na frente da direita, imitando a garota ao seu lado. Colocou a língua para fora, tirando uma flecha da aljava e a montando na arma. — Ok, calma. Vamos lá. — Murmurou, soltando a corda e revirando os olhos ao ver a capsula nem ao menos acertar o alvo. — Que merda! — Exclamou, olhando para os lados e voltando a mesma posição. Posicionou o arco um pouco mais para a direita, bufando antes de soltar a corda novamente.

Soltou o arco e o colocou no chão, dando um gritinho antes de andar até o alvo e retirar a flecha que havia acertado. — Toma Daenerys! — Murmurou, recolhendo também a outra flecha e as guardando. Pegou o arco e continuou a tentar, acertando muito pouco comparado ao tanto de erros que teve.

Saiu correndo da arena assim que percebeu que era 15h00min, voltando para seu quarto e guardando os equipamentos, soltando a coruja que já havia desistido de escapar á algum tempo e se jogando na cama, seus treinos haviam acabado.

Obs:
Daenerys tem transtorno dissociativo de identidade (TDI) e por esse motivo, os seguintes nomes serão citados no treino como as outras personalidades dela: Laurinah, Amy.

Arma utilizada: Nilce.
thanks


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Re: Arena para Armas de Longa Distância

Mensagem por Ex-staff122 em Dom Jan 24, 2016 12:10 pm


AVALIAÇÃO


125XP de 200XP
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MP 80/100

GRAMÁTICA 100/100 (0 = 0 Erros avaliados)
COERÊNCIA E COESÃO 15/25
COMPROMETIMENTO 10/25
AUTENTICIDADE 00/50


Daenerys, eu não vi nada de mais em seu texto. Não teve erros gramaticais, mas não consegui me entreter com a sua postagem; rasa, sem muito a oferecer. Tente tornar seus próximos posts mais interessantes.

atualizado por nyx ♥
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Re: Arena para Armas de Longa Distância

Mensagem por Ash C. Pearson em Qua Jan 27, 2016 6:56 pm

Et je rame, rame, rame
Je rame sur les eaux ▲



Tudo estava tão... Tranquilo, que me incomodava. Aquela calmaria possivelmente pressagiava algo ruim, não é?  Deveras, aquilo não me era atraente, assim como reorganizar meus livros ou meu baú com meus pertences. Nem tomar sorvete eu queria, o que era bem raro de acontecer. De alguma forma, algo me levava à arena, mas tinha medo de que acontecesse o mesmo que aconteceu da última vez com minha quase tentativa de suicídio na parede de escaladas.  Era legal, porém. Um sorriso sádico percorria a minha face e eu apenas levantei, indo de encontro a minha lança, para poder treinar meu arremesso com ela.  Tentaria não entrar em uma luta com os autômatos daquela vez.                                                                                                  


Porque é sempre melhor escolher uma lança? Bem, vejamos: eu estou de um lado da arena, os alvos estão de outro e eu só preciso arremessar. Não tenho tanta força física, mas acho que dá para o gasto. Ao lado, havia um suporte com algumas lanças longas, que eu usaria logo em seguida para não ter que ficar indo e vindo para buscar a minha. O instrutor me deu algumas recomendações e disse que se eu precisasse era só chamar. Só sorri.

Alguns minutos depois, eu ainda observava os alvos. Como uma espécie de desafio, posicionei-me a uma distância de quinze metros. Peguei uma das lanças, estas bem simples com apenas a ponta em metal e o cabo em madeira. Respirei fundo e formando um ângulo de noventa graus com meu braço, lancei-a. Em ângulo, a lança subiu cerca de dois metros até chocar-se com o alvo, atingindo pouco abaixo de seu centro, quase alcançando o círculo preto. Sorri, satisfeito, estava dentro da margem.

Vinte e cinco metros antes do alvo, sabia que seria bem mais difícil agora e ela precisava ser lançada de um jeito melhor e com mais técnica que o modo anterior, eu tinha que conseguir, certo? Preparei-me novamente respirando fundo e fazer um trajeto imaginário, de como ela deveria ser lançada. A lança em minha mão direita subiu formando um ângulo aproximado de sessenta graus, e logo acertou em cheio o centro do alvo, aquilo me fez sorrir muito largo, eu tinha conseguido! Avancei para 30 metros.

Novamente, fiz o percurso, mas esqueci de que dessa vez deveria ser um ângulo mais aberto e ao lança-la, a força empregada fora pouca o que fez com que nem atingisse o alvo, caindo antes dele. Suspirei frustrado. Retirei outra lança e observando tudo aquilo com cuidado, notei que a inclinação do meu braço não favoreceria nada durante o lançamento. Então, inclinando-o um pouco mais, de modo a deixar o cotovelo mais alto que o ombro, a lança então disparada, percorre o ar rapidamente, atingindo o alvo acima do círculo negro, alguns centímetros.  

Eu tinha ainda duas lanças para e dois alvos restantes. Cada um, com uma distância diferente. 50 metros  e por último 55 metros, então eu poderia considerar uma parte do treino feito. De certo, as armas que já havia lançado me fizeram pensar melhor em como atirá-las do modo certo, para que acertassem o alvo sem dificuldades. Eu deveria ter ficado com a foice mesmo, sair-me-ia melhor.  A lança acertou na segunda faixa preta, longe do centro do círculo.

O lançamento fora rápido e preciso. A estratégia usada consistia em usar a geometria como base, deixando a força para depois. Depois, era imaginar tudo aqui como um grande triângulo cujo alvo estava no ângulo reto e a hipotenusa seria a distância do alvo até mim, parecia fácil. Com alguns passos para o lado e o braço inclinando para trás, um arremesso forte fez a lança subir por breves instantes e logo começar a cair, deixando-me na expectativa. Bem no centro. Sorri largamente, finalmente concluindo o propósito daquele treino: acertar o círculo.

Posteriormente, agradeci às dicas dadas, mas não seguidas pelo instrutor e pude finalmente notar que estava soado e um tanto ofegante. Minha cabeça doía levemente, mas estava leve por conseguir acerta. Eu deveria treinar mais um pouco, para sair-me melhor.

● Un peu comme un bateau.

▲▼



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Ash C. Pearson

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Re: Arena para Armas de Longa Distância

Mensagem por Convidado em Qua Jan 27, 2016 7:10 pm

Avaliação


Olá, Ash.
Como de costume, iniciarei comentando o que encontrei de bom em seu treinamento. Bem, há poucos erros ortográficos, o que já é muito bom e preciso em qualquer texto. E o que mais me deixou feliz é a facilidade para ler que foi proporcionada, pois muitos textos são enchidos com palavras pouco utilizadas ou nem mesmo conhecidas por mim, o que acaba deixando o texto complicado e, algumas vezes, desagradável. Parabéns.
Embora tenham sido poucos erros encontrados, houveram dois que preciso mostrar.

“Eu tinha ainda duas lanças para e dois alvos restantes” — Acredito que esse “e” foi esquecido aqui.
“Minha cabeça doía levemente, mas estava leve por conseguir acerta” — O correto aqui seria “conseguir acertar”, mas também poderia melhorar para algo como “mas estava leve porque havia conseguido acertar o alvo”.

Bem, erros assim podem sempre serem corrigidos com a boa e conhecida revisão. Sempre leia seus textos e caso você pense que não está bom, leia em voz alta e procure usar outras palavras para deixar melhor as suas frases. Também faça o uso de sinônimos para não repetir muito na próxima vez.
Agora o que mais prejudicou o seu treino com armas de longa distância foi o fato dele ser monótono. Procure ser original. Coloque obstáculos para o seu personagem ultrapassar e deixe alguns sendo difíceis demais, podendo assim optar por conseguir ou não os superar. É isso que ocorre com boas histórias, bons textos.

80 XP
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Re: Arena para Armas de Longa Distância

Mensagem por Blair Skyer Evans em Ter Fev 02, 2016 6:00 pm


It's called black magic

A flecha atingiu o centro do alvo com perícia e velocidade, provocando um leve revirar de olhos na criança de Nyx.
A garota ao seu lado, loira com grandes olhos azuis e pele bronzeada — provavelmente alguma filha de Apolo adorando a atenção que estava recebendo —, não parava de acertar as flechas no alvo, sempre soltando uma risada de puro tripúdio e jogando os longos cabelos por cima do ombro.
Enquanto a mini Paris Hilton acertava todos os seus objetos, Blair mal conseguia fazer a flecha abandonar a corda do alvo, tendo por vezes machucado a si mesma em suas tentativas. Era ridículo, porém a teimosia não deixava que ela desistisse.
Precisando de ajuda? — uma voz masculina questionou atrás de si.
Blair abaixou o arco para se virar em direção do som, encontrando um garoto alto de ombros largos lhe encarando com um meio sorriso no rosto. Os cachos loiros e olhos azuis não lhe enganavam, ele era irmão da Paris Hilton ao seu lado.
Eu não preciso da sua ajuda. — murmurou, virando-se para o alvo novamente.
Ela sentiu a aproximação do garoto mais do que ouviu. O peito em forma se chocou contra as suas costas quando as mãos tocaram sua cintura sem hesitar e moveu seu corpo e virou o ombro esquerdo para o alvo, afastando suas pernas.
Imagine uma linha entre você e o alvo, — ele sussurrou em seu ouvido — essa linha deve passar entre as suas pernas. Como o seu olho dominante é o direito, o arco deve ser segurado pela mão esquerda e o seu ombro esquerdo deve ser virado para o alvo. A flecha e a corda devem ser seguradas pela sua mão direita.
A mente de Blair absorvia tudo o que lhe era dito, conforme seu corpo seguia as instruções fornecidas e se ajeitava para segui-las. Ela afastou os pés, formando uma linha reta que acolitava até o alvo.
Coloque a flecha na corda.
Ela o fez. Apontou o arco para o chão e encaixou a haste de flecha na rabeira da corda e colocou-a de baixo do ponto nock. Dessa maneira, o seu indicador era mantido em cima do objeto a ser atirado e dedo médio e anelar logo abaixo. Quando verificou que estava tudo posicionado corretamente — e com o aval do seu instrutor recém adquirido —, Blair ergueu o arco e posicionou-o da melhor maneira que pôde. O braço que segurava o arco foi mantido em direção ao alvo, com o arco na posição vertical. A mão que segurava a corda foi elevada até a sua face, sobre o ponto de ancoragem, entre o seu queixo e a bochecha.
Aponte e solte-a. — instruiu o garoto.
Duas respirações profundas foi tudo o que a semideusa teve antes de relaxar os dedos que seguravam a corda e terminar a rotação do ombro, enquanto seus olhos mantinham-se atentos ao percurso que a flecha fazia em direção ao alvo. Um bufar resignado escapou pelos lábios da garota ao notar que a flecha não atingira o centro do alvo, preferindo se alojar na parte preta.
Nada mal. Na próxima peça ajuda aos instrutores antes de arriscar uma flecha no próprio pé.
Pela décima vez naquele dia, a filha de Nyx revirou os olhos.



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Re: Arena para Armas de Longa Distância

Mensagem por Lara Polli em Ter Fev 02, 2016 11:50 pm



"Treino no Meio Sangue"


Sentada na arquibancada da arena, observava que os instrutores de arco haviam deixado os instrumentos dos iniciantes de Apolo nas proximidades dos alvos e, francamente, já que não havia nada de mais interessante para fazer, decidi treinar. Caminhando até o arco menor recostado em um dos alvos, peguei-o na mão e, com a livre, puxei a corda ouvindo o zumbir da mesma que causou um sorriso divertido em meu rosto sardento. Então, olhando em volta, observei que a aljava repleta de flechas também se encontrava ali. Meu maldito senso de independência fez com que os olhos azuis fitassem ao redor, dando um sorriso breve e pegando a bolsa de couro, levando-a para longe dos alvos.

Passando a linha que marcava a distância inicial de disparo, coloquei a aljava nas costas observando que ela caía até os quadris e retirei uma flecha da mesma, encaixando o talo na corda. Unindo as sobrancelhas, mordi a língua no canto da boca ao repuxar a corda com o arco ainda trêmulo na diagonal. Era impressionante a força que aquele movimento exigia, considerando que para os espectadores tudo parecia tão fácil. Sem que eu me desse por conta, acabei deixando escapar a flecha que por pouco não pegou os pés de um dos semideuses que passava. Encolhendo um dos ombros, fiz uma careta antes de esticar o pescoço com um sorriso constrangido.

— Desculpa!

Gritei para o mesmo que, apesar da carranca irritada, resolveu relevar. Então, puxei outra das flechas e encaixei novamente na corda a pequena abertura da madeira. Dessa vez, deixei o arco reto e tentei mantê-lo, mesmo que trêmulo, nessa posição. Puxando rapidamente a corda até a proximidade do rosto, larguei em seguida fazendo com que a flecha caísse miseravelmente para baixo a poucos centímetros a minha frente. Permaneci paralisada por alguns instantes na posição, encarando a flecha no chão antes de recolhê-la e tentar novamente.

Colocando mais uma vez a flecha no arco, tentava repuxar um pouco mais a corda até que chegasse na linha de meu rosto, sentindo os braços não conseguindo ceder a pressão ao oscilar na altura do mesmo, inclinando a arma de um lado para o outro, de cima para baixo. Finalmente, os dedos avermelhados cederam, disparando a flecha que voou as cegas até passar raspando na orelha de um garoto de Atena que apenas olhou confuso para ver quem era a atiradora com uma precisão tão perigosa.

Formando um bico com meus lábios, arregalei os olhos virando de costas para ele enquanto assoviava, coçando a nuca de uma forma constrangida por alguns instantes antes de voltar para o exercício assim que ele deixou o assunto para lá. Pegando mais uma flecha, mordi a ponta da língua na lateral da boca ao encaixar o talo na corda e a retesar até que ficasse na altura da orelha. Os braços finos tremiam já pela pressão de segurar a arma nessa situação, mas minha mira ficava cada vez mais surpreendentemente imprevisível. Assim que soltei a flecha, acabei por acertar a lata de refrigerante de um filho de Dionísio que fazia uma pausa e, por sorte minha, estava de bom humor já que apenas deu uma risada e me deu um positivo com a mão.

Elevando os ombros em um pedido de desculpa, dei um sorriso constrangido para ele antes de voltar para o treino, pegando mais uma flecha e encaixando na arma e, ao retesar, disparei, fazendo com que a flecha passasse longe e cravasse na porta de madeira da arena, do lado de um filho de Hermes que descansava de uma corrida. Elevando as mãos em rendição, ele olhou em volta e eu já não sabia mais onde enfiar minha cabeça de vergonha, restando-me apenas tapar os olhos com os dedos em seguida.

Mais uma tentativa e, tão logo a flecha estava posicionada no arco, disparei acertando o lampião que deveria iluminar o ambiente quando a noite chegasse, quebrando o vidro que se estraçalhou em pedacinhos no chão. A essa altura, já nem disfarçava mais que era a culpada por todo aquele estrago, já que não havia um único campista ali que não tivesse percebido o inevitável já. Acertava até mesmo os alvos mais inimagináveis, menos os que estavam dependurados nos blocos de feno.

Pronta para mais uma tentativa, armei o arco com a flecha e, tão logo a disparei, a mesma cortou o ar acertando o boné de um filho de Apolo que estava pronto para calçá-lo na cabeça, cravando-o na parede. Ele olhou na minha direção irritado e se aproximou com passos firmes enquanto eu tentava rir para aliviar o clima de “vou te matar” que ele trazia consigo. Cruzando os braços diante do peito, parou diante de mim e franzi o rosto em uma careta culpada, estendendo o arco devagar na sua direção. A arma foi tomada de minha mão abruptamente e sai correndo dali antes que me metesse em mais encrencas.


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Re: Arena para Armas de Longa Distância

Mensagem por Ex-staff122 em Qua Fev 03, 2016 1:26 pm


AVALIAÇÃO


BLAIR SKYER EVANS
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GRAMÁTICA 100/100 (0 = 0 Erros avaliados)
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AUTENTICIDADE 25/50


Então, Blair, seu texto fluiu sem erros gramaticais ou ortográficos e por mais que a sua conjuntura de pausas, principalmente de vírgulas, não seja de minha preferência, foi feita de forma correta. Desenvolveu-se com dada coesão referente a sua experiência com a arma, contudo, não senti nada de excepcional na sua postagem, sendo como a maioria dos posts do qual um avaliador já está acostumado. Tente ser mais autêntica e produzir algo mais interessante.

LARA POLLI
179XP de 200XP
HP 50/120
MP 50/120

GRAMÁTICA 99/100 (1 = 1 Erro avaliado)
COERÊNCIA E COESÃO 20/25
COMPROMETIMENTO 25/25
AUTENTICIDADE 50/50


Lara, não é a minha primeira avaliação de um texto seu, então você já sabe como funciona: como sempre, gramática impecável, se não fosse um erro que, no entanto, não seria considerado como redução na sua quantidade de experiência; todavia, houve certo incômodo não na vertente da coerência, mas sim de coesão. Sua postagem ficou corrida de mais, e isso não é do agrado de um avaliador - preste mais atenção a este quesito. Já quanto a autenticidade, não tenho muito o que falar além de elogiar. Continue assim.

I. " já que não havia um único campista ali que não tivesse percebido o inevitável já."

EROS
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Re: Arena para Armas de Longa Distância

Mensagem por Noah W. Kolling em Dom Fev 14, 2016 10:18 pm

Treino

Hoje quando visitei o refeitório para a refeição matinal, não pude deixar de notar o interesse dos campistas por treinar suas habilidades na arena, seja com suas armas ou com os poderes que lhes eram conferidos. Não vou discordar que ser um semideus é assinar um documento dizendo para dobrar os perigos da vida, até porque monstros não existem até você descobrir ser prole de uma divindade e que existem seres mitológicos capazes de triturarem com os dentes cada pedaço de sua estrutura óssea, obviamente ninguém deseja isso para si mesmo, então a melhor solução para que isso não ocorra, é saber se defender disso.

Assim que me retirei do refeitório, fui rapidamente até o chalé de Dionísio e me equipei com meu arco e minha aljava de flechas, se alguém precisasse servir de alimento para os monstros, não gostaria que essa pessoa fosse eu. Não me apresso na caminhada até a arena, tento repassar na minha mente tudo o que sei sobre arquearia, sempre fui fã das artes teatrais, lembro-me perfeitamente de um clássico do cinema de 1938, onde em “As aventuras de Robin Hood”, mostra perfeitamente os movimentos de um arqueiro, mas creio que arquearia não se trata somente disso, tem muito mais envolvido.

Meus olhos passam por todos os cantos da arena, ela era realmente maior do que eu imaginava, eu conseguiria me perder facilmente aqui dentro. Logo na entrada enxergo alguns bonecos de madeira nos quais eu me posiciono á dez metros, seguro a corda com o meu dedo indicador e o polegar e a puxo até quase encosta-la aos lábios, olhos fixamente para um dos alvos e solto a mesma, o movimento da flecha é quase imperceptível, ela rapidamente roda em direção ao boneco e finca no quadril do mesmo. Não vou mentir que é mais fácil do que pensei que seria, repito esses movimentos mais algumas vezes até ficar repetitivo e cansativo, afinal aqui é muito grande para eu me prender em somente bonecos de madeira. Alguns campistas me disseram que na arena de longa distância havia uma área construída pelas proles de Hefesto na qual simularia uma situação em um local especifico para que o treino ficasse mais realista, então assim que acabei de treinar com os alvos entediantes, me encaminhei para uma parte branca ao fundo da arena, imaginei que lá seria a tão comentada construção dos filhos da forja. Um computador estava logo a minha frente com algumas opções de locais, alvos e níveis de dificuldade, então optei por um treino na floresta contra alguns semideuses, por ser minha primeira vez em um campo de batalha, preferi deixar na opção que seria mais fácil.

O cenário em volta se transforma e me vejo em meio a árvores, ao longe escuto um barulho de pessoas se aproximando, então prendo meu arco sobre os ombros junto da aljava e começo a escalar uma das tais árvores, suas folhas tampavam quase todos os seus galhos, o que sem dúvidas me serviu de camuflagem. Vejo alguns semideuses se aproximando, consigo contar três deles trazendo suas armas em mãos, os ouço comentando a respeito de divisão territorial para abranger uma área maior, então imediatamente retiro uma flecha da aljava e a posiciono na corda esperando um deles se distanciar dos outros e se aproximar. Consigo ver uma garota morena vindo em minha direção, ela não deve ter mais que um metro e sessenta e cinco de altura, mas parece alerta e destemida, em suas mãos traz uma espada feita de bronze e um escudo oval capaz de proteger somente seu tronco. Certamente eu não conseguiria acertar alguma parte fatal na semideusa em somente uma tentativa, afinal é minha primeira vez na arena, mas eu poderia acertar seu braço responsável pelo escudo, e depois terminar meu trabalho um pouco mais de perto. Meus dedos puxam levemente a corda, meus olhos se fixam no alvo, minha respiração é ofegante por conta do nervosismo, mas tento manter a mesma controlada, sem pensar duas vezes eu solto a corda, a flecha vai em direção ao programado e finca no braço esquerdo da garota que imediatamente larga o escudo e deixa escapar um grito alto e estridente, talvez eu provavelmente tivesse somente alguns segundos até os seus aliados chegarem. Não penso duas vezes antes de pular da árvore e correr em direção à semideusa, no meio do rápido percurso tomo a liberdade de armar o arco e já puxar a corda, bem próximo da garota, a cerca de dois metros, eu miro no lado esquerdo de seu peito e retiro a pressão dos dedos fazendo com que a flecha finque no mesmo, seu grito estridente para no mesmo segundo, a menina desaparece da floresta deixando somente vegetação e seus antigos equipamentos, nada de cadáver. Escuto um barulho atrás de mim e rapidamente me viro na sua direção, ambos os outros semideuses estão parados a cerca de dez metros, cada um segurando uma lança pronta para ser arremessada contra qualquer parte do meu corpo, um deles se desarma numa tentativa falha de me acertar, assim que ele percebe estar desarmado ele corre na minha direção em uma tentativa de luta corpo a corpo, mas antes que desse tempo de se aproximar eu retiro mais uma flecha da aljava e acerto sua perna direita, fazendo-o tropeçar e cair sobre mim, o garoto não devia ter mais que minha altura e metade do meu peso, isso fez com que eu conseguisse segura-lo. O outro semideus aponta sua lança em minha direção, mas antes que ele pudesse ter qualquer reação eu retiro mais uma flecha da aljava e posiciono á minha frente o seu aliado com a ponta da flecha tocando sua garganta numa tentativa de suborno para o outro semideus que abaixa a lança me dando tempo assim para enfiar a lâmina na garganta do menino, que desaparece na vegetação. Com sangue nos olhos o garoto subordinado levanta novamente sua arma em posição de ataque e corre em minha direção já pronto para o extermínio, eu corro na mesma direção em uma tentativa de garantir tempo para armar a flecha e então atirar, eu vejo o semideus já com a respiração pesada correr cada vez mais, seria capaz do garoto morrer só de exaustão. Eu me escondo atrás de um carvalho já com a corda do arco flexionada, o semideus passa direto por onde estou ficando de costas para a flecha já apontada para seu corpo, antes que ele se distancie o suficiente para que eu lhe perca de vista, eu solto a corda e a flecha finca em suas costas. Quando o semideus cai de joelho, vejo a lâmina quase atravessando seu corpo, ainda o ouço soluçar de longe, então para acabar logo com esse treino, me encaminho até o semideus, pego mais uma flecha da aljava e enfio em seu peito, rapidamente escuto sua respiração falhar e o garoto desaparece junto com o cenário, me vejo novamente na arena, não vou negar que eu me diverti, talvez eu seja um melhor arqueiro do que eu imaginava.



noah w. kolling
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Noah W. Kolling

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